"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro

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4 de julho de 2026

Super El Niño: Brasil se prepara para novo ciclo de eventos extremos

 

TV 247


Após enchentes históricas no Sul, secas severas na Amazônia e recordes de calor em diversas regiões do país, cientistas monitoram a formação de um novo El Niño que pode intensificar os extremos climáticos ao longo do segundo semestre de 2026. 
Embora ainda não haja confirmação de que o fenômeno atingirá a categoria de Super El Niño, o governo federal já mobiliza estruturas de prevenção e resposta para enfrentar possíveis impactos. 
Na reportagem da TV 247, o climatologista Paulo Artaxo e o diretor de Proteção Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Sotero, analisam os riscos e os desafios que o Brasil pode enfrentar nos próximos meses.

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FENÔMENO NATURAL PREOCUPA CIENTISTAS NO MUNDO E PODE AFETAR O BRASIL

 

Instituto Conhecimento Liberta

No episódio programa de hoje, Gabriela Varella conversa com a pesquisadora Luciana Gatti sobre o El Niño, fenômeno natural que pode abalar o Brasil nos próximos meses.

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Ondas de calor na Europa são reflexo do aquecimento global, afirma Carlos Nobre

Pesquisador da USP explica que temperatura no norte do continente já subiu quase 4°C com o derretimento do gelo marinho e alerta que mundo pode atingir 1,5°C de aquecimento permanente até 2030

Por Redação TMC04/07/26 às 15h39

O climatologista Carlos Nobre, pesquisador sênior da Universidade de São Paulo, em entrevista para a TMC, afirmou que as ondas de calor extremas registradas na Europa nos últimos anos estão diretamente ligadas ao aquecimento global, fenômeno que atinge o mundo inteiro, mas de forma mais intensa no continente europeu. Segundo ele, o aquecimento bateu recordes em 2023, 2024 e 2025, e nos primeiros meses deste ano as temperaturas já chegaram a 45 graus em algumas regiões.
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Nobre lembrou que a ciência vem alertando há décadas que, quando a temperatura global chegasse a 1,5 grau, eventos extremos como ondas de calor, chuvas excessivas, secas, incêndios florestais, vendavais e ressacas nas costas passariam a acontecer com muito mais força, exatamente o que vem ocorrendo nos últimos anos, de acordo com o climatologista. 
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O pesquisador explicou que o norte da Europa, próximo ao Oceano Atlântico e ao mar de gelo, é uma das regiões que mais aqueceram no planeta. Isso porque o gelo reflete entre 50% e 70% da radiação solar, enquanto o mar, sem a cobertura de gelo, reflete apenas 6% a 7%. Com o derretimento, a temperatura na região já subiu quase 4 graus.
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Segundo Nobre, as ondas de calor recentes também têm relação com um sistema de alta pressão originado no norte da África, que cruza o Mediterrâneo e atinge boa parte da Europa, principalmente a Europa Ocidental. Esse sistema impede a formação de nuvens, o que faz o sol aquecer ainda mais a região. Em vários países europeus, a temperatura passou dos 40 graus, chegando a 47°C e 48°C em alguns pontos.

É preciso evitar um “Ecocídio

O climatologista defendeu que a discussão sobre o clima não deveria ser tratada como uma questão ideológica ou política. “Sem dúvida, a ciência já mostra com clareza que nós atingiremos 1,5 graus de aquecimento permanentemente até 2030”, afirmou. Segundo ele, é preciso agir imediatamente para evitar o que chamou de “ecocídio” — um suicídio ecológico.
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Carlos Nobre citou que as emissões de gases de efeito estufa bateram recorde em 2025 e continuam aumentando neste ano. Na COP 30, em Belém, o Brasil apresentou uma proposta para reduzir o desmatamento e acelerar o fim do uso de combustíveis fósseis, mas não houve consenso entre os países.
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Caso as emissões não sejam reduzidas de forma acelerada, o pesquisador afirmou que o mundo pode chegar a um aquecimento de 2 a 2,5 graus até 2050. Nesse cenário, o Brasil perderia a Amazônia, o Cerrado, o Pantanal e a Caatinga, os recifes de coral seriam extintos, e o permafrost — solo congelado na Sibéria e no norte do Canadá — começaria a descongelar, liberando uma quantidade enorme de gases de efeito estufa hoje aprisionados no gelo. “Se isso acontecer, pronto, acabou”, disse Nobre, ao afirmar que, nesse cenário, o aquecimento pode chegar a 3 ou 4 graus, configurando o que ele chama de “ecocídio”.
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Questionado sobre o que pode ser feito para ajudar as pessoas que sofrem com o calor extremo, Nobre citou o exemplo de Barcelona, que após ondas de calor fortes em 2022 que mataram muitas pessoas, criou locais com piscinas, ambiente climatizado e atendimento médico. A cidade passou a mapear pessoas vulneráveis — idosos, doentes e bebês — para removê-las a esses locais sempre que há previsão de onda de calor.

O pesquisador também mencionou que, na França, onde pessoas morreram afogadas ao tentar se refrescar em rios durante o calor extremo, várias escolas retiraram áreas de estacionamento sem vegetação e reflorestaram os espaços, o que reduziu a temperatura local entre 4 e 6 graus durante as ondas de calor.

“O Brasil é um dos países que menos tem vegetação nas cidades. Nós temos uma enorme responsabilidade de fazer uma grande restauração florestal”, afirmou Nobre. 
Ele citou ainda o exemplo de Singapura, onde um grande número de residências instalou telhados verdes, com plantas sobre as construções, como forma de amenizar o calor.



Europa pode enfrentar novas ondas de calor? Meteorologista faz alerta

 Nações Unidas: Mudanças Climáticas

          


TMC News Br
Durante o #TMC360, Carlos Nobre alertou que a onda de calor extremo na Europa pode não ser um evento isolado. Segundo o meteorologista, os recordes de aquecimento global registrados nos últimos anos aumentam a frequência e a intensidade desses fenômenos climáticos.

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3 de julho de 2026

Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação, mostra levantamento inédito

Expedição da SOS Mata Atlântica percorreu o rio da nascente à foz e encontrou microplásticos em todos os 14 pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas
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O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. É o que mostra a Expedição Tietê 2025, realizada pela Fundação SOS Mata Atlântica em parceria com universidades e centros de pesquisa e apoio do Instituti Itaúsa. Com uma equipe multidisciplinar e análises de diversos parâmetros da qualidade da água ao longo de mais de 1.100 quilômetros, da nascente em Salesópolis à foz no rio Paraná, em Itapura, o levantamento traçou um retrato inédito das condições ambientais do Tietê. Foram identificados microplásticos em todos os 14 pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.
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A principal conclusão é que o Tietê apresenta múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica. Essas pressões variam ao longo do percurso e refletem diretamente a urbanização, o saneamento insuficiente, o uso agrícola do solo, a presença de reservatórios e as mudanças na ocupação da bacia. O relatório completo está disponível aqui.

Pesquisadoras e pesquisadores coletaram amostras da água em 14 pontos do rio.

Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica, explica que os dados exigem uma leitura integrada da bacia. “O rio reflete as marcas do esgoto, dos padrões de consumo cotidiano, dos resíduos plásticos, das atividades agrícolas e do uso e ocupação do solo na bacia hidrográfica. Quando encontramos microplásticos em todos os pontos, agrotóxicos ao longo do percurso e substâncias como fármacos e drogas ilícitas na água, não estamos olhando para problemas separados, mas de um conjunto de pressões que atuam de forma simultânea e cumulativa. Por isso, a recuperação do Tietê exige uma abordagem integrada, que combine ampliação do saneamento, fiscalização efetiva, planejamento territorial e monitoramento contínuo da qualidade ambiental, envolvendo Estado, municípios, comitês de bacias hidrográficas, indústrias, comércio, agricultores e população”, diz.
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O coordenador ressalta também que os impactos não atuam de forma isolada. “Microplásticos podem transportar agrotóxicos e fármacos, o excesso de matéria orgânica favorece a proliferação de microrganismos e, consequentemente, reduz a oxigenação da água, dificultando a decomposição natural de parte dos poluentes”, completa.



A nascente, único trecho de água com qualidade ótima, ainda registrou presença de microplásticos e inseticidas.

Microplásticos, remédios e agrotóxicos da nascente à foz
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Os microplásticos, presentes em todos os pontos, variaram de 330 a 23.587 partículas por metro cúbico, enquanto a predominância de fibras aponta para fontes como efluentes domésticos e industriais, drenagem urbana, lavagem de roupas sintéticas e descarte inadequado de resíduos. As maiores concentrações foram registradas em trechos urbanos, como Osasco, e em reservatórios do interior, como Promissão, onde se registrou o pico, já que as barragens funcionam como zonas de retenção e chegam a acumular de 10 a 17 vezes mais partículas do que os trechos de correnteza. Na comparação internacional, os níveis observados no Tietê ficam abaixo dos de alguns rios asiáticos e acima dos de regiões europeias, o que leva os pesquisadores a classificarem o sistema como de impacto moderado a forte.
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As 16 substâncias identificadas entre fármacos e drogas ilícitas – incluindo cocaína e seu metabólito, a benzoilecgonina, além de carbamazepina, diclofenaco e losartana – funcionam como sinais químicos da presença humana no rio. A cafeína, detectada em todos os pontos, consolida-se como marcador da poluição por esgoto doméstico. O conjunto revela hábitos de consumo, uso de medicamentos, circulação de substâncias ilícitas e a insuficiência do tratamento de esgoto para impedir que esses resíduos cheguem aos corpos d'água.



Trecho do rio em Guarulhos, quando começa a concentração da região metropolitana.

Já os 25 tipos de agrotóxicos, de um total de 46 compostos investigados, mostram que a poluição do Tietê não se restringe às áreas urbanas. Nos trechos do Médio e Baixo Tietê, os resultados indicam maior influência agrícola, associada ao cultivo de cana-de-açúcar, soja e citros. Chama atenção a presença de atrazina, herbicida proibido na União Europeia desde 2004 e ainda amplamente usado no Brasil, detectado no Tietê acima dos limites legais em alguns trechos. O achado reforça a importância de ampliar o monitoramento de substâncias usadas na atividade agrícola e seus impactos sobre os recursos hídricos.
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As análises físico-químicas também apontaram metais acima dos limites legais. O cobre foi detectado em concentrações além do permitido em todos os pontos analisados (associado a fungicidas agrícolas, descargas industriais e corrosão de tubulações), enquanto o alumínio excedeu o limite em vários trechos. Em excesso, esses metais podem ser tóxicos para a vida aquática e reforçam a necessidade de monitoramento contínuo da qualidade da água.



No interior do Estado, grandes barragens e o cultivo predominante de cana-de-açúcar moldam o Tietê.

Os parâmetros de carbono, nitrogênio e oxigênio dissolvido, por sua vez, ajudam a explicar o funcionamento ambiental do rio. Quando há muita matéria orgânica e nutrientes na água, a atividade de bactérias decompositoras aumenta e consome oxigênio, piorando as condições para a vida aquática. As menores concentrações de oxigênio dissolvido foram registradas em Guarulhos e Osasco, com 0,37 mg/L e 0,49 mg/L. Na nascente, em Salesópolis, o valor foi de 6 mg/L; na foz, em Itapura, chegou a 8,6 mg/L – uma recuperação parcial da oxigenação no trecho final, que não elimina a presença de contaminantes químicos, farmacológicos, plásticos, metálicos e agrícolas.

Um diagnóstico bioquímico da sociedade paulista

Os contaminantes encontrados refletem hábitos e padrões de consumo da população, funcionando como um verdadeiro “diagnóstico bioquímico coletivo” da sociedade paulista. Os dados microbiológicos indicam presença de bactérias fecais, patógenos, parasitas e organismos associados a doenças gastrointestinais. Já nas amostras coletadas na nascente, alguns indicadores ficaram acima dos limites legais para rios de melhor qualidade, chegando, em determinados casos, a até 40 vezes o permitido. Somada à detecção de fármacos e drogas ilícitas, essa condição faz do rio um indicador indireto das condições sanitárias e do modelo de ocupação dos territórios que atravessa.



Equipe utilizou barcos em diversos trechos da expedição para poder coletar a água no ponto médio entre as margens.

“O Tietê não pode ser entendido apenas a partir daquilo que é visível, como cor, odor, espuma ou lixo. A expedição mostra uma camada menos evidente da poluição, formada por contaminantes que expõem as condições sanitárias, os hábitos de consumo e a forma como ocupamos a bacia. Esses dados são essenciais para orientar políticas públicas e cobrar ações concretas de recuperação do rio”, afirma Malu Ribeiro, diretora de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica.
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Para Luís Fernando Guedes Pinto, diretor executivo da organização, o diagnóstico aponta para o caminho da solução. “A poluição do Tietê não nasce de uma única fonte e não será resolvida por uma única medida. Recuperar o rio exige saneamento, fiscalização, planejamento territorial, mudanças nas práticas agropecuárias, recuperação florestal e monitoramento contínuo, avançando de forma articulada ao longo de toda a bacia e no longo prazo.”

A Expedição Tietê

Realizada entre 9 e 14 de junho de 2025, a Expedição Tietê 2025 marca uma nova frente técnico-científica da Fundação SOS Mata Atlântica – vinculada à causa Água Limpa e ao programa Observando os Rios, que monitora a qualidade da água do Tietê desde 1993. Foi desenvolvida em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Universidade Federal do ABC (UFABC), Centro de Energia Nuclear na Agricultura da USP (CENA/USP) e Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), com participação de especialistas do Instituto do Mar da Unifesp, da Unifesp Baixada Santista, do Laboratório de Ecotoxicologia do CENA/USP e do Projeto Índice de Poluentes Hídricos da USCS.
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Com apoio do Instituto Itaúsa, a Expedição Tietê 2025 amplia o alcance do monitoramento histórico realizado pela SOS Mata Atlântica e coloca o Tietê no centro de debates nacionais e internacionais sobre qualidade da água.



A expedição foi acompanhada em tempo real por TVs e veículos paulistas, chamando atenção para o rio.

Ao reunir, em um mesmo percurso, análises microbiológicas, parasitológicas, físico-químicas, biogeoquímicas, de microplásticos, agrotóxicos, fármacos e drogas ilícitas, a iniciativa permite observar como diferentes pressões ambientais se combinam em uma grande bacia hidrográfica.

Até onde se tem conhecimento, trata-se de uma das primeiras iniciativas no Brasil a percorrer integralmente um rio dessa escala com uma abordagem multidisciplinar tão ampla, conectando contaminantes clássicos, como esgoto e metais, a temas emergentes da agenda global, como microplásticos, resíduos farmacológicos, drogas ilícitas, agrotóxicos e mudanças no uso do solo.

Navegue diretamente pelos dados aqui.



Equipe da Fundação SOS Mata Atlântica e cientistas na foz do rio, na divisa de São Paulo com Mato Grosso do Sul.

Fotos: Léo Barrilari.

Veja a fonte dessa postagem clicando AQUI. 



1 de julho de 2026

Iniciativas locais que fortalecem o cuidado com o Rio Pinheiros | Edital Floating Bar

 


Conheça um pouco mais sobre os projetos vencedores do edital Floating Bar Rio Pinheiros, em parceria com o Grupo HEINEKEN
São iniciativas que levaram cultura, educação, ciência e mobilização social para a cidade de São Paulo unindo soluções baseadas na natureza e educação ambiental para repensar e transformar o ambiente urbano.

Resumo do vídeo gerado por IA
A qualidade e a precisão podem variar.

A SOS Mata Atlântica apresenta seis projetos selecionados através do edital Floating Bar para a revitalização da bacia do Rio Pinheiros. A iniciativa busca integrar educação ambiental e soluções baseadas na natureza para enfrentar desafios urbanos como enchentes e poluição, fortalecendo a conexão entre as pessoas e os recursos hídricos da cidade.



21 de junho de 2026

Trump não se confunde, mas mente e espalha desinformação ao falar em 'Bolsonaro Jr.' | Daniela Lima

 


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou durante o G7 que o Brasil se tornou "um pouco difícil" e "politicamente perigoso". Trump também lamentou, incorretamente, a suposta prisão de "Bolsonaro Júnior". A fala aparenta ser uma referência à decisão do STF que, ontem, condenou Eduardo Bolsonaro à prisão por coação no curso do processo da trama golpista.

UOL News vai ao ar de segunda a sexta-feira em duas edições: às 10h e às 16h. Aos sábados, o UOL News é exibido às 11h e 16h, e aos domingos, às 14h. O programa é sempre ao vivo e traz as principais notícias do dia com entrevistas e análise de colunistas.

18 de junho de 2026

NOVA FASE DA INVESTIGAÇÃO DO MASTER CHEGA A SENADOR JAQUES WAGNER, DO PT - ICL NOTÍCIAS -

 

Instituto Conhecimento Liberta



Senador Jaques Wagner é alvo da 9ª fase da operação compliance zero;

INMET prevê temporais no norte, centro-oeste e sul do Brasil
Senador do PT é alvo de operação deflagrada há pouco; 

Ex-ministra Flávia Arruda, esposa de Augusto Lima, também é alvo de operação; 

Renan Calheiros criticou comportamento de Wagner durante votação da dosimetria

Hugo Motta intermediou empréstimo do master a cunhada; 
Motta minimiza carona oferecida por Vorcaro até Portugal; 
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Em entrevista, Hugo Motta minimiza relação com Daniel Vorcaro
‘Manolo Dom’ foi contratado para intimidar ex-funcionários do master; 
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Em conversa, 'Manolo Dom' narra ação violenta no Rio de Janeiro; 
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Na França, Lula manda recado para Trump e defende soberania Brasileira
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Em discurso sobre Brasil, Trump confunde Eduardo com Flávio; 
Trump confunde Eduardo com Flávio e diz que pré-candidato foi preso; 
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Heloísa Villela fala direto da casa da ex-ministra Flávia Arruda, esposa de Augusto Lima; 
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STF derruba sigilo da busca e apreensão que mira senador do PT; 
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Presidente do PT, Edinho Silva defende Jaques Wagner após operação da PF; 
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22 anos após ‘jogo da paz’, Brasil e Haiti se encontram na copa; 
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Por ebola, torcedor símbolo do Congo perde estreia da copa;

Acompanhe a nossa programação ao vivo de segunda a sexta-feira, o ICL Notícias vai ao ar às 8h e às 17h30.#iclnotícias1




O que o El Niño 2026 reserva para o Brasil?

 

Climatempo

No fim de maio de 2026, a comunidade meteorológica mundial já não tinha mais dúvidas de que um novo El Niño estava em desenvolvimento no oceano Pacífico Equatorial e que influenciará o clima global no segundo semestre deste ano. Desde a primavera de 2025 já havia previsão de que 2026 seria um ano com El Niño. Este fenômeno oceânico-atmosférico é caracterizado pelo aquecimento acima do normal da água do mar, na região central e leste do oceano Pacifico Equatorial, e tem o poder de causar alterações no clima de vários países, tanto no Hemisfério Sul como no Hemisfério Norte. Mas qual será a intensidade deste El Niño? Poderá ocorrer um super El Niño
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A Climatempo lança agora o primeiro episódio da série "El Niño 2026". Nos próximos meses, você vai ficar sabendo mais sobre este importante fenômeno e seus impactos no clima do Brasil e do mundo.

Saiba mais clicando AQUI


Super El Niño: fenômeno deste ano pode ser o mais forte dos últimos 140 anos

 


Está previsto para este ano um evento climático que vai mexer intensamente com as temperaturas e as condições atmosféricas do mundo inteiro. Climatologistas acreditam que o próximo El Niño poderá ser o mais forte dos últimos 140 anos. O Brasil está preparado para responder a esse desafio?



16 de junho de 2026

A maior temperatura em 130 mil anos: Cientista do MIT explica a força do novo El Niño

 

TMC News Br


Com base em relatórios monitorados pelas principais agências meteorológicas dos Estados Unidos, da Europa, e por instituições nacionais de referência como o INPE e o Cemaden, o fenômeno El Niño apresenta uma curva acentuada de aquecimento em suas águas centro-leste, registrando elevações térmicas de 1,2 °C a 1,5 °C na costa equatorial. 
Em entrevista para a TMC, o climatologista Prof. Carlos Nobre, doutor pelo MIT, analisa os desdobramentos desse cenário que promete evoluir para a categoria de forte a muito forte até o final do ano.


5 de junho de 2026

Welcome to Planet Earth- Dia Mundial da Terra.





The best place ever.

Canção
02 Theme From Jurassic Park from Jur - Universal Pictures Film Music

Álbum Jurassic Park
Writers  John Williams

Por que chora nosso Planeta ? [História sobre Meio Ambiente ]

 


História sobre Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de Junho

Certa vez, num dia chuvoso, uma águia reparou numas gotas diferentes que caíam com a chuva. 
Ao segui-las, viu que era do próprio Planeta Terra que elas desabavam. Encontrou-se com uma nuvenzinha que também chorava muito, e ao perguntar "por que chora nosso Planeta?", foi aconselhada a olhar em volta para descobrir a resposta. 

E então, a águia inicia uma longa jornada pela Terra. Viu cenas fortes e chocantes, e só assim entendeu o por quê o planeta derramava tantas lágrimas.,

Mas também, em suas viagens viu uma cena que foi capaz de alegrá-la, e enfim conseguiu enxugar as lágrimas que o Planeta Terra tanto derramava. 

Bora embarcar nessa viagem para descobrir "Por que chora nosso Planeta?" 

POR QUE CHORA NOSSO PLANETA? [HISTÓRIA SOBRE MEIO AMBIENTE]

Autora: Renata Talyuli



4 de junho de 2026

O QUE É SER DE ESQUERDA NO BRASIL?

 



O que significa ser de esquerda no Brasil hoje em dia? Como essa corrente de pensamento político evoluiu ao longo da história e quais são suas principais correntes no Brasil contemporâneo? Esse é o assunto do vídeo de hoje! 🟡 Confira a nossa nova série "Os Partidos Políticos do Brasil"! 👉