"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro

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7 de janeiro de 2026

"NÃO É O PETRÓLEO, ESTÚPIDO" 6 de janeiro de 2026

 




Míriam Leitão acerta metade em seu artigo.

1) Petróleo há de monte nos Estados Unidos e no mundo. Preço do barril cai. 
2) Geopolítica e imperialismo são conceitos que não explicam nada, todos estamos no Império, um mundo regido pelo capital financeiro e pela infosfera
3) As políticas de estado contra estado não são mais o que movem o mundo, e mesmo as corporações estão sob o domínio dos mercados financeiros. O século XX finalmente acabou! 
4) o que sobrou é a burguesa sem burgo, que não comanda, é comandada pelo dinheiro, e perdeu seu contado com a terra, com a nação, deixando os estados dominados por medíocres, e estes fazem as coisas a partir de interesses pequenos, de umbigo. Netanyahu fez guerra para se livrar da prisão, Trump faz sequestro para ficar bem com seu eleitorado, que acredita que ele está combatendo o narcotráfico. Acredita? Talvez não mais. Então, ele vai ter que triplicar a mentira.


Como a Colômbia enfrentou os EUA e mudou o jogo geopolítico na América Latina

 



Este vídeo traz uma análise detalhada de um dos episódios mais importantes da geopolítica recente na América Latina. A resposta da Colômbia à pressão econômica dos Estados Unidos não foi simbólica — foi estrutural. Infraestrutura, logística, energia e comércio passaram a ser usados como instrumentos de soberania.

Aqui explicamos por que essa estratégia não envolve guerra militar, mas sim uma reorganização profunda das cadeias de suprimento e das alianças globais. O que parecia um bloqueio tornou-se um catalisador para a mudança. O impacto não se limita à Colômbia: Brasil, Panamá, México e todo o continente sentem os efeitos dessa nova lógica multipolar.
Se você quer entender porque o medo deixou de ser a principal arma do poder e como a América Latina está aprendendo a negociar em novos termos, este vídeo é essencial.

Como a Colômbia enfrentou os EUA e mudou o jogo geopolítico na América Latina 


23 de outubro de 2023

Israel e EUA: o que explica o apoio americano ao país

 




*Este vídeo foi modificado de acordo com a política editorial da BBC Desde que o grupo palestino Hamas fez o maior ataque ao território israelense em 50 anos, o presidente americano Joe Biden tem demonstrado repetidamente o que chama de apoio “sólido e inabalável” a Israel. Em comunicado divulgado dois dias após o ataque, Biden disse que “Esta não é uma tragédia distante – os laços entre Israel e os Estados Unidos são profundos”, reafirmou que os americanos caminham “ombro a ombro com os israelenses” e garantiu que os Estados Unidos farão “tudo para que Israel possa se defender”. As palavras de Biden têm sido acompanhadas de ações: nos primeiros quatro dias da crise, o presidente americano falou ao telefone três vezes com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou o envio do mais moderno porta-aviões da marinha americana ao mediterrâneo, autorizou reforços para o Domo de Ferro, o escudo anti-aéreo israelense, despachou um navio recheado de munições e decidiu mandar seu secretário de Estado, Antony Blinken, a Tel Aviv. O presidente americano adiantou também que pedirá ao Congresso americano a aprovação de um pacote de auxílio militar a Israel. Nem o tom de indignação de Biden nem sua rápida movimentação para apoiar militarmente o aliado do Oriente Médio pode ser creditado aos mais de 20 cidadãos americanos mortos e a outros que estão como refém do Hamas. Tampouco são uma novidade na política americana. Neste vídeo, a correspondente da BBC News Brasil em Washington, Mariana Sanches, explica de onde vem esse apoio dos americanos a Israel.

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10 de fevereiro de 2023

Fotos, democracia e decepção na Amazônia: a visita de Lula aos EUA

 



Os presidentes brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e americano Joe Biden se encontraram pela primeira vez nesta sexta-feira, 10/2, na Casa Branca. 
Com clima de pré-posse e correria, a viagem não teve anúncios bilaterais. 

A correspondente da BBC News Brasil em Washington mostra que houve um gesto unilateral do governo americano em relação à Amazônia que, no fim das contas, causou certo mal-estar em parte do governo. 

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