Vídeo de 15 de Janeiro 2021
ALDEIA 7 - Natureza Meio Ambiente/ Política Social
Biodiversidade, Desiquilíbrio Climático, Aquecimento Global, Sustentabilidade, Queimadas, Desmatamento, Poluição, Fauna e Flora e a Importância da Água na Manutenção da Vida.
18 de janeiro de 2026
Ex-presidente da Anvisa chora ao falar das mortes em Manaus: “É inadmissível que isso fique impune”
Covid-19: Oxigênio continua não sendo suficiente para atender pacientes nos hospitais do AM
A pandemia da Covid-19 matava em Manaus- AM, as pessoas desesperavam pedindo socorro ao Governo Estadual e Federal presidente da época sr. Jair Bolsonaro.
*Veja que o entrevistado afirma no minuto 13:34 que tem informações vagas sobre o abastecimento de oxigênio em Manaus e compara com as 03 carretas vindas da Venezuela a urgência desse produto para socorrer dezenas de vitimas da Covid-19...
Vídeo de 20 de janeiro 2021
9 de janeiro de 2026
Venezuela, o petrodólar e a verdadeira guerra que nunca foi sobre democracia
O confronto com a Venezuela expõe como a hegemonia do dólar e o controle sobre o petróleo seguem no centro da política externa dos Estados Unidos
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Desde então, qualquer país que quisesse comprar petróleo precisava, antes, obter dólares. Isso permitiu aos EUA financiar déficits colossais, sustentar um orçamento militar gigantesco e imprimir moeda em escala inédita, enquanto o resto do mundo precisava produzir para obter aquilo que Washington podia criar do nada. O petrodólar, mais do que porta-aviões ou bases militares, tornou-se o verdadeiro pilar da hegemonia americana.
É justamente aí que a Venezuela entra em cena. O país possui as maiores reservas comprovadas de petróleo do planeta — cerca de 303 bilhões de barris, algo em torno de 20% de todo o petróleo mundial. Mais importante do que o volume, porém, foi a decisão política tomada a partir de 2018: Caracas anunciou que deixaria de negociar seu petróleo em dólares. Yuan chinês, euro, rublo — qualquer moeda, menos a americana. Paralelamente, buscou ingressar no BRICS, construiu canais de pagamento fora do sistema SWIFT e estreitou laços com China, Rússia e Irã, os principais vetores do processo global de desdolarização.
Para um sistema financeiro dependente do petrodólar, esse movimento é existencialmente ameaçador. Não por acaso, a história recente revela um padrão perturbador. Em 2000, Saddam Hussein anunciou que o Iraque venderia petróleo em euros. Três anos depois, o país foi invadido sob o pretexto de armas de destruição em massa que nunca existiram. O petróleo iraquiano voltou rapidamente a ser cotado em dólares. Em 2009, Muammar Gaddafi propôs o dinar de ouro africano para o comércio de petróleo. Em 2011, a OTAN destruiu a Líbia, e o líder líbio foi brutalmente assassinado. O projeto morreu com ele.
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Agora, Maduro. Com reservas muito maiores do que as de Saddam e Gaddafi somadas, vendendo petróleo em yuan e defendendo abertamente a superação do dólar. Não se trata de coincidência, mas de método. Desafiar o petrodólar tem sido, historicamente, um atalho para a mudança forçada de regime.
Declarações recentes de autoridades americanas tornam isso ainda mais explícito. Quando se afirma que o petróleo venezuelano “pertence” aos Estados Unidos porque empresas americanas o exploraram no passado, o discurso abandona qualquer verniz democrático e assume a lógica colonial e imperialista em estado puro. Pela mesma lógica, toda nacionalização de recursos naturais ao longo da história seria um “roubo”, e a soberania dos povos não passaria de um detalhe inconveniente.
O problema para Washington é que o mundo de 1974 já não existe. Rússia, Irã e China negociam energia fora do dólar. A Arábia Saudita discute abertamente aceitar yuan. O CIPS chinês cresce como alternativa ao SWIFT, e o BRICS avança na construção de sistemas próprios de liquidação financeira. Nesse contexto, a entrada da Venezuela no bloco, com seu petróleo abundante, teria um efeito catalisador.
A tentativa de impor pela força a sobrevivência do petrodólar pode, paradoxalmente, acelerar sua erosão. A mensagem enviada ao Sul Global é clara: negociar fora do dólar tem custo militar. Mas, para muitos países, essa constatação apenas reforça a urgência de criar alternativas. A história mostra que impérios raramente caem por um único golpe; eles se desgastam tentando manter, à força, uma ordem que já começou a ruir.
A Venezuela, portanto, não é o centro do mundo, mas um espelho. O que está em jogo não é Maduro, nem a retórica moral que o cerca. É a disputa entre um sistema financeiro construído há 50 anos e um mundo que começa, lentamente, a escapar de seu controle.
De Oliveiros Marques
Sociólogo pela Universidade de Brasília, onde também cursou disciplinas do mestrado em Sociologia Política. Atuou por 18 anos como assessor junto ao Congresso Nacional. Publicitário e associado ao Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político (CAMP), realizou dezenas de campanhas no Brasil para prefeituras, governos estaduais, Senado e casas legislativas
7 de janeiro de 2026
"NÃO É O PETRÓLEO, ESTÚPIDO" 6 de janeiro de 2026
Uruguai BLOQUEIA Manobras dos EUA! A Decisão que Ninguém Esperava | John Mearsheimer
Como a Colômbia enfrentou os EUA e mudou o jogo geopolítico na América Latina
Este vídeo traz uma análise detalhada de um dos episódios mais importantes da geopolítica recente na América Latina. A resposta da Colômbia à pressão econômica dos Estados Unidos não foi simbólica — foi estrutural. Infraestrutura, logística, energia e comércio passaram a ser usados como instrumentos de soberania.
Aqui explicamos por que essa estratégia não envolve guerra militar, mas sim uma reorganização profunda das cadeias de suprimento e das alianças globais. O que parecia um bloqueio tornou-se um catalisador para a mudança. O impacto não se limita à Colômbia: Brasil, Panamá, México e todo o continente sentem os efeitos dessa nova lógica multipolar.
Se você quer entender porque o medo deixou de ser a principal arma do poder e como a América Latina está aprendendo a negociar em novos termos, este vídeo é essencial.
Como a Colômbia enfrentou os EUA e mudou o jogo geopolítico na América Latina
6 de janeiro de 2026
Jeffrey Sachs arrebenta EUA por invasão e captura de Maduro em reunião histórica da ONU
“O agronegócio é negacionista da mudança climática”, afirma Carlos Nobre.
Daniel Camargos
Tânia Rêgo/Agência Brasil
26 de dezembro de 2025
16 de dezembro de 2025
12 de dezembro de 2025
Ranking Ambiental Paulista PMVA – Programa Município VerdeAzul - CLICLO 2024/2025
O cálculo final, no entanto, não considera apenas os acertos. Municípios têm descontos em sua pontuação por passivos ambientais sob responsabilidade do Poder Público local, com penalizações que podem chegar a 20 pontos.
A classificação é realizada em um sistema de competição por grupos, estabelecidos conforme a faixa populacional de cada cidade. Os dados oficiais de população são os do último relatório da Fundação Seade, da Secretaria da Fazenda do Estado.
Dentro de cada grupo, os municípios são ranqueados em ordem decrescente de pontuação. O município mais bem classificado em cada grupo receberá o Prêmio Governador Franco Montoro.
Critério de Desempate
Em cada um dos grupos, os municípios serão classificados com base na pontuação que obtiveram, em ordem decrescente, sendo que, em caso de empate, será considerada a maior evolução em relação ao ranking do Ciclo PMVA anterior.
PVMA - Prêmio Franco Montoro
Resultados Completos por Grupo de Municípios
José Bonifácio mais uma vez deixou de participar
29 de novembro de 2025
O que os áudios revelam sobre a tortura na ditadura militar? I AO PONTO. 19 de Abril 2022
Data 19 de abril 2022
"Nesse processo, há prova documental da tortura. Há um laudo, firmado por médicos militares, atestando essa tortura". Essa frase foi dita em 20 de junho de 1977 e seu autor é o advogado Heráclito Fontoura Sobral Pinto, um dos nomes mais simbólicos da defesa jurídica dos presos políticos da ditadura no Brasil. Seu pronunciamento ocorreu dentro do Superior Tribunal Militar (STM), em Brasília, local onde eram julgados os recursos dos réus condenados pelo regime militar. Nessas sessões, muitas delas secretas, ministros, oficiais-generais ou togados, também falavam sobre os castigos e abusos praticados pelo Estado. Em alguns casos, havia preocupação com a repercussão negativas das denúncias fora do Brasil. Em outros, como no caso do julgamento do deputado Márcio Moreira Alves, os ministros reconheciam que o processo era ilegal, mas que seria preciso atuar como um "tribunal de segurança". Essas são apenas frações de relatos feitos no STM, entre 1975 e 1985, que expressam de forma cristalina a prática da tortura cometida pelo Estado no período de ditadura. Esse material foi coletado pelo historiador Carlos Fico, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e revelado, no domingo, pela jornalista Míriam Leitão, ela mesma torturada no regime militar. Ao todo, o historiador coletou 10 mil horas de gravações e as organizou de forma a demonstrar o que pensavam os julgadores do tribunal de apelação sobre torturados e torturadores. No Ao Ponto desta terça-feira, Carlos Fico conta como obteve esse material e de que forma esse conteúdo foi organizado. Ele também analisa o que se pode extrair das horas e horas de escuta das sessões do STM e da reação de autoridades nos dias hoje, como a do vice-presidente Hamilton Mourão, que debochou de uma possível investigação sobre o conteúdo desses áudios.
28 de novembro de 2025
Arqueologia no DOI-Codi: rompendo o silêncio
27 de novembro de 2025
Bolsonaro pregou tortura, ditadura, morte, enfim está preso, e a extrema-direita segue seu rumo
9 de novembro de 2025
Tornado em Rio Bonito do Iguaçu no Paraná deixa seis mortos e destruição | Especial cobertura BAND

