ALDEIA 7 - Natureza Meio Ambiente/ Política Social
Biodiversidade,
Desiquilíbrio Climático, Aquecimento Global, Sustentabilidade, Queimadas, Desmatamento, Poluição, Fauna e Flora e a Importância da Água na Manutenção da Vida.
"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro
Em meio à Guerra Fria, à polarização ideológica e ao medo do comunismo, militares assumiram o poder sob o discurso da legalidade. O que se seguiu foi um regime que durou 21 anos e deixou marcas profundas na democracia brasileira.
⚠️ Algumas das imagens foram geradas por inteligência artificial; qualquer semelhança com pessoas vivas ou falecidas é pura coincidência.
🎙️locução gerada por IA Elevenlabs
⭐️Buscamos precisão nos fatos, mas se você ver algo que não parece certo ou quiser acrescentar alguma informação, deixe nos comentários 🗯️
ORIGINALMENTE PUBLICADO: 25 de mai. de 2016
Entre 1964 e 1985 o Brasil passou por um dos momentos mais complicados de sua história.
O Nostalgia de hoje relembra esse período que ficou marcado na história do país, o Regime/Ditadura Militar.
!!ATENÇÃO!! Esse é um REUPLOAD do vídeo original que foi bloqueado por direitos autorais.
CRÉDITOS/////
Edição: Tucano Motion
Roteiro - Rob Gordon, Felipe Castanhari e Caio Vinícius
Pesquisa: Leonardo Souza
“Manaus em média enterrava 35 pessoas por dia. Anteontem enterrou 198”, diz com a voz embargada pela emoção o ex-presidente da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), Gonzalo Vecina.
Após respirar profundamente, o especialista afirma em entrevista à TV Democracia que o colapso no sistema de saúde de Manaus e a falta de suprimento de oxigênio na capital amazonense se devem à decisão do Governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), de retirar o lockdown no estado, sob pressão de políticos bolsonaristas e manifestantes.
“É inadmissível que isso fique sem punição”, declara Vecina. Ele também pede que o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados puna declarações de parlamentares, como Bia Kicis (PSL-DF), que defendeu e comemorou o fim do lockdown no Estado do Amazonas.💡 ACESSE JÁ!
O confronto com a Venezuela expõe como a hegemonia do dólar e o controle sobre o petróleo seguem no centro da política externa dos Estados Unidos
Há narrativas que se repetem com tanta frequência que acabam sendo naturalizadas. Sempre que os Estados Unidos decidem intervir em outro país, o roteiro é conhecido: combate ao narcotráfico, defesa da democracia, luta contra o terrorismo ou enfrentamento de um “regime autoritário”. A retórica é polida, moralizante e cuidadosamente embalada para consumo global. Mas, quando se observa a história com um mínimo de atenção, percebe-se que o enredo real costuma ser outro — muito mais cru, material e estratégico. No caso da Venezuela, ele atende por um nome pouco mencionado nos discursos oficiais: petrodólar. Uma publicação em um perfil no X, sediado na Alemanha, chamou a atenção para isso.
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A tese de que a ofensiva contra a Venezuela e o sequestro de Nicolás Maduro não têm como objetivo central a democracia ou o combate à corrupção ganha força quando inserida em um contexto histórico mais amplo. Como claramente explicado no livro de memórias de Henry Kissinger, Years of Renewal, em 1974, no auge da crise do petróleo, o ex-presidente norte-americano costurou um acordo silencioso, porém decisivo, com a Arábia Saudita: todo o petróleo comercializado internacionalmente seria cotado em dólares americanos. Em troca, os Estados Unidos garantiriam proteção militar ao reino saudita. Esse pacto criou uma demanda artificial e permanente pela moeda americana, transformando o dólar no eixo do sistema financeiro global. . Desde então, qualquer país que quisesse comprar petróleo precisava, antes, obter dólares. Isso permitiu aos EUA financiar déficits colossais, sustentar um orçamento militar gigantesco e imprimir moeda em escala inédita, enquanto o resto do mundo precisava produzir para obter aquilo que Washington podia criar do nada. O petrodólar, mais do que porta-aviões ou bases militares, tornou-se o verdadeiro pilar da hegemonia americana.
É justamente aí que a Venezuela entra em cena. O país possui as maiores reservas comprovadas de petróleo do planeta — cerca de 303 bilhões de barris, algo em torno de 20% de todo o petróleo mundial. Mais importante do que o volume, porém, foi a decisão política tomada a partir de 2018: Caracas anunciou que deixaria de negociar seu petróleo em dólares. Yuan chinês, euro, rublo — qualquer moeda, menos a americana. Paralelamente, buscou ingressar no BRICS, construiu canais de pagamento fora do sistema SWIFT e estreitou laços com China, Rússia e Irã, os principais vetores do processo global de desdolarização.
Para um sistema financeiro dependente do petrodólar, esse movimento é existencialmente ameaçador. Não por acaso, a história recente revela um padrão perturbador. Em 2000, Saddam Hussein anunciou que o Iraque venderia petróleo em euros. Três anos depois, o país foi invadido sob o pretexto de armas de destruição em massa que nunca existiram. O petróleo iraquiano voltou rapidamente a ser cotado em dólares. Em 2009, Muammar Gaddafi propôs o dinar de ouro africano para o comércio de petróleo. Em 2011, a OTAN destruiu a Líbia, e o líder líbio foi brutalmente assassinado. O projeto morreu com ele. . Agora, Maduro. Com reservas muito maiores do que as de Saddam e Gaddafi somadas, vendendo petróleo em yuan e defendendo abertamente a superação do dólar. Não se trata de coincidência, mas de método. Desafiar o petrodólar tem sido, historicamente, um atalho para a mudança forçada de regime.
Declarações recentes de autoridades americanas tornam isso ainda mais explícito. Quando se afirma que o petróleo venezuelano “pertence” aos Estados Unidos porque empresas americanas o exploraram no passado, o discurso abandona qualquer verniz democrático e assume a lógica colonial e imperialista em estado puro. Pela mesma lógica, toda nacionalização de recursos naturais ao longo da história seria um “roubo”, e a soberania dos povos não passaria de um detalhe inconveniente.
O problema para Washington é que o mundo de 1974 já não existe. Rússia, Irã e China negociam energia fora do dólar. A Arábia Saudita discute abertamente aceitar yuan. O CIPS chinês cresce como alternativa ao SWIFT, e o BRICS avança na construção de sistemas próprios de liquidação financeira. Nesse contexto, a entrada da Venezuela no bloco, com seu petróleo abundante, teria um efeito catalisador.
A tentativa de impor pela força a sobrevivência do petrodólar pode, paradoxalmente, acelerar sua erosão. A mensagem enviada ao Sul Global é clara: negociar fora do dólar tem custo militar. Mas, para muitos países, essa constatação apenas reforça a urgência de criar alternativas. A história mostra que impérios raramente caem por um único golpe; eles se desgastam tentando manter, à força, uma ordem que já começou a ruir.
A Venezuela, portanto, não é o centro do mundo, mas um espelho. O que está em jogo não é Maduro, nem a retórica moral que o cerca. É a disputa entre um sistema financeiro construído há 50 anos e um mundo que começa, lentamente, a escapar de seu controle.
3) As políticas de estado contra estado não são mais o que movem o mundo, e mesmo as corporações estão sob o domínio dos mercados financeiros. O século XX finalmente acabou!
4) o que sobrou é a burguesa sem burgo, que não comanda, é comandada pelo dinheiro, e perdeu seu contado com a terra, com a nação, deixando os estados dominados por medíocres, e estes fazem as coisas a partir de interesses pequenos, de umbigo. Netanyahu fez guerra para se livrar da prisão, Trump faz sequestro para ficar bem com seu eleitorado, que acredita que ele está combatendo o narcotráfico. Acredita? Talvez não mais. Então, ele vai ter que triplicar a mentira.
Se você quer entender porque o medo deixou de ser a principal arma do poder e como a América Latina está aprendendo a negociar em novos termos, este vídeo é essencial.
Em entrevista exclusiva à Repórter Brasil, o cientista descreve um país que se aproxima rapidamente dos chamados “pontos de não retorno”, limites a partir dos quais ecossistemas podem perder a capacidade de se recuperar, mesmo que a destruição seja interrompida. Segundo ele, esse risco já ameaça os principais biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado, Pantanal e Caatinga.
Ao mesmo tempo, afirma Nobre, grupos econômicos com forte influência política seguem apostando na ampliação do desmatamento, na abertura de novas frentes de exploração de petróleo, e na ideia de que a crise climática pode ser contida sem mudanças profundas no modelo de desenvolvimento do país.
Aos 74 anos, Carlos Nobre tem longa trajetória na ciência. É formado em engenharia eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e doutor em meteorologia pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Coordenou o Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), o maior projeto científico já realizado em uma floresta tropical, e integrou o primeiro relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), publicado em 1990.
Na entrevista, Nobre relaciona o aumento dos riscos ambientais à resistência de setores, como o agronegócio, em admitir evidências científicas sobre a gravidade da crise. Para ele, limitar as políticas públicas ao combate do desmatamento ilegal, manter permissões para desmatamento legal em larga escala e autorizar novas explorações de combustíveis fósseis são decisões incompatíveis com a estabilidade dos biomas e com a capacidade do país de enfrentar a crise climática.
A avaliação dos municípios no Programa Município VerdeAzul (PMVA) segue um rigoroso método de pontuação baseado no cumprimento de dez Diretrizes Ambientais. Os critérios operacionais e parâmetros para essa análise estão formalizados na Resolução Semil nº 036, de 31 de março de 2024.
O cálculo final, no entanto, não considera apenas os acertos. Municípios têm descontos em sua pontuação por passivos ambientais sob responsabilidade do Poder Público local, com penalizações que podem chegar a 20 pontos.
A classificação é realizada em um sistema de competição por grupos, estabelecidos conforme a faixa populacional de cada cidade. Os dados oficiais de população são os do último relatório da Fundação Seade, da Secretaria da Fazenda do Estado.
Dentro de cada grupo, os municípios são ranqueados em ordem decrescente de pontuação. O município mais bem classificado em cada grupo receberá o Prêmio Governador Franco Montoro.
Critério de Desempate
Em cada um dos grupos, os municípios serão classificados com base na pontuação que obtiveram, em ordem decrescente, sendo que, em caso de empate, será considerada a maior evolução em relação ao ranking do Ciclo PMVA anterior.
"Nesse processo, há prova documental da tortura. Há um laudo, firmado por médicos militares, atestando essa tortura". Essa frase foi dita em 20 de junho de 1977 e seu autor é o advogado Heráclito Fontoura Sobral Pinto, um dos nomes mais simbólicos da defesa jurídica dos presos políticos da ditadura no Brasil. Seu pronunciamento ocorreu dentro do Superior Tribunal Militar (STM), em Brasília, local onde eram julgados os recursos dos réus condenados pelo regime militar. Nessas sessões, muitas delas secretas, ministros, oficiais-generais ou togados, também falavam sobre os castigos e abusos praticados pelo Estado. Em alguns casos, havia preocupação com a repercussão negativas das denúncias fora do Brasil. Em outros, como no caso do julgamento do deputado Márcio Moreira Alves, os ministros reconheciam que o processo era ilegal, mas que seria preciso atuar como um "tribunal de segurança". Essas são apenas frações de relatos feitos no STM, entre 1975 e 1985, que expressam de forma cristalina a prática da tortura cometida pelo Estado no período de ditadura. Esse material foi coletado pelo historiador Carlos Fico, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e revelado, no domingo, pela jornalista Míriam Leitão, ela mesma torturada no regime militar. Ao todo, o historiador coletou 10 mil horas de gravações e as organizou de forma a demonstrar o que pensavam os julgadores do tribunal de apelação sobre torturados e torturadores. No Ao Ponto desta terça-feira, Carlos Fico conta como obteve esse material e de que forma esse conteúdo foi organizado. Ele também analisa o que se pode extrair das horas e horas de escuta das sessões do STM e da reação de autoridades nos dias hoje, como a do vice-presidente Hamilton Mourão, que debochou de uma possível investigação sobre o conteúdo desses áudios.
A produção integra uma edição especial do Jornal da Unicamp sobre os 60 anos do golpe militar que será lançada no dia 18 de março, exclusivamente em formato online. (www.jornal.unicamp.br)
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Na elaboração do documentário, as equipes da SEC colheram depoimentos dos sequestrados políticos e acompanharam as visitas guiadas e escavações conduzidas por pesquisadores da Unicamp, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) entre os dias 2 e 14 de agosto do ano passado, no prédio do DOI-Codi situado na Rua Tutóia, 921, bairro da Vila Mariana, zona sul de São Paulo.
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O vídeo exibe, em 53 minutos e 11 segundos de duração, o trabalho de busca dos pesquisadores por vestígios materiais e indícios da passagem das vítimas da repressão pelo local, como inscrições nas paredes, objetos pessoais e registros em papel, fundamentais para manter viva a memória sobre as atrocidades do regime militar.
A Comissão Nacional da Verdade (CNV) foi criada pela Lei 12528/2011 e instituída em 16 de maio de 2012. A CNV tem por finalidade apurar graves violações de Direitos Humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988.