"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro

4 de outubro de 2017

BOSQUE DE JOSÉ BONIFÁCIO, O OUTRO LADO.

A Prefeitura de José Bonifácio-SP cercou uma parte do Bosque onde fica a pracinha do Jatobá com alambrados em todo seu entorno, sem prejuízo ao bioma local, pelo contrário aquele espaço cercado impede que joguem lixo, depredações, frequência de vândalos e desocupados que poderiam tirar o sossego da vizinhança.
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Agora a nossa esperança e expectativa e a limpeza de todo o Bosque que está sendo sufocado por cipós e sua revitalização com novas mudas de árvores nativas. Melhorando seu paisagismo recriando ali a beleza da natureza, as condições de vida dos indivíduos e da sociedade. Com a recuperação daquele espaço degradado irá favorecer e manter o equilíbrio do ecossistema destruído pelo homem em suas construções e estradas, proporcionando paisagens bonitas tornando um local sem dúvida turístico, pois o meio ambiente e natureza é bem aceito por toda sociedade que já reconhece a sua importância..
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Podemos definir o paisagismo como a ciência e a arte que estuda a organização do espaço exterior em função das necessidades atuais e futuras e aos desejos estéticos do homem (Studart, 1983).
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(Até que enfim lembraram de um importante espaço verde da cidade de José Bonifácio-SP.)

As árvores de floração amarela é Guapuruvu CLIQUE AQUI e veja mais sobre essa linda árvore.

Clique nas fotos para ampliar:



















1 de outubro de 2017

BOSQUE DA CIDADE DE JOSÉ BONIFÁCIO-SP PEDE SOCORRO.



FOTOS:Complemento ao vídeo
Clique sobre as fotos para ampliar:








Essa mata ou o que resta dela mostrada no vídeo, tem no entorno o novo Bairro Monte Alegre e os Bairros Jardim do Bosque, Bosque I e Bosque II da cidade de José Bonifácio-SP.
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Pelas imagens poderemos confundir com um bioma exclusivo do nordeste brasileiro: Caatinga (do tupi: ka'a [mata] + tinga [branca] = mata branca) é o único bioma[nota 1] exclusivamente brasileiro, o que significa que grande parte do seu patrimônio biológico não pode ser encontrado em nenhum outro lugar do planeta. Este nome decorre da paisagem esbranquiçada apresentada pela vegetação durante o período seco: a maioria das plantas perde as folhas e os troncos tornam-se esbranquiçados e secos. A caatinga ocupa uma área de cerca de 850.000 km², cerca de 10% do território nacional, englobando de forma contínua parte dos estados da Paraíba, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia (região Nordeste do Brasil) e parte do norte de Minas Gerais (região Sudeste do Brasil).
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O Bosque já foi uma mata densa, hoje resta essas imagens degradadas compostas por árvores mortas, arbustos retorcidos e cipós. O Nosso Bosque pede SOCORRO enquanto ainda pode tornar-se verde novamente e nos ajudar a respirar um ar mais limpo e um clima agradável a todos nós.
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O mais importante que essa pequena mata vem favorecendo a formação de um LINK-ECOLÓGICO que conecta com outros ecossistemas ou biomas fragmentados espalhados dentro dessa região. Funcionando como apoio para as espécies de pássaros e outros animais. Alem disso ela contribui para o controle de temperatura nas épocas de calor intenso, limpeza do ar, a vital fotossíntese transformando o CO2 no oxigênio que respiramos.
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Alguns exemplos notáveis de cidades com rica biodiversidade são encontrados em quase todos os continentes e latitudes - Berlim, Chicago, Curitiba, Calcutá, Cidade do México, Montreal, Nagoya, Nova York, São Paulo e Cingapura, para citar apenas alguns.
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Outras cidades que também contêm áreas protegidas, dentro ou fora de suas fronteiras que fornecem contribuições importantes para a biodiversidade. Na Cidade do Cabo, Table Mountain National Park, um marco icónico extraordinariamente rico em plantas e animais endêmicos, é totalmente cercada pelo município. Em Mumbai, Sanjay Gandhi National Park-conhecida por suas densas florestas semi-perenes, espécies 280-plus de aves, 150 espécies de borboletas, e 40 espécies de mamíferos, incluindo uma pequena população de leopardos-protege 104 quilômetros quadrados inteiramente dentro de uma megacidade . Em Estocolmo, o Parque Nacional urbano compreende 2.700 hectares com alta biodiversidade, bem no centro da cidade.
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Conectando ecossistemas fragmentados também é passível de aumentar a funcionalidade ecológica como um todo e, portanto, para maximizar os serviços ambientais oferecidos. Existem diversas e inovadoras formas de ligar os ecossistemas naturais. Plantio de árvores com copas globais podem ajudar os pequenos mamíferos, aves e insetos atravessar estradas e rodovias. Plantio na estrada que imita o multilayering das florestas, por exemplo, composta de árvores altas, árvores de médio porte, arbustos e vegetação do sub-bosque, pode atender a uma diversidade de usuários de animais. Ecolinks como túneis e pontes aéreas vegetação pode ajudar a conectar as áreas naturais.Todos esses esforços podem complementar os importantes papéis desempenhados pelas áreas protegidas nas cidades.
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Uma cidade desenvolvida dentro das exigências climáticas atuais não é construída com o cinza do concreto e a beleza das mansões, mas sim pelo respeito a NATUREZA e o VERDE que irá garantir para o futuro a sobrevivência de todas espécie de vida, inclusive a maluca e destruidora espécie HOMO SAPIENS.

VÍDEO: Kleber Ribeiro
Edição: Rivaldo R. Ribeiro

Fontes:
https://aldeia-mundus777.blogspot.com.br 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Caatinga 
http://cbobook.org/key-messages-2.php?r=1&width=1280


30 de setembro de 2017

JARDIM DO BOSQUE OU SIMPLESMENTE BOSQUE. PEDE SOCORRO: José Bonifácio-SP.

Uma pequena reserva florestal em José Bonifácio-SP, conhecida como Bosque, pede SOCORRO. 

Jardim do bosque: Rua Monte Alegre
Aqui já foi uma pequena floresta, hoje é uma amontoado cipós que sufocam as última árvores que ainda resistem.

Fotos: Rivaldo R. Ribeiro

Clique para ampliar.














     



Veja as postagens anteriores clicando no link abaixo JARDIM DO BOSQUE

21 de setembro de 2017

Como nascer, crescer e viver na Terra e não adorar árvores?




Como nascer, crescer e viver na Terra e não adorar árvores?

Como ter consciência de receber delas tanto Amor, de múltiplas formas, o tempo todo, há milênios e não considerá-las como simples e silenciosas mestras de Amar?
Seres gregários como nós, árvores vivem por longo tempo na floresta, onde se realizam como seres arbóreos.
Mesmo ao crescerem afastadas de sua comunidade, são capazes de se adaptar e continuar expressando Amor a todos os seres que podem alcançar.
E simplesmente por nutrirem-se de tudo o que precisam para Viver plenamente.
Árvores são pura Vida!
São capazes de se regenerar de cruéis podas e das feridas emergirem ainda mais fortes e belas.
De contornar complexos obstáculos e estenderem seus galhos em direção às condições luminosas, necessárias para florescer e frutificar.
De infiltrarem-se com suas raízes em solo profundo e expandirem-se no ar, para realizarem funções vitais.
E enquanto realizam tais funções, estabelecem parcerias amorosas e vitais, com todas as partes do Todo.
Ser árvore significa isto: viver em conexão plena com tudo.
Toda esta programação magnífica que rege seres tão amorosos é inerente a cada parte do Universo!
Somos células do mesmo Universo então, há a mesma programação em nós!
Que tal acordarmos, em conexão com elas, tão Grande Amor?

Texto: Lena Mouzinho
Imagens/Vídeo: Amanda Mello
Agradecimentos: Guataçara Monteiro e João Paulo Pessoa
Realização: Guataçara Brasil e Ocara

Acesse:
https://www.facebook.com/guatacarabrasil/
https://www.guatacara.com/
https://ocarablog.wordpress.com/
https://www.facebook.com/institutoocara/

19 de setembro de 2017

QUEM SÃO OS VERDADEIROS SELVAGENS?!!!


QUEM SÃO OS VERDADEIROS SELVAGENS?!!!
"Eu sou filho do rio, sou filho da terra, sou filho do sol! Eu sou filho da Mãe Natureza....eu sou ÍNDIO, eu sou filho do mesmo Brasil!!!
( Mística Xinguana)



3 de agosto de 2017

MEUS CÃES

O que mais me atrai nos animais é que eles não usam palavras...
Eles usam sentimentos!

Meus Cães:
                   Duquesa:

DUQUESA:
                         
                         Dorinha:

                           Barão:


A DUQUESA que aparece numa das fotos morreu no dia  21/08/2017, clique no link abaixo e veja mais fotos em sua homenagem:

ADEUS A UMA GERREIRA


7 de maio de 2017

19 de abril de 2017

Dia 19 de abril - Dia do Índio

Dia 19 de abril - Dia do Índio também é dia de relembrar a importância da garantia dos direitos indígenas.
O Estado pode decidir - em relação aos direitos indígenas e à demarcação de terras - respeitar, proteger e realizar os direitos dos índios.
Ou pode perpetuar violações a esses direitos.
Nessa decisão, a omissão é violação - diz o subprocurador-geral da República Luciano Mariz Maia, coordenador da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF.





Ministério Público Federal - MPF


6 de março de 2017

Democratização da Informação Ambiental



Entrevista exclusiva concedida ao jornalista Paulo Paiva, durante sua visita a Ilhéus em outubro de 2009, para participar do lançamento da Rede de Coalisão Sul da Bahia Justo e Sustentável. Naquela oportunidade, o ícone da luta pela democratização da informação ambiental, falou sobre esse tema, e também, sobre a polêmica do Porto de Minérios em Ilhéus.

SOBRE VILMAR BERNA
Vilmar Sidnei Demamam Berna é gaúcho, nascido em 11/10/1956, em Porto Alegre (RS) e vive em Jurujuba, Niterói (RJ), em frente à Baía de Guanabara, numa comunidade de pescadores artesanais. Por sua luta constante pela formação da cidadania ambiental planetária foi reconhecido pelas Organizações das Nações Unidas -- ONU, em 1999, no Japão, com o Prêmio Global 500 Para o Meio Ambiente. Em 2002, recebeu o título de Cidadão Niteroiense e, em 2003, o Prêmio Verde das Américas, entre outros.
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Participou da fundação de várias organizações da sociedade civil, sem fins lucrativos, dedicadas às lutas por um mundo melhor, mais ecológico, pacífico e democrático, entre as quais se destacam a UNIVERDE, em 1980, em São Gonçalo (RJ), os Defensores da Terra, em 1984, na Cidade do Rio de Janeiro, e mais recentemente a REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental, com sede em Niterói (RJ), da qual é editor voluntário da Revista do Meio Ambiente e do www.portaldomeioambiente.org.br  distribuídos gratuitamente com o objetivo de contribuir na formação de uma nova consciência ambiental e na cidadania ambiental em nossa sociedade.

Fonte: Eco Estúdio

3 de março de 2017

ONU pede apoio à defesa dos direitos humanos



Em meio a uma “profunda incerteza”, o principal organismo de direitos humanos das Nações Unidas lançou nesse mês um apelo de 253 milhões de dólares – o maior de sua história – com o objetivo de reforçar o seu programa de trabalho de 2017 para proteger e promover os direitos das pessoas em todo o mundo. O chefe de direitos humanos da Organização, Zeid Ra’ad Al Hussein, alertou para o aumento da xenofobia e da discriminação em todo o mundo: http://bit.ly/2mhy8rA

Vídeo do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH). Adaptação para o português: Naiara Azevedo/UNIC Rio.
(Imagem de capa: Juba, Sudão do Sul. Foto: ONU/Eskinder Debebe)

ONU Brasil


13 de fevereiro de 2017

3 de fevereiro de 2017

O EXTERMÍNIO DAS ABELHAS NO MUNDO

O extermínio das abelhas no mundo que é um dos principais insetos de polinização, pode levar a humanidade a sofrer a falta de alimentos. É uma questão de sobrevivência da vida animal na Terra.
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A ganância em busca de alta produtividade leva ao Agronegócio e até mesmo os pequenos produtores rurais ao  uso excessivo de agrotóxico sendo uma das principais causas do holocausto das abelhas.
As noticias vem de vários pontos mostrando o protesto e desespero de apicultores,  que vê pelo chão todo seu trabalho e o sonho de uma boa colheita de mel tudo transformado em milhares de abelhas mortas como se fossem folhas secas sendo arrastadas pelo vento.
Além do prejuízo injusto para esses apicultores é uma tragédia ambiental que devemos nos alertar a respeito.

Veja abaixo o alerta de um dos maiores cientistas que o mundo já viu:

"Olhem as abelhas, se elas sumirem a humanidade tem um máximo de quatro anos de sobrevida, pois não haverá plantas e nem animais, a polinização é a grande responsável pela produção de alimentos". Albert Einstein

Será que o homem teria condições de realizar a polinização de todas as plantas sobre a Terra?
  

Desenho Kleber Ribeiro

30 de janeiro de 2017

Senciência nos animais? artigo de Fernanda Tripode

Inicialmente importante sabermos o que significa “senciência”. Consiste em “a capacidade que um ser possui para sentir dor, medo, angústia, prazer e alegria”, sendo uma palavra que ainda não consta no dicionário formal da língua portuguesa, somente a palavra “senciente”, definido como aquele “que sente”.

Ciência e a “Senciência nos animais”
A definição de “senciência” nos animais encontra grande “ceticismo” em alguns segmentos do âmbito científico.

Para a grande maioria dos cientistas, que particularmente rotulo de “céticos”, (com o devido respeito à outros entendimentos), considerar a vida emocional nos animais, exige considerável e incontestável prova científica.

Não houve prova o contrário, ou seja, declaração da “ não existência da senciência em animais”, mas, esse fato não é levado em consideração. Segundo um dos estudiosos da consciência animal, Donald Griffin, a grande maioria entre a comunidade científica exige maiores evidências para aceitar os sentimentos nos animais, fato que não ocorre em outras áreas da ciência.

A razão desta exigência dá-se pelas experiências subjetivas serem assuntos privados, ou seja, que residam no cérebro de cada um, sendo inacessíveis aos outros. Esta conclusão torna o assunto restrito e conveniente aos “céticos cientistas”, ao afirmarem que jamais terão certeza dos sentimentos dos animais e, por este motivo, encerrarem a questão. Neste aspecto, interessante notar que numa análise dos estudos científicos, verificaremos que raramente temos um conhecimento por completo das questões envolvidas em qualquer assunto, sendo usado a predição em cada caso específico. A ciência pode fazer a predição com base na observação.

Aliás, perfeição no conhecimento é algo que pouquíssimos cientistas puderam oferecer. Na verdade, ao seguirmos essa linha de análise, devemos reconhecer que a senciência de outro ser humano também não pode ser provada cientificamente. O acesso à mente e aos sentimentos de outros indivíduos é limitado porque não podemos adentrar na esfera privada de um outro indivíduo, humano ou não humano, consequentemente “sentir o que esse ser sente”.

Mas, evidentemente, que essa limitação não nos impede de compreender ou pelo menos “tentar compreender”, o que um outro ser humano está sentindo, nem nos impede de utilizar essa informação para tomarmos decisões com respeito e ética ao agirmos.

A ciência tradicional cartesiana precisa evoluir da postura simplista de “não temos certeza, então não existe”.

Por outro lado, vários cientistas vêm compreendendo e dando ênfase sobre a questão da senciência animal. Estamos numa mudança, a transição para uma ciência mais repleta de valores e ciente de suas limitações já se iniciou, pelo menos no que diz respeito à ciência animal. As recentes descobertas têm alardeado debates à respeito da consciência animal que já vinha sendo discutido entre filósofos, psicólogos e outros cientistas. E caso seja reconhecido que os animais podem pensar, então a idéia de que a consciência é um atributo único dos humanos, um dos postulados básicos do ocidente desde o filósofo francês Renè Descartes – onde argumentava que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor, sendo que os maus tratos não eram errados – torna-se insustentável.

Senciência nos seres humanos e não humanos/animais
Nós seres humanos, somos sencientes, sentimos raiva, medo, felicidade, prazer, dor, dentre outros sentimentos. Possuímos sistema nervoso central, onde nossa mente capta informações que nos fazem reagir à todos os sentimentos mencionados. O mesmo ocorre com um ser não humano / animal, que possui o sistema nervoso central, tornando consciente de sua percepção sensorial, reagindo à todos os sentimentos provocados externamente.

A mente humana e não humana, interagem em seus mundos de acordo com suas naturezas. A mente do ser humano usa da linguagem simbólica para interagir com o seu mundo, podendo ser diferente da mente de outras espécies, onde podem usar de forma diversa para interagir com seus próprios mundos e de acordo com suas comunidades de cada espécies. Torna-se impossível saber com precisão a forma usada, porém, é irrelevante, pois tanto os humanos quanto outras espécies não humanas/animais, são sencientes e capazes da consciência de sua percepção sensorial. Possuem interesses, inerentes à sua própria natureza, todos têm preferências, desejos ou vontades.

O pensamento humano e não humano/animal apresentam diferenças no modo de pensar sobre seus interesses, mas, não há dúvidas que têm iguais interesses básicos, sendo alguns deles: não “sentir” dor e de sofrer, o interesse de permanecerem vivos e junto de sua respectiva comunidade. São interesses inerentes às suas naturezas, ligados à própria senciência de seres humanos e não humanos/animais.

Mas… e as plantas ? Elas também sentem e sofrem!!!…

Como poderá ocorrer, algum leitor após essas breves análises sobre a senciência nos animais, consequentemente indagar: mas, e as plantas? E o Reino vegetal ?

Na verdade noto que raramente essa indagação é com o propósito de uma discussão e esclarecimento sobre a senciência nas plantas, mas sim, pelo fato de tentar abranger a senciência nas plantas (como se fosse possível) e concluir: se plantas e animais sentem, é correto que continue com a prática de sofrimento aos animais, ou seja, “ se não posso impedir que a planta sofra, portanto, não posso impedir que ninguém sofra, assim, estou com a consciência tranquila do meu entendimento de infligir sofrimento animal.”

Entendo que é mais uma desculpa e um álibe para continuar no ato reiterado de contribuir sofrimento animal: já que não posso impedir o sofrimento numa alface, então vou continuar matando porcos, galinhas, bois, peixes, cordeiros…

Por mais que essas diferenças sejam dotadas de lógica e bom senso, torna-se viável esclarecer alguns dos muitos aspectos que diferenciam seres humanos/não humanos-animais (reino animal) das plantas (reino vegetal):

Primeiramente, quando retiramos frutos, folhas, sementes dos vegetais, esses não morrem. Quando podamos uma planta, ela não morre. Obviamente que, caso retiremos a planta pela raíz ela morrerá, porém, não são capazes de sentir “dor”.

Plantas não são dotadas de sistema nervoso central, logo não possuem a senciência. Para serem capazes de sentir dor e sofrer, necessitariam possuir a senciência.

Plantas respondem à estímulos, diferentemente de possuir senciência, pois, inclusive organismos não-vivos como células e proteínas respondem à estímulos. (Quem nunca viu isso no microscópio naquelas aulas de laboratório do colégio ?)

Caso as plantas tenham algum tipo de sensibilidade, situação hipotética, ela seria muito diferente da senciência dos animais, inclusive essa questão é abordada nos estudos que tratam da sensibilidade das plantas. Podem ter mecanismos de defesa, atração, estratégias de dispersão de sementes ou mesmo captura de presas, porém, não experimentam dor ou sentimentos como os seres não humanos/animais e os humanos.

Mesmo com essas poucas, entre as muitas diferenças existentes, sempre terá alguém afirmando que as plantas não diferem dos animais, em relação aos sentimentos, porém, o único propósito com a afirmativa é confrontar e não dialogar, já que com o mínimo de bom senso, sem necessitar de inteligência, conseguimos compreender claramente a diferença entre os animais e as plantas. Afinal não é difícil compreender diferenças entre aparar uma grama / cortar um tomate e cortar o pescoço de um cão, galinha, ou de qualquer outro animal !


A subjetividade na senciência – Aplicação da ética e respeito


Para esclarecer melhor sobre a senciência e sua subjetividade tanto no ser humano, quanto nos animais, traço alguns exemplos:

Um ser humano ainda incapaz- bebê humano. Sabemos que é um ser senciente, assim, se fizermos algo à esse ser, mutilá-lo ou maltratá-lo de alguma forma, sabemos que “sente”, não pelo “choro” ou por se “debater”. Mas, compreenderemos que possa sentir a dor e o sofrimento, em razão de que possuimos a consciência para compreender que “bebês humanos” são seres sencientes e que por questão de respeito e ética, não devemos maltratar um ser possuidor de senciência. O ponto crucial de impedir o ato cruel à um bebê é o caráter moral desenvolvido no cérebro do ser humano, através da cultura na sociedade em que vive, praticando a ética e o respeito, cumprindo Leis que nasceram dessa cultura. Assim, estará ciente de que caso ultrapasse a linha do caráter moral, a ética e o respeito, valores basilares de uma sociedade, terá a devida punição. Desta forma, o ser humano não maltrata um bebê, por compreender o sofrimento diante o seu caráter moral desenvolvido, através de sua cultura, consequentemente agindo com ética e respeito e não “por sentir o que esse bebê humano sente”.

Caso o ser humano, totalmente capaz, também seja vitimado pela dor, ao cortá-lo, não saberei o que sente pelo fato de simplesmente afirmar que “sofre” e “que dói” , pois, é subjetivo, ele diz que “sente a dor”, mas, “eu não sinto”. Não posso adentrar a sua mente, mas, posso usar da predição, aplicar a ética e respeito, impedindo que esse ser sinta dor e sofra. Assim, temos que a senciência é subjetiva, pois, não podemos dizer sobre o outro ser, somente sobre o nosso sentimento.

Caso algo me faça sentir “dor” e “sofrimento”, poderei medir o grau do sofrimento, se fizerem à um bezerro ou à um bebê humano, cortando-os, nestes casos, não poderei medir o grau de sentimento experimentados por eles, somente com relação ao meu próprio sentimento, com relação especificamente aos exemplos – bezerro e bebê humano, saberei que ambos estarão sofrendo, por serem seres sencientes, e ter na minha concepção de moral desenvolvida , e, aplicação da ética e respeito, que devo impedir os dois atos de sofrimento.

Diga-se que essa concepção moral desenvolvida, a maiorira dos seres humanos aplicam somente a sua própria espécie. A senciência de outros seres são deixadas de lado, não aplicando a ética e respeito, pois, o ser humano desenvolve a capacidade mental de compreender que os animais são de uso e exploração, e esse caráter moral desenvolvido passa por gerações.

E nesse aspecto que nasce um grupo formado por minorias de pessoas das mais diversas culturas, nacionalidades, crenças, religiões, onde compreendem claramente a senciência nos animais; possuem a concepção moral de não infligir dor e sofrimento também aos animais, estendendo a ética e o respeito para com seres de outras espécies, são os denominados “veganos”. (meu entendimento sobre “veganos”, uns entendem que veganos são aqueles que independente de moralidade, somente aplicam-se a ética e o respeito, particularmente entendo que o vegano desenvolve o caráter moral também com os animais).

Recentes pesquisas sobre a questão da senciência animal

Conforme recentes pesquisas científicas, os animais são considerados “seres sencientes”, ou seja, eles possuem a capacidade emocional para sentir dor, medo, prazer, alegria e estresse, além de terem memória e, até mesmo, saudades. Foi diante este princípio da senciência nos animais que a WSPA (World Society for the Protection of Animals), realizou um documentário através do filme “Animais, Seres Sencientes”, demonstrando que o conceito de senciência animal, se aplica a todos os animais vertebrados – mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes. Possuindo a capacidade da percepção de sentimentos como agonia, medo, dor, dentre outros.

O documentário teve a participação dos maiores especialistas em bem-estar animal do Brasil e do mundo. Eles comentaram, de maneira clara e didática, sobre os animais usados para consumo, entretenimento, produção de ovos e leites, selvagens, dentre outros tipos de explorações.

A omissão
Muitos, apesar de reconhecerem a existência da senciência nos animais e o quanto é errado o que ocorre à eles, preferem a omissão: “Não quero ver. Não gosto de ver isso. Nem me fale sobre isso. Não quero informação. Não quero saber, pois, vou sofrer. Eu não suporto crueldade com animais. Prefiro não saber, pois, gosto de churrasco”, “Já foi morto mesmo, então eu como”, dentre outros.

Mas, mesmo diante de todos os argumentos, as comprovações da senciência e de sofrimento que animais passam dia e noite, continua-se no ato de contribuir para a exploração, uso e assassinato animal, puramente pela omissão. É mais fácil e cômodo. Está mais do que na hora de raciocinarmos sobre nossos atos com os seres não humanos/ animais, dotados de senciência e tomarmos uma atitude deixando a omissão e comodismo de lado.

Como sempre lemos e ouvimos: O silêncio generalizado sempre favorece ao opressor nunca a vítima.


Conclusão
Portanto, a senciência existe tanto em seres humanos, quanto em não humanos/animais, sendo que, cada um possui direitos e interesses inerentes de sua própria natureza, dentre eles: não sofrerem, não sentirem dor, medo e angústia; não morrerem, não serem explorados e maltratados; devendo estender a ética e o respeito, à todos esses seres possuidores de senciência, independentemente de espécie.

“O passado fugiu, o que esperas está ausente, mas o presente é teu”.(Provérbio árabe)
* Fernanda Tripode – Advogada e vegana
** Colaboração de Izamarina Martins para o EcoDebate, 15/03/2011


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28 de janeiro de 2017

Flowers And Trees Flores e Árvores



Obra prima de 1932 - vencedor do Oscar de Animação de 1932, o primeiro desenho animado do mundo(Walt Disney).

Um filme de 85 anos que mostra o porquê que a natureza nunca pode ser violentada. Nele um incêndio quase destrói toda uma floresta, sendo a estória toda mostrada com trejeitos humanos, nota-se que houve um crime no inicio do fogaréu.    

10 de janeiro de 2017

Hino Oficial da Campanha da Fraternidade 2017 - Cultivar e guardar a criação




FONTE VÍDEO: Franciscanos Rondinha

Tema: 
“Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”
Lema: “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15)


HINO OFICIAL DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017

Letra: Padre José Antônio de Oliveira
Música: Wanderson Luiz Freitas

Louvado seja, ó Senhor, pela mãe terra,
que nos acolhe, nos alegra e dá o pão.
Queremos ser os teus parceiros na tarefa
de "cultivar e bem guardar a criação."
Refrão:
Da Amazônia até os Pampas,
do Cerrado aos Manguezais,
chegue a ti o nosso canto
pela vida e pela paz (2x)
.
Vendo a riqueza dos biomas que criaste,
feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom!
E pra cuidar a tua obra nos chamaste
a preservar e cultivar tão grande dom.
.
Por toda a costa do país espalhas vida;
São muitos rostos - da Caatinga ao Pantanal:
Negros e índios, camponeses: gente linda,
lutando juntos por um mundo mais igual.
.
Senhor, agora nos conduzes ao deserto
e, então nos falas, com carinho, ao coração,
pra nos mostrar que somos povos tão diversos,
mas um só Deus nos faz pulsar o coração.
.
Se contemplamos essa "mãe" com reverência,
não com olhares de ganância ou ambição,
o consumismo, o desperdício, a indiferença
se tornam luta, compromisso e proteção.
.
Que entre nós cresça uma nova ecologia,
onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim,
possam cantar na mais perfeita sinfonia
ao Criador que faz da terra o seu jardim.
.

2 de janeiro de 2017

Novo Horizonte continua com o 1º lugar do Estado no Programa Município Verde Azul

O 1º lugar do Estado de São Paulo no Programa Município Verde Azul, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, é de Novo Horizonte. O anúncio de que o município continua liderando o ranking ambiental paulista pela 2ª vez consecutiva foi feito na tarde desta quinta-feira, durante evento realizado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, no São Paulo Expo, na Capital. Com 98,69 pontos, Novo Horizonte está à frente de Botucatu, que tem 98,11 pontos.
Durante a solenidade de apresentação do Ranking Ambiental, o Secretário Estadual do Meio Ambiente Ricardo Salles, anunciou as parcerias com as Secretarias de Agricultura e Abastecimento e de Saneamento e Recursos Hídricos para o próximo ciclo do programa. Ele também apresentou ao público presente duas novas ferramentas que vão ser usadas pela Secretaria. A primeira delas localiza áreas com incidência do bioma cerrado no Estado. O trabalho, que permite identificar a ocorrência do cerrado, comparando imagens de 1989 e 2010, foi desenvolvido pela Embrapa e contou com o apoio da Secretaria do Meio Ambiente. A outra ferramenta foi o “Mapa das Áreas de Preservação Permanente (APPs) Hídricas no Estado de São Paulo”. A ferramenta, que está no site da Secretaria do Meio Ambiente, mostra a situação das Áreas de Preservação Permanente Hídricas do Estado de São Paulo, de abrangência municipal, na escala 1:20.000. O Mapa, que será entregue a todos os municípios, é um estudo realizado pela Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável para o Ministério do Meio Ambiente.
Conforme apresentado no IX Encontro Estadual do Programa Município Verde Azul, Novo Horizonte continua evoluindo na gestão ambiental. De todas as dez diretrizes do programa, o município alcançou nota máxima em sete: Biodiversidade, Arborização Urbana, Educação Ambiental, Cidade Sustentável, Gestão das Águas, Qualidade do Ar e Estrutura Ambiental.
Na mesma solenidade foi concedido o Prêmio Franco Montoro para os melhores colocados no ranking em cada uma das Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Novo Horizonte também foi contemplada com essa premiação. O prêmio foi idealizado em homenagem ao fundador do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), embrião da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e defensor da descentralização administrativa e fortalecimento dos municípios.
Lançado em 2007, o Programa “Município Verde Azul” atesta a qualidade e o comprometimento das administrações municipais em desenvolver e executar políticas ambientais. A certificação é requisito fundamental para obter prioridade em verbas do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (Fecop) e Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro).
Além do prefeito Toyota, estiveram na Capital Paulista, a vice-prefeita Bete Baleiro, o Diretor de Agricultura, Leandro Brabo da Crus, o Assessor Adjunto de Meio Ambiente, Mauro Zanelatto Júnior, o Assessor de Planejamento de Recursos Humanos, Mauricio Correa Rodrigues, e Mário Henrique Marcondes Pereira, Diretor Municipal de Desenvolvimento Econômico.
Na realização de todas as ações, Novo Horizonte superou as expectativas, com um comprometimento efetivo na gestão do meio ambiente. O ciclo contou com 317 cidades, que apresentaram seus relatórios finais, com as ações ambientais realizadas, sendo que apenas 78 foram certificadas, com pontuação superior a 80,0.
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“Este reconhecimento premia aqueles que permanecem atuantes desde o início do Programa porque têm a certeza que seu município possui aptidão para manter em equilíbrio a gestão ambiental e as outras áreas de administração ambiental”, destacou José Walter Figueiredo Silva, coordenador do Programa Município Verde Azul.
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Os 10 primeiros colocados do Estado
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1º Novo Horizonte – 98,69 pontos
2º Botucatu – 98,11
3º Jundiaí – 97,45
4º Catanduva – 97,38
4º Votuporanga – 97,38
5º Bragança Paulista – 96,81
6º Cerquilho – 95,94
7º Sorocaba – 95,25
8º Franca – 94,50
9º Itapira – 93,98
10º Lençóis Paulista – 93,87

Assessoria de Comunicação/Prefeitura de Novo Horizonte

Foto 1: Toyota, Secretário Ricardo Salles, Bete Baleiro
Foto 2: Ricardo Montoro entrega o Prêmio "Franco Montoro" ao prefeito Toyota
Foto 3: Mário Henrique, Leandro Brabo, Bete Baleiro, José Walter Figueiredo, Toyota, Mauricio Correa, Júnior Zanelatto
Foto 4: Autoridades Presentes
Fotos 5: Público prestigiou o evento​

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Prefeitura Municipal de Novo Horizonte.