"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro

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6 de janeiro de 2026

“O agronegócio é negacionista da mudança climática”, afirma Carlos Nobre.


Em entrevista exclusiva à Repórter Brasil, o cientista descreve um país que se aproxima rapidamente dos chamados “pontos de não retorno”, limites a partir dos quais ecossistemas podem perder a capacidade de se recuperar, mesmo que a destruição seja interrompida. Segundo ele, esse risco já ameaça os principais biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado, Pantanal e Caatinga.



Ao mesmo tempo, afirma Nobre, grupos econômicos com forte influência política seguem apostando na ampliação do desmatamento, na abertura de novas frentes de exploração de petróleo, e na ideia de que a crise climática pode ser contida sem mudanças profundas no modelo de desenvolvimento do país.

Aos 74 anos, Carlos Nobre tem longa trajetória na ciência. É formado em engenharia eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e doutor em meteorologia pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Coordenou o Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), o maior projeto científico já realizado em uma floresta tropical, e integrou o primeiro relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), publicado em 1990.

Na entrevista, Nobre relaciona o aumento dos riscos ambientais à resistência de setores, como o agronegócio, em admitir evidências científicas sobre a gravidade da crise. Para ele, limitar as políticas públicas ao combate do desmatamento ilegal, manter permissões para desmatamento legal em larga escala e autorizar novas explorações de combustíveis fósseis são decisões incompatíveis com a estabilidade dos biomas e com a capacidade do país de enfrentar a crise climática.

Confira a entrevista completa em https://bit.ly/3Yxkm7p
Daniel Camargos


Tânia Rêgo/Agência Brasil

10 de dezembro de 2018

OS SAPOS ESTÃO SUMINDO E OS ESCORPIÕES AUMENTANDO


OS SAPOS NÃO SÃO NOSSOS INIMIGOS. JOGAR SAL SOBRE ELES É EXTREMAMENTE CRUEL

Sempre que surge um aumento excessivo de alguma espécie animal, logo concluímos que está havendo desiquilíbrio no meio ambiente. A natureza na sua sabedoria mantem o equilíbrio da fauna e flora contando com a ação dos predadores naturais, sem eles fatalmente vai existir o aumento de alguma espécie geralmente nociva ao próprio meio ambiente e ao homem, hoje vamos levantar a questão do aumento do temível ESCORPIÃO. Sendo os SAPOS um dos maiores predadores desse animal peçonhento e letal.   

OS SAPOS:
Os Sapos não respiram apenas pelos pulmões, sim também pela pele essa é uma razão do porquê nunca devemos jogar sal sobre seu dorso, além de cruel pela dor que o animal sente o leva a morrer sufocado. 
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Os Sapos não atacam com venenos ou toxinas isso acontece apenas nas espécies estritamente selvagens e são raros. 
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Os sapos que aparecem em nossos jardins apresentam glândulas que ficam acima dos olhos no dorso denominada "glândula parotoide, com uma estrutura esponjosa contendo um líquido leitoso. Ao contrário do que muitas pessoas acreditam este líquido leitoso não é venenoso para o homem, causando no máximo uma irritação e, mesmo assim, apenas se colocado na boca ou nos olhos. E são usadas apenas quando são atacados diretamente, a exemplo mordidas de cães ou predadores naturais cobras e morcegos".* https://www.infoescola.com/anfibios/sapo/

Num balanço entre a utilidade e inutilidade dos SAPOS é mais positivo e minimamente negativo, pois eles são predadores naturais na origem das pragas entre eles estão os temíveis ESCORPIÕES, sendo talvez os maior predador desse animal peçonhento, pois ambos tem hábitos noturnos, enquanto que as galinhas também como predadora não tem tanta eficácia porque seu hábito é diurno e os encontra apenas ciscando o terreno, isto é os encontra por um acaso é não é útil na caso de desiquilíbrio ambiental e os SAPOS sim porque os ataca na sua origem. 
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Além da sua utilidade como predadores de pragas nocivas a nós seres humanos(Vetores da DENGUE, FEBRE AMARELA ETC.) e ao ecossistema no seu equilíbrio ambiental , ele pode ser considerado uma espécie de termômetro de como está os biomas na questão de conservação e proteção ambiental, visto que são sensíveis as mudanças climáticas e envenenamentos dos rios, riacho e lagoas.   Se na sua região os sapos estão desaparecendo, não festejam, é sinal que algo não vai bem com os mananciais e nossa água de cada dia pode estar perigosamente poluída a ponto de não permitir sua reprodução.