Biodiversidade,
Desiquilíbrio Climático, Sustentabilidade, Desmatamento, Poluição, Fauna e Flora e a Importância da Água na Manutenção da Vida e Ciência.
"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro
Em meio à Guerra Fria, à polarização ideológica e ao medo do comunismo, militares assumiram o poder sob o discurso da legalidade. O que se seguiu foi um regime que durou 21 anos e deixou marcas profundas na democracia brasileira.
⚠️ Algumas das imagens foram geradas por inteligência artificial; qualquer semelhança com pessoas vivas ou falecidas é pura coincidência.
🎙️locução gerada por IA Elevenlabs
⭐️Buscamos precisão nos fatos, mas se você ver algo que não parece certo ou quiser acrescentar alguma informação, deixe nos comentários 🗯️
ORIGINALMENTE PUBLICADO: 25 de mai. de 2016
Entre 1964 e 1985 o Brasil passou por um dos momentos mais complicados de sua história.
O Nostalgia de hoje relembra esse período que ficou marcado na história do país, o Regime/Ditadura Militar.
!!ATENÇÃO!! Esse é um REUPLOAD do vídeo original que foi bloqueado por direitos autorais.
CRÉDITOS/////
Edição: Tucano Motion
Roteiro - Rob Gordon, Felipe Castanhari e Caio Vinícius
Pesquisa: Leonardo Souza
"Nesse processo, há prova documental da tortura. Há um laudo, firmado por médicos militares, atestando essa tortura". Essa frase foi dita em 20 de junho de 1977 e seu autor é o advogado Heráclito Fontoura Sobral Pinto, um dos nomes mais simbólicos da defesa jurídica dos presos políticos da ditadura no Brasil. Seu pronunciamento ocorreu dentro do Superior Tribunal Militar (STM), em Brasília, local onde eram julgados os recursos dos réus condenados pelo regime militar. Nessas sessões, muitas delas secretas, ministros, oficiais-generais ou togados, também falavam sobre os castigos e abusos praticados pelo Estado. Em alguns casos, havia preocupação com a repercussão negativas das denúncias fora do Brasil. Em outros, como no caso do julgamento do deputado Márcio Moreira Alves, os ministros reconheciam que o processo era ilegal, mas que seria preciso atuar como um "tribunal de segurança". Essas são apenas frações de relatos feitos no STM, entre 1975 e 1985, que expressam de forma cristalina a prática da tortura cometida pelo Estado no período de ditadura. Esse material foi coletado pelo historiador Carlos Fico, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e revelado, no domingo, pela jornalista Míriam Leitão, ela mesma torturada no regime militar. Ao todo, o historiador coletou 10 mil horas de gravações e as organizou de forma a demonstrar o que pensavam os julgadores do tribunal de apelação sobre torturados e torturadores. No Ao Ponto desta terça-feira, Carlos Fico conta como obteve esse material e de que forma esse conteúdo foi organizado. Ele também analisa o que se pode extrair das horas e horas de escuta das sessões do STM e da reação de autoridades nos dias hoje, como a do vice-presidente Hamilton Mourão, que debochou de uma possível investigação sobre o conteúdo desses áudios.
A produção integra uma edição especial do Jornal da Unicamp sobre os 60 anos do golpe militar que será lançada no dia 18 de março, exclusivamente em formato online. (www.jornal.unicamp.br)
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Na elaboração do documentário, as equipes da SEC colheram depoimentos dos sequestrados políticos e acompanharam as visitas guiadas e escavações conduzidas por pesquisadores da Unicamp, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) entre os dias 2 e 14 de agosto do ano passado, no prédio do DOI-Codi situado na Rua Tutóia, 921, bairro da Vila Mariana, zona sul de São Paulo.
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O vídeo exibe, em 53 minutos e 11 segundos de duração, o trabalho de busca dos pesquisadores por vestígios materiais e indícios da passagem das vítimas da repressão pelo local, como inscrições nas paredes, objetos pessoais e registros em papel, fundamentais para manter viva a memória sobre as atrocidades do regime militar.
A Comissão Nacional da Verdade (CNV) foi criada pela Lei 12528/2011 e instituída em 16 de maio de 2012. A CNV tem por finalidade apurar graves violações de Direitos Humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988.
SE PREFERIR, COLABORE VIA PIX: bobfernandespix@gmail.com
CRÉDITOS
Direção Geral: Bob Fernandes
Direção Executiva: Antonio Prada
Coordenação: Caroline Vieira
DTV: Luiz Philipe Azevedo
Cinegrafista: Eduardo Barbosa
Operador de áudio: Tiago Oliveira
Iluminação: Ariane Letícia Anjos
Editor: Jorge Farias
Produção: Eliano Jorge
Edição: Leonardo Tovani
Arte e Vinhetas: Lorota
Música de abertura e encerramento: Gabriel Edé
Ustra foi o único brasileiro julgado e condenado por praticar tortura na #DitaduraMilitar. Ainda assim foi chamado de herói nacional mais de uma vez pelo presidente Jair Bolsonaro. Ustra é conhecido por ser o torturador da ex-presidente Dilma Roussef.
O podcast Conexão 3 entrevista Amelinha Teles, jornalista, escritora, ativista de direitos humanos e sobrevivente da Ditadura.
Amelinha foi presa e torturada e teve sua família inteira sequestrada pelo regime militar. Incluindo seus filhos na época com 4 e 5 anos de idade, que foram levados para o Dops.
Amelinha conta no podcast todo horror que sua família passou e como conseguiram condenar pela justiça brasileira o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra como torturador!
No dia 23 de setembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade e a Comissão Estadual do Rio de Janeiro (CEV-RJ) realizaram diligência no Hospital Central do Exército (HCE), no Rio de Janeiro. A comitiva da CNV foi ao hospital em busca de prontuários de presos políticos que foram internados no local na década de 70, dentre eles Raul Amaro, cuja família acompanhou a diligência.
Não foram encontrados, nesta ocasião, os documentos solicitados pela CNV. Posteriormente, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, com um mandado de busca e apreensão, encontraram diversos documentos e prontuários no hospital, bem como um dossiê dos membros e assessores da CNV e da CEV-RJ que foram à diligência.
O dia 26 de junho marca o Dia Mundial de Luta contra a Tortura. Acompanhe uma entrevista com a Rose Nogueira, uma jornalista que foi presa e torturada, mas hoje luta para que outras pessoas não tenham lembranças tão amargas quanto as dela.
Depois da sua prisão, ela trabalhou ainda na editora Abril, TV Cultura e Rede Globo de Televisão, sendo uma das criadoras do programa TV Mulher. Hoje ela é presidente do grupo Tortura Nunca Mais, ajudando inclusive, nas investigações dos crimes cometidos durante o regime militar através da Comissão da Verdade.
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