"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro

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29 de novembro de 2025

O que os áudios revelam sobre a tortura na ditadura militar? I AO PONTO. 19 de Abril 2022

 


Data 19 de abril 2022

"Nesse processo, há prova documental da tortura. Há um laudo, firmado por médicos militares, atestando essa tortura". Essa frase foi dita em 20 de junho de 1977 e seu autor é o advogado Heráclito Fontoura Sobral Pinto, um dos nomes mais simbólicos da defesa jurídica dos presos políticos da ditadura no Brasil. Seu pronunciamento ocorreu dentro do Superior Tribunal Militar (STM), em Brasília, local onde eram julgados os recursos dos réus condenados pelo regime militar. Nessas sessões, muitas delas secretas, ministros, oficiais-generais ou togados, também falavam sobre os castigos e abusos praticados pelo Estado. Em alguns casos, havia preocupação com a repercussão negativas das denúncias fora do Brasil. Em outros, como no caso do julgamento do deputado Márcio Moreira Alves, os ministros reconheciam que o processo era ilegal, mas que seria preciso atuar como um "tribunal de segurança". Essas são apenas frações de relatos feitos no STM, entre 1975 e 1985, que expressam de forma cristalina a prática da tortura cometida pelo Estado no período de ditadura. Esse material foi coletado pelo historiador Carlos Fico, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e revelado, no domingo, pela jornalista Míriam Leitão, ela mesma torturada no regime militar. Ao todo, o historiador coletou 10 mil horas de gravações e as organizou de forma a demonstrar o que pensavam os julgadores do tribunal de apelação sobre torturados e torturadores. No Ao Ponto desta terça-feira, Carlos Fico conta como obteve esse material e de que forma esse conteúdo foi organizado. Ele também analisa o que se pode extrair das horas e horas de escuta das sessões do STM e da reação de autoridades nos dias hoje, como a do vice-presidente Hamilton Mourão, que debochou de uma possível investigação sobre o conteúdo desses áudios.



28 de novembro de 2025

Arqueologia no DOI-Codi: rompendo o silêncio

 



"Arqueologia no DOI-Codi: rompendo o silêncio" é uma produção jornalística audiovisual da Secretaria Executiva de Comunicação (SEC) da Unicamp. O filme retrata o trabalho de escavações arqueológicas realizadas em uma sede do extinto Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), local onde, estima-se, mais de 7 mil sequestrados políticos experimentaram tempos de tortura e horror. O complexo de cinco prédios, tombado em 2014 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat) do Estado de São Paulo, funcionou de 1969 a 1983 como órgão de repressão da ditadura militar. 
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A produção integra uma edição especial do Jornal da Unicamp sobre os 60 anos do golpe militar que será lançada no dia 18 de março, exclusivamente em formato online. (www.jornal.unicamp.br) 
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Na elaboração do documentário, as equipes da SEC colheram depoimentos dos sequestrados políticos e acompanharam as visitas guiadas e escavações conduzidas por pesquisadores da Unicamp, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) entre os dias 2 e 14 de agosto do ano passado, no prédio do DOI-Codi situado na Rua Tutóia, 921, bairro da Vila Mariana, zona sul de São Paulo
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O vídeo exibe, em 53 minutos e 11 segundos de duração, o trabalho de busca dos pesquisadores por vestígios materiais e indícios da passagem das vítimas da repressão pelo local, como inscrições nas paredes, objetos pessoais e registros em papel, fundamentais para manter viva a memória sobre as atrocidades do regime militar. 

#unicamp #ditaduramilitar #documentário









A Comissão Nacional da Verdade (CNV) foi criada pela Lei 12528/2011 e instituída em 16 de maio de 2012. A CNV tem por finalidade apurar graves violações de Direitos Humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988.


8 de novembro de 2025

Quem foi Brilhante Ustra? | Dilma Roussef | Comissão da Verdade

 

MyNews

Neste MyNews Explica, Gabriela Lisbôa explica quem foi Coronel Alberto Brilhante Ustra, coronel do Exército e chefe do DOI-CODI entre 1970 e 1974.

Ustra foi o único brasileiro julgado e condenado por praticar tortura na #DitaduraMilitar. Ainda assim foi chamado de herói nacional mais de uma vez pelo presidente Jair Bolsonaro. Ustra é conhecido por ser o torturador da ex-presidente Dilma Roussef.


23 de setembro de 2024

Diligência no Hospital Central do Exército (HCE) - RJ

 



No dia 23 de setembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade e a Comissão Estadual do Rio de Janeiro (CEV-RJ) realizaram diligência no Hospital Central do Exército (HCE), no Rio de Janeiro. A comitiva da CNV foi ao hospital em busca de prontuários de presos políticos que foram internados no local na década de 70, dentre eles Raul Amaro, cuja família acompanhou a diligência.
Não foram encontrados, nesta ocasião, os documentos solicitados pela CNV. Posteriormente, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, com um mandado de busca e apreensão, encontraram diversos documentos e prontuários no hospital, bem como um dossiê dos membros e assessores da CNV e da CEV-RJ que foram à diligência.
Data: 23/09/2014 

Edição: Lígia Benevides (CNV) /Vinheta: Thiago Dutra Vilela (CNV) /Trilha Sonora da Vinheta: Gustavo Lyra (http://abre.ai/dayone) /Arte do canal: Paula Macedo e Isabela Miranda (CNV) /Captação de imagens e áudio: Lígia Benevides (CNV)



30 de julho de 2024

JURISTA ALERTA: "PELA LEI, ISSO É RACISMO"; NA TV, BOLSONARO VOLTA A ATACAR O NORDESTE | Cortes 247

 



Liana Cirne Lins é advogada, doutora em Direito Público, professora de Direito da UFPE, feminista e vereadora pelo PT em Recife. 

Dhayane Santos é jornalista, editora, comentarista e apresentadora na TV 247.


20 de dezembro de 2020

DEZ FRASES DE BOLSONARO QUE TESTARAM SUA PACIÊNCIA EM 2020

 



Foi difícil, mas conseguimos fazer uma lista das dez maiores barbaridades ditas por Bolsonaro em 2020. 
Obviamente muita coisa ficou de fora para que o vídeo não virasse um longuíssima metragem e para que nosso editor não enfartasse.

26 de junho de 2016

Rose Nogueira não esquece tortura sofrida na prisão | Identidade Geral

 

O dia 26 de junho marca o Dia Mundial de Luta contra a Tortura. Acompanhe uma entrevista com a Rose Nogueira, uma jornalista que foi presa e torturada, mas hoje luta para que outras pessoas não tenham lembranças tão amargas quanto as dela. 

Depois da sua prisão, ela trabalhou ainda na editora Abril, TV Cultura e Rede Globo de Televisão, sendo uma das criadoras do programa TV Mulher. Hoje ela é presidente do grupo Tortura Nunca Mais, ajudando inclusive, nas investigações dos crimes cometidos durante o regime militar através da Comissão da Verdade. 

Jornalismo Novo Tempo | www.novotempo.com/jornalismo



28 de setembro de 2015

Tomada Pública de Depoimentos de Agentes de Repressão: Coronel Ustra

 



A sessão pública para tomada de depoimentos de Marival Chaves e Carlos Alberto Brilhante Ustra, sobre as atividades que desenvolveram no Doi-Codi de São Paulo, começou às 8h40 e terminou às 12h23, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em Brasília. 
Chaves foi o primeiro a depor. Ele revelou que os corpos de alguns mortos pela repressão eram exibidos como troféus em sessões internas no Doi. Em seguida, o vereador paulistano Gilberto Natalini prestou seu depoimento e contou que foi torturado por Carlos Alberto Brilhante Ustra, que depôs em seguida e se negou a responder boa parte das perguntas feitas pela Comissão da Verdade. 
Data: 10/05/2013 

Edição: Thiago Dutra Vilela (CNV) 
Vinheta: Thiago Dutra Vilela (CNV) 
Trilha Sonora da Vinheta: Gustavo Lyra (http://abre.ai/dayone
Arte do canal: Paula Macedo e Isabela Miranda (CNV) 
Captação de imagens e áudio: Empresa Brasil de Comunicação (EBC)