Biodiversidade, Desiquilíbrio Climático, Aquecimento Global, Sustentabilidade, Queimadas, Desmatamento, Poluição, Fauna e Flora e a Importância da Água na Manutenção da Vida.
22 de abril de 2025
A Amazônia está queimando, os recifes de coral estão desaparecendo e as calotas polares derretendo em um ritmo alarmante.
25 de março de 2025
O que causa o aquecimento global
31 de agosto de 2024
Precisamos reduzir quase pela metade as emissões de gases de efeito estufa até 2030
#NaçõesUnidas #ONUBrasil #ONU
Precisamos reduzir quase pela metade as emissões de gases de efeito estufa até 2030 para manter o aquecimento global abaixo de 2 graus e evitar os impactos mais perigosos e devastadores da #MudançaClimática.
Não conseguiremos cumprir essa meta sem restaurar os ecossistemas e seus estoques de carbono.
A restauração de florestas e manguezais pode responder por mais de um terço da mitigação dos gases de efeito estufa que será necessária até 2030.
A ambiciosa restauração dos ecossistemas e a descarbonização da economia precisam andar de mãos dadas.
A Década das Nações Unidas da Restauração dos Ecossistemas (2021-2030) estabeleceu uma meta ambiciosa: restaurar 40% das terras do planeta até 2030.
Faça parte da #GeraçãoRestauração e comece um movimento de restauração na sua vizinhança, com seus familiares, amizades, vizinhas e vizinhos.
Confira o manual do @unep_pt para restauração de 8 tipos de ecossistemas degradados pela ação humana, dos espaços urbanos aos ecossistemas costeiros.
Acesse o link nas Stories e na descrição do perfil da @onubrasil.
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: Imagens antes e depois mostrando os efeitos da restauração de um ecossistema na Tanzânia apoiado pela Década das Nações Unidas. 15 de novembro de 2023
Número de dias com ondas de calor passou de 7 para 52 em 30 anos
Como o clima está mudando no Brasil?
O estudo foi realizado a pedido do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para subsidiar as discussões para a atualização do Plano Clima - Adaptação.
Os cálculos foram efetuados para todo o território brasileiro e consideraram o período de 1961 a 2020.
Entre 1991 e 2000, as anomalias positivas de temperatura máxima não passavam de cerca de 1,5°C.
As anomalias de precipitação acumulada também são observadas nos três períodos avaliados, contudo destacam-se duas regiões contrastantes entre 2011 e 2020.
Extremos climáticos
O aumento e a redução nos índices de precipitação repercutem na ocorrência de extremos climáticos que são estabelecidos por dois indicadores: dias consecutivos secos (CDD) e pela precipitação máxima em 5 dias (RX5day).
No período de referência, entre 1961 e 1990, os valores de CDD eram, em média, de 80 a 85 dias.
Os mapas demonstram que a região Sul vem sendo a mais afetada pelas chuvas extremas ao longo das últimas décadas.
Ondas de calor (WSDI)
Os dados indicam que houve aumento gradual das anomalias de ondas de calor ao longo dos períodos analisados e para praticamente todo o Brasil.
“Essas informações são a fonte que podemos reportar como fidedignas daquilo que está sendo sentido no dia a dia da sociedade. Estamos deixando de perceber para conhecer. Esse é um diferencial de termos essa fonte de dados robusta”, afirmou o diretor do Departamento para o Clima e Sustentabilidade do MCTI, Osvaldo Moraes. “São dados relevantes para fazer a ciência climática dar suporte à tomada de decisão. Estamos deixando a percepção de lado para aprofundar o conhecimento”, complementou.
Para o estudo, foram considerados dados observacionais de 1.252 estações meteorológicas convencionais, sendo 642 estações manuais e 610 automáticas para construir as séries de temperatura máxima, e um total de 11.473 pluviômetros para os dados de precipitação.
A partir dessas informações críticas foram analisados três extremos climáticos. O número de dias consecutivos secos (CDD) foi calculado estimando-se o número de dias seguidos com precipitação inferior a 1mm. O RX5day registra a maior quantidade de precipitação em 5 dias. O WSDI representa a soma de dias de ondas de calor no ano.
Os pesquisadores destacam a importância de observar o conjunto das informações e não apenas indicadores isolados. De acordo com os dados, o clima já está mudando e afeta o país de múltiplas formas, dado que o Brasil tem dimensões continentais. Enquanto em algumas regiões há aumento de temperatura, em outras observa-se aumento da precipitação ou ocorrência de seca.
“O mais recente relatório do IPCC destacou que as mudanças climáticas estão impactando diversas regiões do mundo de maneiras distintas. Nossas análises revelam claramente que o Brasil já experimenta essas transformações, evidenciadas pelo aumento na frequência e intensidade de eventos climáticos extremos em várias regiões desde 1961 e irão se agravar nas próximas décadas proporcionalmente ao aquecimento global”, ressaltou o pesquisador do Inpe Lincoln Alves, que coordenou os estudos.
Categoria
Meio Ambiente e Clima
26 de setembro de 2023
Calor. Arborização é sem dúvida uma solução eficaz
OBS. Se vocês prestarem atenção nas fotos, logo perto da porta do Clinica Médica está o senhor cadeirante, que tive um imenso prazer em trocar ideias sobre o clima quente que estamos vivenciando. E ele tanto como eu um forte crítico a devastação na natureza que é um dos motivos crescentes dos fenômenos climáticos.
17 de julho de 2023
AQUECIMENTO DA TERRA, ASSUSTA
Fonte?:
Em 2020, a temperatura média global ficou cerca de 1,2 graus Celsius acima do nível pré-industrial (1). Para este ano, com a formação do fenômeno El Niño agravado pelas mudanças climáticas, já quebramos os recordes globais da temperatura média global do ar na Terra duas vezes.
A previsão é que este mês de julho seja o mais quente de todos os tempos (2).
Nos próximos meses, o mundo pode ultrapassar o marco de aquecimento de 1,5°C em ondas de calor de intenso (3).
8 de agosto de 2022
A urgente luta para salvar a Terra e humanidade | 21 notícias que marcaram o século 21
1 de novembro de 2021
Márcio Coimbra comenta o clima político internacional brasileiro diante da COP 26 em Glasgow (2021)
Diante da #COP26
em #Glasgow, que reúne lideranças para discutir metas e compromissos dos países em relação às mudanças no clima, comento sobre a imagem do Brasil, que continua altamente deteriorada no meio ambiental internacional
11 de outubro de 2020
David Attenborough: 'Climate Change - Britain Under Threat'( David Attenborough: 'Mudanças climáticas - Grã-Bretanha sob ameaça')
Canção The Lake - FirstCom
Álbum SEE003_Emotional - Heartwarming
12 de janeiro de 2016
Efeito Estufa
Nessa vídeo aula saiba mais sobre o efeito estufa, as mudanças climáticas e o aquecimento global.
Desenvolvido pela Mamute Mídia.
27 de abril de 2014
Sabemos o que fazer, mas quase nada fazemos, artigo de Washington Novaes
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Pela mesma razão, é preciso que a sociedade esteja atenta para o que acontecerá no Senado na discussão de parecer do senador Blairo Maggi ao projeto de lei da Política de Gestão e Proteção do Bioma Pantanal – outra área já diante de agressões em curso e da possibilidade de que se permita ali a substituição de áreas preservadas por pastagens cultivadas, da possível supressão de reservas legais e dos efeitos danosos sobre os recursos hídricos. O Pantanal é um privilégio brasileiro, fundamental para o clima e a conservação da biodiversidade.
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O último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), divulgado há poucos dias (Estado, 30/3), alerta exatamente para a vulnerabilidade de espécies terrestres e aquáticas, o risco de que tenham de migrar ou se extingam diante dos impactos do clima. E menciona especificamente a Amazônia brasileira, mas não apenas ela, embora lembre que no espaço amazônico estão estocados 90 bilhões de toneladas de carbono (na seca de 2005 foram liberados 5 bilhões de toneladas).
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Outros estudos estão apontando para os impactos do clima nas populações de polinizadores, principalmente abelhas, das quais depende cerca de 10% da produção agrícola mundial, perto de US$ 212 bilhões anuais (30/3). Os polinizadores estão sendo afetados principalmente pelas mudanças no uso da terra, secas, inundações. Áreas particularmente atingidas são as de produção de verduras e frutas. E a perda da biodiversidade originária – estudo da Natura (17/3) – pode ser muito problemática, já que um hectare de palmeiras de dendê produz 200% mais óleo de palma do que um hectare de sistema agroflorestal. No mundo todo, afirma o economista indiano Pavan Sukhdev, o custo da perda da biodiversidade pode chegar a US$ 4,5 trilhões por ano.
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Os dramas do clima e cenários soturnos não são para o fim do século, estão acontecendo agora em todos os continentes e oceanos – lembra texto de Giovana Girardi neste jornal (29/3). E podem desacelerar o crescimento econômico, dificultar a redução da pobreza e a segurança alimentar. O cientista José A. Marengo enfatiza a necessidade de correr com programas de adaptação – mas deixando claro que não há uma fórmula única, depende de cada lugar, de seus problemas e possibilidades específicas. Todavia já são evidentes os riscos de savanização de várias áreas.
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O conservador e prudente jornal britânico The Guardian chega a discorrer sobre estudo do Centro Espacial Goddard, da Nasa, segundo o qual “a civilização industrial global pode entrar em colapso nas próximas décadas” por causa do “consumo insustentável de recursos e da distribuição desigual da renda” – cada vez maior. Não seria a primeira vez na História do mundo, observa o jornal, citando o desaparecimento de civilizações como as de Roma e da Mesopotâmia. Tecnologia, apenas, não resolverá. O desfecho, contudo, não é inevitável, “dependerá de políticas adequadas” (14/3).
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Uma dessas políticas terá como missão encontrar formatos adequados para expandir em 60% a produção global de alimentos até 2050 sem ampliar os problemas da água (a agricultura já usa 70% do total), da desertificação (mais 60 mil km2 por ano), do consumo de recursos naturais acima (pelo menos 30%) da capacidade de reposição. Em outra área, diz o World Economic Forum que serão necessários investimentos anuais de US$ 6 trilhões, ao longo de quase duas décadas, para estabelecer uma “economia de baixo carbono”. Mas como se fará para eliminar, por exemplo, o subsídio ao consumo de combustíveis fósseis – petróleo, principalmente -, uma das fontes mais poluidoras?
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Diz o governo brasileiro que em 2010 a redução do desmatamento no Brasil produziu uma queda de emissões maior que a do total dos países desenvolvidos. Isso foi consequência dos esforços para reduzir o pico do desmatamento na Amazônia. Porém ainda não chegamos a reduções mais fortes em outras áreas (transportes, indústria e agricultura, principalmente).
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Um dos problemas está exatamente na falta de avanços na implantação do novo Código Florestal. E uma das questões mais fortes está em que, dois anos depois da nova legislação, ainda não se implementou o Cadastro Ambiental Rural (jornal Valor Econômico, 27/3), que permitiria identificar em cada propriedade áreas de preservação obrigatória da vegetação, reservas legais e desobediências à lei. Os decretos de regulamentação do novo código também estão parados. E com tudo isso, como afirmou o Valor, “o Código Florestal continua no papel”, embora haja 5,4 milhões de imóveis rurais no País.
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Paralelamente, as unidades federais administradas pelo Instituto Chico Mendes não têm dinheiro para nada. O Brasil, segundo as Universidades Yale e de Columbia, está em 71.º lugar entre 178 países em termos de “ameaças à natureza” e proteção à saúde humana (Instituto Carbono Brasil, 29/1).
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O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, espera que os países cheguem a um acordo sobre o clima em setembro, mas não há nada concreto à vista. E o experiente Nicholas Stern, consultor do Reino Unido, alerta: “Sabemos o que está acontecendo. Mas nada fazemos” (UN News, 21/3).
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*Washington Novaes é jornalista. E-mail: wlrnovaes@uol.com.br.
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Artigo originalmente publicado em O Estado de S.Paulo e reproduzido pelo EcoDebate, 14/04/2014
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