"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro

RINDAT: Descargas Atmosféricas

21 de setembro de 2022

ERA APENAS UMA ÁRVORE- Praça Sebastião Pereira Lima- conhecida como Jardim Novo.

Esse pé de MANGUEIRA NO JARDIM NOVO era apenas uma árvore.

Apenas uma árvore...
Apenas uma árvore...
Apenas uma árvore...
Por mais que repita não compreendo cada árvore suprimida, porque foi apenas mais uma...

Em troca a praça vai ficar linda...Sim. E essa a razão do porquê o Brasil está ficando desnudo, mais seco, mais quente e sem água.

Foi apenas mais uma...



























12 de setembro de 2022

Você é de esquerda, de direita ou isentão? | Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé

  

Você é de direita, esquerda ou um "isentão"? 

Este é um tema complexo e que divide opiniões. No vídeo de hoje, o professor Leandro Karnal convida você a entender melhor o contexto em que surgiram os termos "direita" e "esquerda" na esfera política. 
Afinal, o que Napoleão Bonaparte e a Revolução Russa têm a ver com a origem de revolucionários e reacionários? 

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Prazer, Karnal - Canal Oficial de Leandro Karnal






E mais, vídeo com Luiz Felipe Pondé:
Eu sou de esquerda ou de direita?

- Luiz Felipe Pondé


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25 de agosto de 2022

RANKING DOS MUNICIPIOS NO PROGRAMA PAULISTA VERDEAZUL ANO 2021

 

RANKING DO PROGRAMA AMBIENTAL PAULISTA MUNICÍPIO VERDE/AZUL
RANKING ANO 2021






Neste ano 2021 município premiado:  
BRAGANÇA PAULISTA COM: 97,52 pontos.

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PONTUAÇÕES DE JOSÉ BONIFÁCIO-SP:

Entre os municípios paulistas José Bonifácio tem a média até o ano 2020 de 30,17 pontos.


Em 2011 ficamos em 171 lugar com 74,34 pontos.
Em 2012 ficamos em 185 lugar com 70,58 pontos.

Em 2013 ficamos em 350 lugar com 34,93 pontos.
Em 2014 ficamos em 424 lugar com 20,72 pontos. 

Em 2015 ficamos em 374 lugar com 21,92 pontos.
Em 2016 ficamos em 263 lugar com 33,58 pontos.

Em 2017 ficamos em 427 lugar com   9,65 Pontos.
Em 2018 ficamos em 520 lugar com   6,51 pontos.

Em 2019 ficamos em 519 lugar com   7,00 pontos.
Em 2020 ficamos em 501 lugar com  7,21 pontos. 

Em 2021 ficamos em 545 no ranking  com 7,53 pontos evolução de 4.4%.
.
Veja as diretivas e notas ano 2021:
Esgoto tratado: 1.75
Conselho ambiental: 0
Qualidade do ar : 0
Uso do solo: 0
Município Sustentável: 0 
Resíduos sólidos: 2,18
Biodiversidade : 1,36
Gestão das Águas: 2,24
Estrutura e Educação ambiental:0 
Arborização Urbana: 0  
  

Veja as pontuações de todos os municípios abaixo:  


Os 10 primeiros colocados:



De todos os municípios:



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15 de agosto de 2022

Desafio de recuperar vegetações de campos, que cobrem 40% do planeta, é tema de estudo publicado em edição especial da revista Science

De Jornal Unesp  

Artigo de revisão que tem docente da Unesp entre os autores alerta para a urgência de mais iniciativas de restauração desses ecossistemas, bastante degradados pelo avanço da fronteira agrícola. Falta de pesquisas mais abrangentes e equívocos em projetos de reflorestamento também são obstáculos à sua recuperação.

As vegetações de campos cobrem nada menos do que 40% da superfície terrestre. 
No Brasil, sua presença equivale a 27% do território do país. Porém, quando se debatem os projetos de restauração de biomas devastados e desmatados — especialmente no contexto do combate às mudanças climáticas — a atenção que elas recebem, mesmo por parte dos pesquisadores, costuma ser muito inferior à área que efetivamente ocupam no planeta.



13 de agosto de 2022

FERNANDA KAINGANG: EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS EM TERRAS INDÍGENAS

  


Terra Indígena é pra produzir comida: não soja pro gado europeu! 
Demarcar terras pra depois alugar pra monoculturas ecocidas que contaminam, desertificam e empobrecem a segurança alimentar e a diversidade cultural dos povos indígenas, enquanto enriquecem poucos em prejuízo de muitos! 
Terra Indígena é pra ser coletiva, não é quintal do agronegócio! Empreendimentos econômicos em terras indígenas não são novidade: onde estão os recursos das florestas de araucárias derrubadas dos nossos territórios ancestrais? 
Onde estão os lucros das lavouras da FUNAI que usavam mão-de-obra escrava do meu povo? 
A instrução normativa 01 IBAMA/FUNAI é só mais uma tentativa de usurpar os recursos naturais das terras indígenas, violando direitos como usufruto exclusivo das riquezas naturais e o direito a ser consultado antes da criação de medidas legais e administrativas que afetem nossas vidas e nossos territórios. 

Direitos violados que foram consagrados na Constituição Federal, no Estatuto do Índio, na Convenção 169 da OIT e na Declaração das Nações Unidas sobre os direitos dos Povo Indígenas! REVOGAÇÃO JÁ DA INSTRUÇÃO NORMATIVA 01 IBAMA/FUNAI. de 2021!

 

10 de agosto de 2022

Matéria da TV Senado no Dia Internacional dos Povos Indígenas

  

Fernanda Kaingáng fala à TV Senado em 09 de agosto de 2022, Dia Internacional dos Povos Indígenas declarado pelas Nações Unidas expressando preocupação com o contexto brasileiro vivenciado pelos povos originários.

A atuação do Estado Brasileiro é criticada nos três poderes: por meio do Poder Executivo, através da Funai, ao apoiar a mineração, o arrendamento ilegal das terras indígenas para o plantio de transgênicos e a extração de madeira.

Foram mencionados os projetos de lei que ferem a Constituição Federal no âmbito do Legislativo Federal e, no contexto do Judiciário o adiamento do julgamento do marco temporal, que desconsidera a presença indígena no país há milhares de anos.

9 de agosto de 2022

ENTREVISTA COM FERNANDA KAIGANG: Advogada, Ambientalista e Ativistas de Direitos Humanos dos Povos Indígenas.

POVOS INDÍGENAS.  

Se você é a favor da causa indígena, proteção da natureza, veja a interessante explanação da Fernanda Kaigang, indígena  advogada e mestre em Direito Público pela UnB,

INDIAN PEOPLE: 

If you are in favor of the indigenous cause, protection of nature, see the interesting explanation by Fernanda Kaigang, indigenous lawyer and master in Public Law from UnB,



"Povos Indígenas, livre determinação e Sustentabilidade: Genicídio e Ecocídio no Brasil Contemporâneo ”Lucia Fernanda Jófej Kaingáng é advogada e mestre em Direito Público pela UnB, pertence ao povo indígena Kaingáng do Sul do Brasil. Fernanda é ambientalista, ativista de direitos humanos dos povos indígenas há 24 anos e cursa doutorado em Arqueologia na Universidade de Leiden na Holanda. 
Fernanda Kaingáng foi assessora da presidência da Funai e é membro fundador do Instituto Kaingáng (Inka) e do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual (Inbrapi). É especialista de povos indígenas pela América Latina na proteção de patrimônio cultural, material e imaterial, perante diferentes órgãos das Nações Unidas. 
Twitter:@kaingangfernanda1 @lealeite4 Programa Horizontes www.manawa.com.br @manawaradioweb

8 de agosto de 2022

No Dia Internacional dos Povos Indígenas, etnias do Brasil lutam contra ameaça de perda de direitos já assegurados pela Constituição










https://jornal.unesp.br

No dia 9 de agosto celebra-se o Dia Internacional dos Povos Indígenas. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO, em 23 de dezembro de 1994, com o propósito de alertar para a necessidade de inclusão e a luta que os povos indígenas travam por seus direitos, e pela preservação de suas culturas tradicionais.

De acordo com o censo demográfico de 2010 realizado pelo IBGE, no Brasil existem mais de 800 mil indígenas, repartidos em aproximadamente 305 etnias diferentes, com cerca de 274 idiomas. Estes dados realçam a dimensão indígena de nosso país, e o desafio que é preservar este patrimônio cultural.

Na origem, a Década Internacional dos Indígenas 

A celebração do primeiro Dia Internacional dos Povos Indígenas ocorreu em 9 de agosto de 1995, marcando o início da primeira década internacional dos indígenas (1995 a 2004). Já em 2007, em comemoração a segunda década internacional dos indígenas, foi aprovada a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas.

Entre alguns pontos cruciais da Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas, constam: a inserção dos indígenas na Declaração Internacional dos Direitos Humanos; o direito à autodeterminação, de caráter legítimo perante todas as entidades internacionais; a inibição à remoção dos indígenas de seus territórios de modo forçado; o direito à utilização, educação e divulgação dos seus idiomas próprios; o direito à nacionalidade própria e a exercer suas crenças espirituais com liberdade; a garantia e preservação da integridade física e cultural dos povos indígenas e o auxílio do Estado às comunidades a fim de manterem os seus direitos básicos.

No Brasil, até grupos sem contato enfrentam momento de dificuldades

Edmundo Antonio Peggion, professor especialista em etnologia indígena da Faculdade de Ciências e Letras do câmpus da Unesp em Araraquara e colaborador do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Ufscar, destaca a relevância desta data para os povos indígenas que vivem no Brasil a analisa as condições do atual cenário indígena no Brasil, que se apresenta desafiador.

As populações nativas, em muitos casos, sofrem para ter acesso a direitos e serviços que lhes são assegurados pela Constituição de 1988, incluindo o acesso a terra e a serviços de educação e saúde. “ Atualmente muitos grupos enfrentam a ameaça de revisão e até mesmo de perda desses direitos”, diz. Ele também conta que durante a pandemia muitas aldeias registraram a morte de importantes lideranças e idosos. “Isso causou problemas em várias comunidades”, diz. 

Também os povos indígenas em isolamento voluntário atravessam momentos difíceis. O em torno das áreas onde muitos deles residem têm sido palco de invasão e desmatamento em grande escala, ameaçando o modo de vida e até a sobrevivência destes grupos.  

“Os elementos fundamentais na luta do movimento indígena hoje são terra, saúde e educação. Ou seja, cumprir o que está assegurado pela Constituição de 1988. É uma luta por garantir o acesso aos seus direitos mantendo suas especificidades e diferenças”, avalia.

Imagem acima: indígenas protestam na cidade de Salvador, BA. Crédito: Deposit Photos.



A urgente luta para salvar a Terra e humanidade | 21 notícias que marcaram o século 21

 

 

O século 21 pode ser facilmente chamado do século das mudanças climáticas. Suas primeiras duas décadas foram suficientes para transformar o tema numa questão existencial para a humanidade e mostrar seus possíveis – e prováveis – impactos na vida na Terra. Da campanha e do documentário do ex-vice-presidente americano Al Gore, em 2006, à assinatura do Acordo de Paris, em 2015, e ao movimento lançado pela adolescente sueca Greta Thunberg, em 2018, o aumento da temperatura do planeta causado pela ação humana tornou-se um assunto onipresente. Neste vídeo da nossa série especial "21 notícias que marcaram o século 21", Camilla Veras Mota conta como nada disso, porém, foi até agora capaz de contornar o problema. Embora cada vitória dos ambientalistas e ação conjunta de governantes fossem comemoradas, a comunidade científica internacional continuava alertando que a situação só piorava.

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7 de agosto de 2022

Represa situada nos fundos da Faculdade de José Bonifácio.

 

Fotos de novembro de 2015-Rivaldo R. Ribeiro

Clique sobre as fotos para ver em slides 







Foto do mesmo local durante a seca Agosto de 2014

Piorou? Aliás é uma visão horrorosa, o que houve com o laguinho que havia ali?
Permitiram que ele secasse, sumisse... Se fosse o último?
Iriamos chorar, gritar, desesperar...
Mas não adiantaria mais...
Secaríamos juntos... 

Fotos:20/07/2022








 

3 de agosto de 2022

Greenpeace Brasil, 30 anos: Memórias de Mari Oliveira

 

 

Os seis anos enquanto voluntária do Greenpeace Brasil trouxeram, por um lado, muitos desafios, e, pelo outro, muitas conquistas e aprendizados para Mariana Oliveira.
Confira mais um episódio do #ProjetoMemórias e comemore com a gente os 30 anos de Greenpeace Brasil.


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