ALDEIA 7 : Natureza Meio Ambiente - Ciência - Política
Biodiversidade,
Desiquilíbrio Climático, Sustentabilidade, Desmatamento, Poluição, Fauna e Flora e a Importância da Água na Manutenção da Vida e Ciência.
"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro
No fim de maio de 2026, a comunidade meteorológica mundial já não tinha mais dúvidas de que um novo El Niño estava em desenvolvimento no oceano Pacífico Equatorial e que influenciará o clima global no segundo semestre deste ano. Desde a primavera de 2025 já havia previsão de que 2026 seria um ano com El Niño. Este fenômeno oceânico-atmosférico é caracterizado pelo aquecimento acima do normal da água do mar, na região central e leste do oceano Pacifico Equatorial, e tem o poder de causar alterações no clima de vários países, tanto no Hemisfério Sul como no Hemisfério Norte. Mas qual será a intensidade deste El Niño? Poderá ocorrer um super El Niño?
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A Climatempo lança agora o primeiro episódio da série "El Niño 2026". Nos próximos meses, você vai ficar sabendo mais sobre este importante fenômeno e seus impactos no clima do Brasil e do mundo.
Está previsto para este ano um evento climático que vai mexer intensamente com as temperaturas e as condições atmosféricas do mundo inteiro.
Climatologistas acreditam que o próximo El Niño poderá ser o mais forte dos últimos 140 anos. O Brasil está preparado para responder a esse desafio?
Com base em relatórios monitorados pelas principais agências meteorológicas dos Estados Unidos, da Europa, e por instituições nacionais de referência como o INPE e o Cemaden, o fenômeno El Niño apresenta uma curva acentuada de aquecimento em suas águas centro-leste, registrando elevações térmicas de 1,2 °C a 1,5 °C na costa equatorial.
Em entrevista para a TMC, o climatologista Prof. Carlos Nobre, doutor pelo MIT, analisa os desdobramentos desse cenário que promete evoluir para a categoria de forte a muito forte até o final do ano.
Certa vez, num dia chuvoso, uma águia reparou numas gotas diferentes que caíam com a chuva.
Ao segui-las, viu que era do próprio Planeta Terra que elas desabavam. Encontrou-se com uma nuvenzinha que também chorava muito, e ao perguntar "por que chora nosso Planeta?", foi aconselhada a olhar em volta para descobrir a resposta.
E então, a águia inicia uma longa jornada pela Terra. Viu cenas fortes e chocantes, e só assim entendeu o por quê o planeta derramava tantas lágrimas.,
Mas também, em suas viagens viu uma cena que foi capaz de alegrá-la, e enfim conseguiu enxugar as lágrimas que o Planeta Terra tanto derramava.
Bora embarcar nessa viagem para descobrir "Por que chora nosso Planeta?"
POR QUE CHORA NOSSO PLANETA? [HISTÓRIA SOBRE MEIO AMBIENTE]
O que significa ser de esquerda no Brasil hoje em dia? Como essa corrente de pensamento político evoluiu ao longo da história e quais são suas principais correntes no Brasil contemporâneo? Esse é o assunto do vídeo de hoje!
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E se tudo o que conhecemos… o espaço, o tempo, as galáxias, as estrelas e até nós… tivesse nascido dentro de um buraco negro? Parece ficção científica, mas é uma hipótese muito séria. E quem propõe isso é o astrofísico Enrique Gaztañaga, da Universidade de Portsmouth. Neste vídeo, vamos explorar essa ideia revolucionária — publicada no site The Conversation — que pode virar do avesso o nosso entendimento sobre o nascimento do universo.
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Você está no Ciência News, o canal que explica as descobertas mais instigantes da ciência moderna, de forma acessível e visual. Hoje, mergulhamos numa nova hipótese que une cosmologia e buracos negros — e desafia a ideia de que o Big Bang foi o começo de tudo.
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De acordo com a teoria mais aceita hoje, o universo nasceu há cerca de 13,8 bilhões de anos em um evento chamado Big Bang — uma expansão súbita e colossal a partir de uma singularidade. Mas e se isso for só parte da história?
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O professor Enrique Gaztañaga propõe uma visão alternativa: o nosso universo pode ter nascido dentro de um buraco negro que existe num universo maior, um "universo-pai". Nesse modelo, o Big Bang não seria o começo absoluto de tudo. Seria a continuação de um ciclo, iniciado por um colapso gravitacional em outro cosmos.
Parece absurdo? Pois saiba que as equações da relatividade geral permitem esse cenário. Quando uma estrela muito massiva colapsa, ela pode formar um buraco negro — um ponto onde o espaço-tempo se deforma ao extremo. Agora imagine isso em escala cósmica: um buraco negro gigantesco que, do lado de dentro, dá origem a uma nova região do espaço-tempo. Um novo universo.
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Na visão de Gaztañaga, o nosso universo observável inteiro está contido dentro desse buraco negro — e o tempo que conhecemos começou ali. Mas fora dele, no "universo-pai", outras realidades podem existir. Pode haver outros buracos negros com seus próprios universos-filhos. Um multiverso, conectado por buracos negros.
Gaztañaga faz uma comparação poderosa: essa nova ideia nos convida a abandonar mais uma vez a noção de que somos especiais. Assim como Galileu desafiou o modelo geocêntrico — mostrando que a Terra não era o centro do cosmos —, essa hipótese derruba a ideia de que o nosso universo é único ou primordial. Se vivemos dentro de um buraco negro de outro universo, somos apenas uma "região" dentro de uma estrutura muito maior.
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Essa visão cósmica, embora desconcertante, pode ser a chave para unir dois grandes pilares da física: a relatividade geral e a mecânica quântica. Essa hipótese também sugere algo ainda mais profundo: o universo pode estar envolvido em um ciclo eterno de nascimento, colapso e renascimento. Universos podem surgir dentro de buracos negros de universos anteriores, num loop cósmico movido pela gravidade e pelas leis quânticas. Se for verdade, o Big Bang não foi a criação do "tudo", mas apenas uma transição — o começo de um novo capítulo em uma história muito mais antiga.
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Claro, ainda há muitos desafios. Como testar uma teoria que envolve o interior de um buraco negro — algo, por definição, inacessível do lado de fora? Mas a proposta de Gaztañaga não está sozinha. Outras hipóteses parecidas vêm sendo discutidas por físicos teóricos, como a ideia de "universos baby" ou o conceito de "rebounding" no espaço-tempo. A grande questão é: conseguiremos, algum dia, encontrar uma assinatura observável que indique que somos parte de uma linhagem cósmica maior?
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A hipótese de Enrique Gaztañaga pode não ter todas as respostas — mas tem algo essencial: coragem de imaginar. E imaginar é o primeiro passo da ciência.
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Se essa ideia explodiu sua mente como explodiu a nossa, deixa o like, compartilha com quem ama ciência e se inscreve no canal. E como sempre, take action: questione, aprenda, imagine.
Deputados ruralistas avançam com projetos que facilitam o desmatamento em todos os biomas e ampliam riscos climáticos. Agora, cabe análise no Senado.
Em apenas duas sessões, entre os dias 19 e 20 de maio, a bancada ruralista na Câmara dos Deputados aprovou, em ritmo acelerado e sem debate público, uma série de projetos que desmontam mecanismos de proteção ambiental.
Apelidada pelos próprios parlamentares de “Dia do Agro”, a ofensiva ficou marcada como um dos maiores ataques à legislação socioambiental dos últimos anos. Na prática, os projetos fragilizam o combate ao desmatamento, favorecem crimes ambientais e ameaçam os biomas brasileiros.
“Mais uma vez, se confirma o avanço de uma agenda antidemocrática no Congresso, especialmente nas pautas socioambientais, abrindo caminho para mais desmatamento, mineração e insegurança pública. As decisões são tomadas de forma centralizadora, sem diálogo com a sociedade e ignorando alertas técnicos sobre os impactos ambientais e climáticos”, afirma Gabriela Nepomuceno, Especialista em Políticas Públicas do Greenpeace Brasil.
A ofensiva faz parte de um novo “Pacote da Destruição”, conjunto de propostas apoiadas pelo presidente da Câmara, Hugo Motta. Depois da aprovação pelos deputados, os projetos serão analisados no Senado.
Projetos aprovados no “Dia do Agro”
Libera desmatamento em áreas não florestais (PL 364/2019)
Autoriza a destruição de vegetação nativa não florestal para agropecuária e a mineração, colocando em risco cerca de 48 milhões de hectares na Amazônia, Cerrado, Pantanal e Pampa – uma área do tamanho de Pernambuco e Bahia juntos, e maior que a Suíça inteira! –, além de enfraquecer a proteção da Mata Atlântica. Esses ecossistemas são fundamentais para a proteção de nascentes, equilíbrio climático e conservação do solo. O avanço do desmatamento pode agravar crises hídricas, queimadase eventos extremos.
Fim do embargo remoto com imagens de satélite (PL 2564/2025)
Restringe o uso de satélites no controle do desmatamento ilegal, chamado de “embargo remoto”, que impede a continuidade da atividade criminosa. Hoje, quase metade dos embargos são emitidos remotamente, permitindo uma ação rápida dos fiscais mesmo antes das equipes chegarem presencialmente ao local. Ou seja, vetar esse mecanismo será um enorme retrocesso tecnológico e um incentivo ao crime ambiental.
Ameaça à Flona do Jamanxim, na Amazônia (PL 2486/2026)
Resgata o teor da antiga MP 756/2016, que propõe a redução da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará, área historicamente pressionada pela grilagem na região da BR-163 e pela abertura à passagem do Ferrogrão. Parte do território seria transformada em Área de Proteção Ambiental (APA), a categoria mais frágil entre as unidades de conservação; e cerca de 660 mil hectares, equivalente a 900 mil campos de futebol, podem ficar vulneráveis ao desmatamento e à mineração.
Amplia poder do Ministério da Agricultura (PL 5900/2025)
Apelidado de “Super-Mapa”, o projeto já teve sua urgência aprovada e pode ser votado na Câmara dos Deputados à qualquer momento, transferindo ao Ministério da Agricultura a decisão sobre a comercialização de espécies da fauna e flores, que envolve questões relacionadas à biodiversidade, às espécies invasoras e à biossegurança. Segundo análise do Observatório do Clima, a proposta cria conflito de interesses ao concentrar temas ambientais em um órgão ligado aos interesses do agronegócio. Ruralistas Inimigos do Povo
A ofensiva ruralista se soma a outros retrocessos recentes, como medidas que ampliaram a liberação de agrotóxicos, enfraqueceram o licenciamento ambiental e ameaçam direitos territoriais de povos indígenas e comunidades tradicionais.
Especialistas alertam que desmontar a proteção ambiental coloca em risco a vida das famílias em todo o Brasil — especialmente povos indígenas, comunidades tradicionais e populações do campo — ao agravar crises hídricas, comprometer a produção de alimentos e intensificar crise climática.
Faça a sua parte! Compartilhe e pressione o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, contra o pacote da destruição.
Comunicadora popular formada em jornalismo e meio ambiente, mestra em ecologia, economia e política. Nascida e criada no mangue, sou de Cubatão (SP), cidade símbolo de recuperação ambiental graças à luta do povo para combater a poluição.
Sobre o(a) autor(a) Camila Doretto Jornalista do Greenpeace Brasil e Analista de Engajamento na Campanha de Justiça Climática. Atua com reportagem, pesquisa de conteúdo, estratégia de engajamento e produção de comunicação sobre temas socioambientais, política e educação.
Em meio à redução de investimentos em prevenção de desastres, voluntário do Greenpeace na Zona da Mata reforça que enchentes em Minas têm “nome, rosto e endereço”, e cobra compromisso
Os eventos extremos se intensificam no Brasil, e Minas Gerais volta ao centro do debate sobre crise climática e justiça social. Na Zona da Mata, cidades como Juiz de Fora e Ubá enfrentaram rios transbordando, encostas cedendo, vidas ceifadas e famílias desalojadas após chuvas intensas.
Não é a primeira vez. No início de 2022, a voluntária do Greenpeace Brasil Mariana Faria relatou como chuvas intensas atingiram a cidade de Juatuba entre os ias 5 e 10 de janeiro. Ela descreveu a sensação de medo e indignação que permaneceu mesmo após a água baixar, e criticou a falta de iniciativas de contenção de enchentes que poderiam ter mitigado os danos.
Estudos climáticos também apontam que as enchentes de 2020 em Minas Gerais tiveram probabilidade ampliada pelo aquecimento global, um indicativo de que chuvas extremas tendem a tornar eventos como os da semana passada mais frequentes sem políticas robustas de adaptação climática e redução de emissões.
Gilvan Amorim Soares, voluntário do Greenpeace durante atividade do grupo de voluntariado na Zona da Mata Mineira.
“O que para alguns vira estatística, para nós tem nome, rosto e endereço”, comenta Gilvan Amorim Soares, advogado, voluntário do Greenpeace Brasil na Zona da Mata Mineira e morador da cidade de Carangola. Segundo ele, a região carrega um histórico de enchentes e deslizamentos que se agravaram nos últimos anos:
"Não é fatalidade. É a soma da crise climática com cidades despreparadas e políticas públicas insuficientes.
Após os alagamentos, o padrão se repete: decretos de calamidade, visitas oficiais e promessas.
"Prevenção não pode ser feita depois que a água baixa. A redução drástica de investimentos em ações relacionadas aos impactos das chuvas significa menos obras de drenagem, menos contenção de encostas e menos planejamento urbano, aumentando o risco para quem já vive em áreas vulnerabilizadas historicamente."
Dados do Portal da Transparência mostram que os investimentos estaduais em prevenção de desastres caiu drasticamente entre 2023 e 2025. Passou de mais de R$ 135 milhões para cerca de R$ 6 milhões em dois anos. Uma redução de quase 96%.
"Falta prioridade orçamentária.
Falta planejamento territorial.
Falta política habitacional que impeça que famílias precisem morar em encostas instáveis ou às margens de rios.
Gilvan lembra ainda que o impacto é desigual. Enquanto áreas centrais se recuperam mais rápido, nas periferias a perda é total: móveis, documentos, memórias e segurança. Essa dinâmica revela o que especialistas chamam de racismo ambiental.
Para Gilvan, a crise climática não é apenas ambiental. “É sobre orçamento público. É sobre decisão política. É sobre quem pode se proteger e quem é deixado para trás.”
Minas Gerais não enfrenta um episódio isolado, mas um padrão que tende a se repetir. E Gilvan cobra:
“ A Zona da Mata mineira não precisa apenas de solidariedade após a tragédia. Precisa de compromisso permanente com adaptação climática, política habitacional e prioridade orçamentária
O Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, atrás apenas da China.
Essenciais para carros elétricos, turbinas e eletrônicos, esses elementos colocam o país em posição estratégica, mas ainda há desafios, como a exportação em estado bruto e a falta de uma cadeia de processamento nacional.
Em meio à Guerra Fria, à polarização ideológica e ao medo do comunismo, militares assumiram o poder sob o discurso da legalidade. O que se seguiu foi um regime que durou 21 anos e deixou marcas profundas na democracia brasileira.
⚠️ Algumas das imagens foram geradas por inteligência artificial; qualquer semelhança com pessoas vivas ou falecidas é pura coincidência.
🎙️locução gerada por IA Elevenlabs
⭐️Buscamos precisão nos fatos, mas se você ver algo que não parece certo ou quiser acrescentar alguma informação, deixe nos comentários 🗯️
ORIGINALMENTE PUBLICADO: 25 de mai. de 2016
Entre 1964 e 1985 o Brasil passou por um dos momentos mais complicados de sua história.
O Nostalgia de hoje relembra esse período que ficou marcado na história do país, o Regime/Ditadura Militar.
!!ATENÇÃO!! Esse é um REUPLOAD do vídeo original que foi bloqueado por direitos autorais.
CRÉDITOS/////
Edição: Tucano Motion
Roteiro - Rob Gordon, Felipe Castanhari e Caio Vinícius
Pesquisa: Leonardo Souza
“Manaus em média enterrava 35 pessoas por dia. Anteontem enterrou 198”, diz com a voz embargada pela emoção o ex-presidente da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), Gonzalo Vecina.
Após respirar profundamente, o especialista afirma em entrevista à TV Democracia que o colapso no sistema de saúde de Manaus e a falta de suprimento de oxigênio na capital amazonense se devem à decisão do Governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), de retirar o lockdown no estado, sob pressão de políticos bolsonaristas e manifestantes.
“É inadmissível que isso fique sem punição”, declara Vecina. Ele também pede que o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados puna declarações de parlamentares, como Bia Kicis (PSL-DF), que defendeu e comemorou o fim do lockdown no Estado do Amazonas.💡 ACESSE JÁ!