"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro

RINDAT: Descargas Atmosféricas

1 de março de 2023

'Escravizados do vinho': Fala de vereador foi lamentável e lesa toda a sociedade, diz procuradora

 



O partido Patriota expulsou hoje o vereador de Caxias do Sul (RS) Sandro Fantinel. Durante um discurso na Câmara dos Vereadores, o político ofendeu trabalhadores encontrados em situação análoga a escravidão em Bento Gonçalves (RS). No UOL News, a procuradora do MPT-BA Carolina Ribeiro fala sobre o assunto.

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Vereador de Caxias do Sul (Sandro Fantinel) precisa ser cassado e responder na Justiça por fala abjeta, diz Josias

 


Em manifestação feita na sessão da Câmara Municipal de Caxias do Sul (RS), o vereador Sandro Fantinel (Patriota) ofendeu os trabalhadores encontrados há cinco dias em condição análoga à escravidão na cidade vizinha de Bento Gonçalves. O colunista Josias de Souza comenta

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14 de fevereiro de 2023

Mais árvores para prevenir mortes por excesso de calor

A vegetação é um dos principais reguladores da temperatura nas áreas urbanas. Um estudo destaca importância das árvores para prevenir mortes por excesso de calor. Confira na matéria de Cinthia Leone, do Climainfo. #maisárvores




Foto: Rivaldo R. Ribeiro


Mais de 4% das mortes ocorridas nas cidades da Europa durante os meses de verão são devidas a ilhas de calor urbano, e um terço dessas mortes poderiam ser evitadas se a cobertura arbórea fosse de 30%. Essas são as principais conclusões de um estudo divulgado recentemente na revista The Lancet e realizado pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal).

A pesquisa fez uma modelagem com base em dados de 93 cidades européias, destacam os benefícios substanciais de plantar mais árvores nas cidades para atenuar o impacto da mudança climática.

A exposição ao calor excessivo tem sido associada à mortalidade prematura, agravamento de doenças cardiorrespiratórias e aumento das internações hospitalares. Isto é particularmente verdadeiro para ondas de calor, mas também ocorre com temperaturas moderadamente altas no verão. As cidades são especialmente vulneráveis -- menos vegetação, maior densidade populacional e superfícies impermeáveis em edifícios e estradas criam uma diferença de temperatura entre a cidade e as áreas circundantes - um fenômeno chamado ilha de calor urbano. Segundo o estudo, o aquecimento global contínuo deve agravar este efeito nas próximas décadas.

  • "As previsões baseadas nas emissões atuais revelam que as doenças e mortes relacionadas ao calor se tornarão um fardo para os serviços de saúde nas próximas décadas", diz a pesquisadora do ISGlobal Tamara Iungman, autora principal do estudo.


Mortes evitáveis

Uma equipe internacional liderada por Mark Nieuwenhuijsen, diretor da Iniciativa de Planejamento Urbano, Meio Ambiente e Saúde do ISGlobal, estimou as taxas de mortalidade de residentes com mais de 20 anos em 93 cidades européias (um total de 57 milhões de habitantes), entre junho e agosto de 2015. Depois, coletou dados sobre as temperaturas rurais e urbanas diárias de cada cidade. Eles estimaram a mortalidade prematura simulando um cenário hipotético sem ilha de calor urbana. Em seguida, estimaram a redução da temperatura que seria obtida aumentando a cobertura de árvores para 30% e a mortalidade associada que poderia ser evitada.

  • "Nosso objetivo é informar os tomadores de decisão sobre os benefícios de manter áreas verdes em todos os bairros para ambientes urbanos mais sustentáveis, resistentes e saudáveis", explica Nieuwenhuijsen.

Os resultados mostram que, de junho a agosto de 2015, as cidades foram em média 1,5°C mais quentes do que as áreas rurais vizinhas. No total, 6.700 mortes prematuras poderiam ser atribuídas às temperaturas urbanas mais quentes, o que representa 4,3% da mortalidade total durante os meses de verão e 1,8% da mortalidade durante todo o ano. Um terço dessas mortes (2.644) poderia ter sido evitado aumentando a cobertura arbórea até 30%, reduzindo assim as temperaturas. As cidades com as maiores taxas de excesso de calor-mortalidade estavam no sul do continente e no Leste Europeu, sendo estas as que mais se beneficiaram de um aumento da cobertura arbórea.

Os autores reconhecem que plantar mais árvores pode ser um desafio em algumas cidades devido ao seu projeto. Eles alertam ainda que o plantio deve ser combinado com intervenções adicionais, como telhados verdes.

  • "Nossos resultados também mostram a necessidade de preservar e manter as árvores que já existem, pois elas são um recurso valioso e leva muito tempo para o cultivo de novas árvores. Não se trata apenas de aumentar as árvores na cidade, trata-se também de como elas são distribuídas", diz Nieuwenhuijsen.

As análises foram feitas com dados de 2015 porque os dados populacionais completos não estavam disponíveis para os anos posteriores, mas, segundo Iungman, o estudo fornece informações válidas para adaptar e tornar o meio urbano mais resilientes ao impacto da mudança climática sobre a saúde.


"Entender os benefícios de políticas como o aumento da cobertura de árvores pode ajudar a informar ações para reduzir riscos e prevenir mortes evitáveis, especialmente com as mudanças climáticas", diz Antonio Gasparrini, Professor de Bioestatística e Epidemiologia da London School of Hygiene & Tropical Medicine (LSHTM) e um dos autores do estudo.

Fonte desse artigo: CLIMA TEMPO

 

 


10 de fevereiro de 2023

EXÉRCITO BRASILEIRO E FORÇA AÉREA ATUANDO NA AJUDA AOS YANOMAMIS.


Assista ao programa FAB em Destaque e acompanhe o resumo semanal das principais notícias da Força Aérea Brasileira, de 03/02 à 09/02.




Apresentação: Tenente Wanessa Liz e Tenente Eniele Santos / CECOMSAER 
Edição: Sargento Ronan / CECOMSAER


Fotos, democracia e decepção na Amazônia: a visita de Lula aos EUA

 



Os presidentes brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e americano Joe Biden se encontraram pela primeira vez nesta sexta-feira, 10/2, na Casa Branca. 
Com clima de pré-posse e correria, a viagem não teve anúncios bilaterais. 

A correspondente da BBC News Brasil em Washington mostra que houve um gesto unilateral do governo americano em relação à Amazônia que, no fim das contas, causou certo mal-estar em parte do governo. 

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9 de fevereiro de 2023

O que são as Descargas Atmosféricas?












Imagem Climatempo

Fonte texto: RINDAT : Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Elétricas.

Descargas atmosféricas são descargas elétricas de grande extensão (alguns quilômetros) e de grande intensidade (picos de intensidade de corrente acima de um quiloàmpere), que ocorrem devido ao acúmulo de cargas elétricas em regiões localizadas da atmosfera, em geral dentro de tempestades. A descarga inicia quando o campo elétrico produzido por estas cargas excede a capacidade isolante, também conhecida como rigidez dielétrica, do ar em um dado local na atmosfera, que pode ser dentro da nuvem ou próximo ao solo. Quebrada a rigidez, tem início um rápido movimento de elétrons de uma região de cargas negativas para uma região de cargas positivas. Existem diversos tipos de descargas, classificadas em função do local onde se originam e do local onde terminam.

Como Ocorrem?

8 de fevereiro de 2023

Vídeo mostra agentes da Força Nacional rendendo garimpeiros em terra yanomami

 



Agentes do Ibama iniciaram nesta segunda-feira (6), com apoio da Funai e da Força Nacional de Segurança Pública, ações de fiscalização para proteger indígenas e combater o garimpo ilegal no território Yanomami, em Roraima.
Até o início da noite desta terça (7) haviam sido destruídos um helicóptero, um avião, um trator de esteira e estruturas de apoio logístico ao garimpo. ------------------------- Bem-vindo ao Canal UOL! Acompanhe a programação ao vivo e todos os conteúdos com as principais notícias do dia, opinião de colunistas e entrevistas exclusivas sobre os temas mais importantes do momento. ** INSCREVA-SE NO CANAL E ATIVE AS NOTIFICAÇÕES:

Ouro de Sangue: para onde vai o ouro ilegal garimpado na Amazônia?

 


BBC World Service é um serviço de rede pública de televisão do Reino Unido. 
Wikipedia (Inglesa) 



O Ministério Público abriu recentemente uma ação judicial contra três dos maiores exportadores de ouro do Brasil. Com base em pesquisa de uma universidade brasileira, eles alegam que quase 30% do ouro exportado do Brasil foi extraído ilegalmente. 

Por outro lado, o presidente Jair Bolsonaro quer permitir ainda mais mineração em áreas de proteção. Ele chegou a enviar um projeto de lei ao Congresso para legalizar a prática. 

Enquanto isso, A mineração ilegal de ouro em áreas remotas da Amazônia destrói vidas em comunidades indígenas protegidas. 

A BBC teve acesso exclusivo para filmar uma rara operação conjunta com Polícia Federal, Força Nacional e Ibama. O objetivo é recolher e analisar todo ouro que encontrarem e, assim, chegar nos principais exportadores e nas marcas que o vendem. 

Confira neste vídeo. Curtiu? 

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7 de fevereiro de 2023

Ovar - Igreja da Válega - Mais Portugal

 


Ovar - Igreja da Válega - Portugal A Igreja da Válega é uma verdadeira obra-prima da arte da pintura do azulejo e, sem sombra de dúvida, uma das mais impressionantes igrejas em Portugal! 
Ao pôr-do-sol, a fachada da igreja, virada para poente, é particularmente bela, banhada pelos raios de sol. Um verdadeiro templo dourado que brilha com os seus fantásticos azulejos de múltiplas cores. 
Venha conhecer esta verdadeira obra-prima!


30 de janeiro de 2023

Por que governo Bolsonaro é investigado sob suspeita de genocídio contra yanomami

 



A Polícia Federal anunciou a abertura de um inquérito para investigar se houve crime de genocídio e omissão de socorro ao povo yanomami pelo governo de Jair Bolsonaro (PL). 

A investigação vai começar após um pedido feito por Flávio Dino, ministro da Justiça e da Segurança Pública, um dos integrantes da comitiva que visitou o território indígena no dia 21 de janeiro. Outras duas denúncias estão em avaliação preliminar no Tribunal Penal Internacional, localizado em Haia, nos Países Baixos. 
Nelas, a Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e a Comissão Arns defendem que o ex-presidente cometeu crimes de genocídio durante a pandemia de covid-19 e na forma como ele lidou com a proteção dos indígenas nos últimos quatro anos. Neste vídeo, nosso repórter André Biernath explica a crise de fome e doenças que acomete os yanomami e o papel do garimpo ilegal em tudo isso. 
Também falamos com juristas sobre os argumentos que fundamentam acusações tão graves e conta o que Bolsonaro disse até agora sobre tudo isso. Assista e confira. 

Reportagem em texto:

23 de janeiro de 2023

Médico que foi atender os yanomami: 'Desnutrição extrema'

 


BBC News Brasil

O aumento de casos e mortes por desnutrição e malária na reserva indígena yanomami, na Amazônia, ligou o sinal de alerta do governo federal e motivou um decreto de Emergência de Saúde Pública neste território. Nosso repórter André Biernath conversou com o médico tropicalista André Siqueira, do Instituto Nacional de Infectologia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que estava em terras yanomami desde segunda-feira (16/1). Nos últimos dias, ele diz ter testemunhado "a pior situação de saúde e humanitária" que já viu. Enviado ao local pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas-OMS), o especialista em malária visitou o polo-base de Surucucu, em Roraima, e passou por outras comunidades da região.

Leia e veja essa reportagem em texto:


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12 de janeiro de 2023

Ministério dos Povos Indígenas será comandado por uma das mais importantes lideranças indígenas atuais: Sônia Guajajara


                   Foto capturada na internet 


Texto e gravura: Árvore, Ser Tecnológico

Instagram: @arvoreagua

Pela primeira vez na história do Brasil, o país tem um Ministério dos Povos Indígenas e que será comandado por uma das mais importantes lideranças indígenas atuais: Sônia Guajajara.

Ela foi eleita no ano passado como uma das 100 pessoas mais influentes no mundo, foi coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) durante o governo Bolsonaro e é membra com voto do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Antigas agências federais voltadas para os direitos indígenas agora ficarão dentro do novo ministério: o órgão federal que cuida da Saúde Indígena (Sesai), comandado por Weibe Tapeba; o órgão que zela pela proteção dos direitos e monitoramento dos dados indígenas, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), comandado por Joênia Wapichana.
O Ministério dos Povos Indígenas tem pela frente os seguintes desafios:
- Organizar a Funai trazendo funcionários de carreira e desmilitarizando o comando, uma vez que a fundação foi totalmente desestruturada no governo Bolsonaro;
- Garantir as demarcações das terras indígenas do país (são mais de 800 pedidos com algum tipo de pendência para serem finalizados);
- Proteger povos isolados e de recente contato;
Criar programas para defesa e proteção de direitos humanos de indígenas e ambientalistas;
- Garantir cobertura de saúde e ampliar serviços do Sesai para todos os povos indígenas;
- Garantir educação indígena para todos os povos e criar políticas públicas para o ensino universitário indígena;
- Garantir direitos e proteger indígenas não-aldeados que vivem em contexto urbano;
- Responsabilizar grandes poluidores por crimes contra povos e terras indígenas, garantindo indenização e reparação socioambiental;
- Construir políticas públicas para combater o racismo ambiental com empreendimentos de alto impacto que ameaçam povos indígenas e seus territórios.

Desejamos um bom trabalho ao inédito ministério! Que além de defender os povos indígenas, esse ministério deixe um legado de conhecimento e organização ancestral, de futuro.


Pesquise sobre a Ministra Sônia Guajajara clicando AQUI.



Com tecnologia povo Kayapó-Mẽbêngôkre quer barrar devastação na Amazônia

 


As Terras Indígenas (TIs) Kayapó e Menkragnoti, localizadas na região do "Arco do Desmatamento", no sul do Pará, estão entre as mais ameaçadas por invasores - em geral madeireiros, garimpeiros e pescadores ilegais. De 2019 a 2021, o desmatamento em TIs saltou 138% na comparação com os três anos anteriores, de acordo com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Nesse vídeo, o Coletivo Beture de Cineastas Mebengôkrê mostra o trabalho estratégico de monitoramento local e remoto de atividades ilegais em Terras Indígenas (TIs) feito pelo povo Kayapó-Mẽbêngôkre. Para reforçar a capacidade de monitoramento territorial dessas duas importantes TIs, um projeto do WWF-Brasil em parceria com a Associação Floresta Protegida (AFP) doou equipamentos e o auxiliou no aperfeiçoamento do sistema de coleta e sistematização de dados. Fortalecer as estratégias de monitoramento local e remoto de atividades ilegais é fundamental para a coleta de evidências em campo, facilitando a elaboração de relatórios e embasando denúncias qualificadas aos órgãos competentes.



28 de dezembro de 2022

Indígenas do povo Arara lançam seus protocolos de consulta!

  

Vídeo: 30 de Maio 2022

“Nós queremos nossa terra livre”! 🏹 Após décadas tendo suas vidas reviradas por obras de infraestrutura, indígenas do povo Arara lançam seus protocolos de consulta e dão mais um passo na luta pela defesa do território! São dois documentos, um escrito pelos indígenas da Terra Indígena Arara e outro pelos da Terra Indígena Cachoeira Seca, no Pará.
Saiba mais: isa.to/arara ____ Ficha técnica: Realização: Associação Kowit, Associação Ugoro’gmo, Rede Xingu+ Imagens: Isadora Brant, Mariana Campos Roteiro: Clara Roman Edição: Marcelo Berg Motion: Ana Roman Reportagem: Clara Roman e Leonardo de Moura Tradução: Morium Arara Errata: onde se lê Tambiapé Arara, o correto é Tambyapé Arara

Basta de Violência Contra os Povos Indígenas!

 

 

Vídeo 07 de Abril 2022

Mais de 517 mil pessoas assinaram a petição "Basta de Violência Contra os Povos Indígenas!", entregue hoje no Ministério da Justiça. Motivada por um ataque ao povo Munduruku ocorrido ano passado, a petição reuniu mais de meio milhão de pessoas que demonstraram solidariedade aos povos originários e pediram providências imediatas das autoridades. A entrega do documento foi precedida por uma marcha, que saiu do Complexo Cultural da Funarte, onde ocorre esses dias o Acampamento Terra Livre (ATL), e percorreu o Eixo Monumental. Na ocasião, diversos povos carregaram uma instalação artística onde se lia "Basta de Violência!". Participaram da marcha a diretora-executiva do Greenpeace, Carol Pasquali, os cantores Chico César e Thaline Karajá, a médica e influencer digital Thelma Assis, a coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) Sônia Guajajara, o cacique Marcos Xukuru e a liderança Vasco Pankararu, além de vários outros representantes indígenas. 

Ficha Técnica 
Ana Aguiar - Vídeo 
Leonardo Otero - Vídeo 
Victor Bravo - Áudio / 
Produção Ana Roman - Edição

Greenpeace Brasil