"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro

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16 de agosto de 2024

Eleições municipais 2024: como é a cidade que você quer para você e para todas as pessoas?

As cidades precisam de lideranças comprometidas com a pauta climática, uma crise que agrava desigualdades estruturais e históricas.

Hoje começa a propaganda eleitoral para as eleições municipais de 2024, um momento decisivo para determinar o rumo das cidades que em todo o Brasil têm sofrido as consequências da crise climática e da falta de políticas públicas que se antecipem aos impactos.
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No Norte do país, nos estados do Acre, Amazonas, Pará e Rondônia, a população vem sofrendo nas últimas semanas com as imensas nuvens de fumaça que cobrem as cidades e prejudicam gravemente a qualidade do ar, dificultando a respiração e colocando a saúde em risco.
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De acordo com a plataforma que mede o Índice de Qualidade do Ar (AQI) em tempo real da Fundação IQAir, a cidade de Manaus chegou a registrar esta semana qualidade insalubre do ar para pessoas sensíveis, com alerta laranja para impactos como desconforto respiratório para crianças e idosos, e pessoas acometidas por doenças pulmonares e cardíacas. Nesta quinta-feira, 15 de agosto, a qualidade do ar em Porto Velho atingiu o maior nível de alerta da plataforma, classificado como perigoso, com uma série de indicações como “use máscara quando sair de casa”, “feche as janelas para evitar o ar sujo que vem de fora”, entre outras.
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No Centro Oeste, o Pantanal também arde em chamas. Com Amazônia e Pantanal sendo devastados por incêndios, o ano de 2024 já é o que acumula a maior quantidade de emissões de gases estufa derivadas de incêndios florestais no Brasil desde 2005, segundo o observatório climático europeu Copernicus.
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Enquanto isso, no Sudeste, uma onda de frio fez os termômetros despencarem em São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais, com temperaturas que chegaram à mínima de 6°C.
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A capital paulistana, o município com o maior orçamento no Brasil, tem cerca de 80 mil pessoas vivendo nas ruas, segundo levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua (OBPopRua), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). São dezenas de milhares de vidas enfrentando condições de extrema precariedade e sem acesso à proteção necessária para sobreviver com dignidade e segurança às madrugadas frias. Apesar de toda essa riqueza, as políticas de enfrentamento das consequências dos eventos extremos que colocam as populações mais vulnerabilizadas no centro continuam insuficientes.

Frente a este momento tão fundamental para o exercício da cidadania, quando as pessoas podem escolher quem as melhor representa e quem considera suas vozes como parte importante das decisões sobre os rumos do município, será que estão de olho se o enfrentamento à emergência climática e as políticas de atenção às pessoas mais impactadas estão na pauta dos candidatos ou das candidatas?

As consequências da crise climática perpassam e agravam todas as vulnerabilidades que já estão presentes nas cidades, impactando da alimentação ao emprego, da saúde à educação, da moradia à segurança. Não tem como desconectar uma coisa da outra.

“É de extrema importância que a população vote em candidatos comprometidos em sanar problemas históricos e estruturais das cidades, reduzindo a pobreza, a desigualdade e possibilitando uma melhor qualidade de vida para a população, como assegurado na Constituição Federal. E, no cenário que estamos hoje, é preciso também eleger candidatos que se comprometam com ações, medidas e políticas públicas de prevenção e adaptação às mudanças climáticas e resposta aos eventos extremos, como forma de assegurar o direito à vida e ao bem-viver das pessoas”, defende Igor Travassos, coordenador da frente de Justiça Climática do Greenpeace Brasil.
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As cidades pertencem às pessoas porque são construídas, moldadas e transformadas por elas. As cidades ganham vida quando as pessoas têm sua experiência e seu potencial coletivo para resistir, sonhar e transformar colocados no centro da formulação e implementação de políticas públicas.
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É preciso confrontar a realidade atual e mudá-la, e o voto em candidatos que têm em seu plano de governo a valorização da participação popular, especialmente das populações mais vulnerabilizadas, é um dos caminhos para essa mudança. Prefeitos e vereadores têm a responsabilidade de desenvolver políticas públicas que reduzam os efeitos das mudanças climáticas, enfrentem as desigualdades que são acentuadas pelo aumento da intensidade e frequência dos eventos extremos e promovam a adaptação necessária para proteger a vida e o bem-estar da população.
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Nós somos e fazemos a cidade. Queremos que ela seja justa, igualitária, verde e segura para todas as pessoas!

Sobre o(a) autor(a)
Camila Doretto
Jornalista do Greenpeace Brasil atuante na pauta de Clima e Justiça, ativista e apresentadora do podcast "As Árvores Somos Nozes".

Acesse o Blog do Greenpeace:

https://www.greenpeace.org/brasil/blog/



10 de agosto de 2024

Mutirão jurídico: Pop Rua Jud Sampa 4

 




O mutirão Pop Rua Jud está inserido nas políticas públicas judiciais promovidas pelo Comitê Regional Pop Rua Jud do Estado de São Paulo, instituído pela Resolução Conjunta nº 4/2023. Esta é a quarta edição promovida na capital paulista e conta com mais de 70 entidades parceiras. 

Durante o mutirão, é oferecida orientação jurídica para possíveis demandas judiciais, são esclarecidas dúvidas sobre benefícios previdenciários, Bolsa Família, consulta e liberação de Fundo de Garantia do Tempo do Serviço (FGTS), PIS/PASEP, seguro-desemprego, livramento condicional, defesa em processos criminais, direito de família, consulta e propositura de processos trabalhistas. 

Ainda há emissão de documentos; cadastro e atualização em programas sociais (CadÚnico); requerimentos de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); certificado de reservista; oportunidades de emprego; orientações sobre direitos humanos. 

Na área da saúde e assistência social, os presentes contam com testagem de doenças; vacinação para adultos e crianças; orientação para diabetes e tuberculose; tratamento contra uso de álcool e drogas; saúde bucal; corte de cabelo; maquiagem; brinquedoteca, serviços para animais de estimação, entre outros.


30 de julho de 2024

JURISTA ALERTA: "PELA LEI, ISSO É RACISMO"; NA TV, BOLSONARO VOLTA A ATACAR O NORDESTE | Cortes 247

 



Liana Cirne Lins é advogada, doutora em Direito Público, professora de Direito da UFPE, feminista e vereadora pelo PT em Recife. 

Dhayane Santos é jornalista, editora, comentarista e apresentadora na TV 247.


26 de julho de 2024

NASA: regiões do Brasil podem ficar inabitáveis até 2050

 



A notícia gerou impacto: em algumas décadas, será quase impossível morar em algumas regiões do planeta. Em 2020, o pesquisador Colin Raymond publicou um estudo na revista Science Advances sobre as mudanças climáticas e seus efeitos no corpo. 

Além dos índices de temperatura da Terra, ele também incluiu um fator absolutamente importante para a manutenção da vida: a umidade. Isso porque, quando a temperatura externa aumenta, as glândulas sudoríparas produzem suor para resfriar o corpo. 

Mas, se os termômetros passam a registrar índices muito altos, acima de 35 graus, por exemplo, vai ficando cada vez mais difícil fazer esse controle, e as consequências podem ser graves.

30 de junho de 2024

PLANTAÇÃO DE EUCALIPTO, NÃO É FLORESTA

Plantações de #eucalipto podem afetar negativamente o solo e os recursos hídricos locais, devido ao seu rápido crescimento e alta demanda por água. Florestas naturais, por outro lado, tendem a ter um balanço mais sustentável com o ambiente circundante.

Florestas naturais têm estruturas complexas com várias camadas de vegetação (como sub-bosque, arbustos, e copas de árvores) que suportam uma ampla gama de vida selvagem. 
Plantações de eucalipto têm uma estrutura mais uniforme e simplificada, oferecendo menos habitats e recursos para a fauna e flora.

Via: Florestal Brasil
Imagem: arvoreagua


27 de junho de 2024

Cerrado perde 53% da superfície de água natural desde 1985

Por Lucas Guaraldo*

A área de superfície de água natural no Cerrado registrada em 2023 foi de 696 mil hectares, 53% a menos do que o observado em 1985. Os dados foram publicados, nesta quarta-feira (26), na terceira coleção do MapBiomas Água, rede da qual o IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) faz parte. Atualmente, o bioma possui 1,6 milhões de hectares cobertos por água, maior valor registrado em 39 anos, mas apenas 37% estão em áreas naturais e 51% em hidrelétricas.

No geral, a área de superfície de água no Brasil foi de 18,3 milhões de hectares em 2023, 2,6% a menos do que em 2022, confirmando a tendência de redução observada por pesquisadores desde os anos 2000. Além disso, todos os meses de 2023 registraram áreas de água inferiores às de 2022, sendo que nove também estiveram abaixo de suas médias históricas.

‘“O Cerrado tem papel central para a agropecuária brasileira e para produção de energia elétrica, pelo qual observamos um aumento de 390 mil hectares (89)% na superfície de água destinada aos reservatórios de hidrelétricas nos últimos 38 anos, afetando diretamente a ecologia dos ecossistemas aquáticos”, destaca Dhemerson Conciani, pesquisador do IPAM que trabalhou na elaboração dos dados.

A diminuição da superfície de água natural também pode ser observada em outros biomas. Em todo o território nacional, foram perdidos mais de 6 milhões de hectares de água em formações como rios, lagos e veredas, uma queda de 30% em relação ao observado em 1985. A bacia do Rio Paraguai, principal abastecedor do Pantanal, perdeu 565 mil hectares de água em relação a sua média histórica, cerca de 55% da sua área total. Além dela, outras cinco regiões hidrográficas brasileiras registraram perdas em 2023, totalizando 625 mil hectares ressecados, ou 1,08 vezes a área de Brasília.

“A redução severa na superfície de água da bacia do Paraguai é o resultado complexo de desmatamento, uso desordenado dos recursos hídricos, mudanças climáticas, erosão, sedimentação, e crescimento urbano. Como foi possível observar em anos anteriores, existe uma forte relação no Pantanal entre anos mais secos, com menor disponibilidade hídrica, e mais queimadas. Tratar essa questão requer uma abordagem integrada que inclua a conservação e recuperação da vegetação nativa, a implementação de práticas agrícolas e de manejo de solo sustentáveis e a melhoria da gestão dos recursos hídricos”, alerta Joaquim Pereira, pesquisador do IPAM, que também compôs a equipe.

Biomas

Em 2023, o Pantanal registrou uma superfície de água de 381 mil hectares, 61% abaixo da média para o bioma. Apesar de ainda concentrar 2% de toda a superfície de água no Brasil e ter 2,6% de toda a sua área coberta por água, a região foi a que mais secou desde 1985, uma redução de 64% na superfície de água em relação a 2001, quando tinha mais de 1 milhão de hectares de superfície. O bioma também tem passado apenas dois meses alagado por ano, quando costumava ficar seis, prejudicando o ciclo natural da sua fauna e flora e facilitando a ocorrência de incêndios.

Na Amazônia, que concentra 62% de toda a superfície de água do Brasil, a seca severa de 2023 contribuiu para que a superfície de água reduzisse 5,2% em relação a 2022, perdendo 3,3 milhões de hectares no ano passado. É também onde se concentra a maior área hídrica destinada à mineração: aproximadamente 6 mil hectares de água são represados pelo setor.

Estados e municípios

Ainda de acordo com o balanço, em 2023, 10 Estados brasileiros registraram uma superfície de água abaixo das suas médias históricas. Os casos mais severos ocorreram em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que tiveram perda de 274 mil e 263 mil hectares, uma redução de 33% e 30%, respectivamente.

Goiás, com um aumento de 105 mil hectares, e Minas Gerais, com 47 mil hectares, foram os Estados que mais ganharam superfície de água, especialmente em reservatórios de hidrelétricas.

O padrão de ressecamento pode ser observado também na lista de municípios que mais perderam água: das 20 cidades no ranking, quatro estão localizadas em Mato Grosso e três em Mato Grosso do Sul. Amazonas, com quatro municípios, Pará, com três, Roraima e Amapá, ambos com dois, e Rondônia e Rio Grande do Sul, com um município, completam a lista dos que mais secaram.

Corumbá, no Mato Grosso do Sul, foi a cidade que mais perdeu água em 2023 tendo em vista a média da região. Foram mapeados cerca de 261 mil hectares de água, 53% abaixo do esperado. Nos últimos 40 anos, o município também foi o que mais sofreu com os incêndios, perdendo cerca de 3,6 milhões de hectares para o fogo.

Jornalista do IPAM, lucas.itaborahy@ipam.org.br*





23 de junho de 2024

Como milhares de famílias gaúchas ficaram mais pobres do dia para a noite

 



O desastre climático no Rio Grande do Sul gerou um choque de empobrecimento. Pessoas que viviam em regiões prósperas perderam bens acumulados ao longo de toda uma vida. A tragédia também fez despencar o valor de áreas inteiras e pode levar a uma fuga generalizada de empresas e indústrias.
Os repórteres da BBC News Brasil Leandro Prazeres e João da Mata foram até a região do Vale do Taquari e ouviram moradores e especialistas para entender as consequências desse fenômeno.

Se você gostou do vídeo, inscreva-se no canal da BBC News Brasil. E se quiser ler mais notícias, clique aqui: 

17 de junho de 2024

ALERTA: CHUVA RETORNA PARA O RIO GRANDE DO SUL, ONDE HOUVE REGISTRO DE MICROEXPLOSÃO

 


O Rio Grande do Sul voltou a enfrentar chuvas fortes neste final de semana, acumulando volumes superiores a 200 mm em algumas cidades, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A região, ainda encharcada pelas enchentes de maio, foi novamente atingida, agravando a situação em áreas já vulneráveis. 

Cidades situadas às margens dos rios Paranhana e Caí sofreram alagamentos, afetando a infraestrutura de produção de hortaliças. Em resposta, o exército retirou a ponte de pedestres em Lajeado e Arroio do Meio devido à elevação do nível do Rio Taquari. A região também registrou novos alagamentos no interior das cidades. Em Nova Prata, uma ligação provisória feita após as enchentes anteriores foi destruída. No litoral norte, em Dom Pedro de Alcântara, o salão de uma comunidade desabou.

5 de junho de 2024

O perigo da mineração em águas profundas - Greenpeace Brasil

 


As criaturas das profundezas do oceano, como o polvo fantasma, estão sob ameaça. Empresas e governos querem enviar grandes máquinas ao fundo do mar em busca de minérios. 
É urgente frear essa atividade antes mesmo que ela comece! Compartilhe este vídeo e participe do nosso abaixo-assinado. O polvo fantasma (e outras dezenas de espécies) precisam da nossa proteção!


TODOS OS ANIMAIS: INCLUSIVE NÓS PRECISAMOS DA NATUREZA PARA SOBREVIVER.

O que você e essa girafinha tem em comum? Os dois precisam da natureza para sobreviver!  

Que nessa semana que começa você tenha essa sede para, a cada dia, construir uma vida mais harmônica com a natureza. 

#ParaTodosVerem: 
A foto mostra uma girafa pequena tomando água em uma poça.


FONTE:

 

25 de maio de 2024

Enchente do Rio Grande Do Sul: Fotos e jornais sobre a enchente de 1941

 


A enchente histórica de 1941 no Rio Grande do Sul foi devastadora, atingindo Porto Alegre e região. 
Setenta mil pessoas ficaram desabrigadas, um terço dos estabelecimentos comerciais ficaram submersos por quarenta dias. 
A Usina do Gasômetro foi afetada, deixando a cidade sem luz. 
A catástrofe impulsionou a construção do Muro da Mauá e sistemas de diques e comportas para controle de enchentes, mas em 2024, essas estruturas não foram suficientes.

14 de maio de 2024

Porto Alegre é demais!

 



Este vídeo foi feito como a continuação de uma série sobre a história de Porto Alegre. 
Porém quando ia lança o vídeo a enchente de 2024 nos assolou! 
Resolvi lançar o vídeo como uma declaração de amor e esperança!

Toda História- ProfªEliane Cavalcanti






13 de maio de 2024

Montevidéu se prepara para o avanço do mar | Sou sua cidade

 




O aquecimento global está causando chuvas cada vez mais extremas na capital uruguaia. Além disso, o nível do mar está subindo ao longo de suas costas e prevê-se que continue aumentando em cerca de 80 centímetros até 2100, de acordo com cientistas. 
Ambos os fenômenos são motivo de preocupação em Montevidéu, uma cidade construída às margens do maior estuário do mundo, onde grande parte de sua infraestrutura e muitos de seus habitantes vivem próximos à água.

No entanto, os uruguaios já estão trabalhando para mitigar os impactos das enchentes. Iniciativas de drenagem sustentável, como os "jardins de chuva", que retêm e infiltram a água das chuvas, e enormes tanques subterrâneos que evitam a sobrecarga dos sistemas de esgoto durante eventos extremos de chuva, estão em curso. Além disso, a Universidade da República desenvolveu um concreto poroso que torna as cidades mais permeáveis e evita o alagamento.

10 de maio de 2024

Inundações no Rio Grande do Sul: a cronologia da maior tragédia ambiental do Estado

 



BBC News Brasil

Em pouco mais de uma semana, a chuva devastou centenas de municípios gaúchos, desabrigou dezenas de milhares de pessoas e deixou ao menos cem mortos. 
É a maior tragédia ambiental da história do Estado. 

Neste vídeo, a repórter Julia Braun relata, dia a dia, como essa crise escalou – e explica como os próximos dias serão cruciais para a população gaúcha. Confira.

Correção: no minuto 5:53, o dado correto é o que aparece na tela: o Guaíba alcançou 5,33 metros. Uma versão corrigida entrará em breve. Agradecemos as correções e pedimos desculpas pelo erro.




7 de maio de 2024

Declaração dos Povos Indígenas do Brasil

 




Com o tema “Nosso Marco é Ancestral: Sempre estivemos aqui!”, iniciou a 20ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL). 
No primeiro dia da mobilização indígena na capital federal, os povos presentes divulgaram uma carta reunindo as reivindicações levadas a Brasília (DF). 
Em carta endereçada aos Três Poderes, intitulada “Vinte anos de Acampamento Terra Livre e a Urgência da Ação”, os indígenas destacam que as ameaças aos seus territórios, culturas e direitos persistem, reforçadas pelo contexto do ano mais quente já registrado na história, evidenciando a contínua emergência indígena. 

“Nosso tempo é agora, urgente e inadiável. 

Enquanto se discute marcos temporais e se concede mais tempo aos políticos, nossas terras e territórios continuam sob ameaça”, asseguram os indígenas no documento divulgado no primeiro dia do evento.



20 de abril de 2024

19 de abril de 2024

Vozes da Floresta | Ailton Krenak

 



Ailton Krenak é o primeiro entrevistado da série Vozes da Floresta - A aliança dos Povos da Floresta de Chico Mendes a nossos dias. "Vamos ver como que a gente vai seguir daqui pra frente com o ataque contra a floresta e contra o povo da floresta, contra a própria ideia da florestania. Se o legado da Aliança dos Povos da Floresta ainda é capaz de criar alguma potência transformadora", disse Ailton. Nesta entrevista ele fala sobre a ideia da Aliança para os dias de hoje, o que é ser índio no Brasil, a ideia de resgate e identidade, a importância da memória, o modo de gestão territorial indígena, a relação dos movimentos sociais com a política institucional e as contradições e desafios que o atual momento histórico coloca a todos os brasileiros. Produção Memória Viva Esta série faz parte do documentário "Não verás país nenhum" Direção, roteiro, edição e entrevistas: Thiago B. Mendonça Câmera: Marco Escrivão e Thiago B. Mendonça Som: Rafael Gonzaga Cunha e Rose Farias Som adicional: Luiza Chagas Produção executiva: Renata Jardim, João Lanari Bo Produção: Rose Farias, Leandro Saflatle, Renata Jardim Esta série de reportagens foi produzida com o apoio do Rainforest Journalism Fund, em associação com o Centro Pulitzer.



19 DE ABRIL DIA DOS POVOS INDÍGENAS. Vítimas da Desinformação: Discurso de ódio e Fakes escancaram violência contra indígenas em Santa Catarina

 



O fechamento de uma barragem e consequente inundação que deixou indígenas sem casa em SC foi o episódio mais recente da violência pautada na desinformação secular de que indígenas são selvagens e violentos. 
Essa é a história do povo xokleng, cuja luta deu início à ação judicial do marco temporal. 
A reportagem é a terceira da série especial produzida pela Lupa sobre vítimas da desinformação.


Leia a reportagem completa em: Vítimas da desinformação.




9 de abril de 2024

Tudo Tem História | Sobrado Histórico Na Rua General Osório- Nova Friburgo.

 

 

A história deste sobrado, do final do século 19, na rua general Osório, em frente ao hospital Raul Sertã, no link abaixo. Está disponível na conta do YouTube na @tvzoom10 TUDO TEM HISTÓRIA

1 de fevereiro de 2024

Os prejuízos das mudanças climáticas

Frineia Rezende, Diretora Executiva da TNC Brasil, explica alguns dos prejuízos das mudanças climáticas, que já estão causando graves consequências ambientais, sociais e econômicas que afetam toda a humanidade.

27 de janeiro de 2024

A maior floresta tropical do planeta começou a morrer: e agora?

As cenas de uma Amazônia em agonia reascenderam um debate histórico: a floresta pode mesmo se tornar uma savana? 

A hipótese de que isso um dia fosse acontecer foi levantada na década de 1990. Desde então, com as mudanças climáticas em curso, as projeções que se seguiram parecem cada vez mais perto de serem confirmadas.





26 de janeiro de 2024

O que é ação climática? A ativista brasileira Paloma Costa explica

 



Imagine um mundo onde a produção de alimentos nos torne mais saudáveis sem piorar a crise climática, onde as florestas sejam restauradas e as cidades fiquem repletas de árvores.

Carbono e mudanças climáticas- Assista ao vídeo e entenda!

  


Você sabe o que é o carbono? 

Esse elemento natural é essencial para todos os seres vivos do planeta, mas a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e outras atividades humanas liberam carbono excessivamente na atmosfera e ajudam a elevar a temperatura da Terra. 

Para enfrentar as mudanças climáticas, precisamos de soluções diversas. Duas delas são essenciais: a descarbonização e um mercado de carbono bem regulado e inclusivo. 





23 de janeiro de 2024

COMO FAZER A AERAÇÃO DE GRAMADOS E CANTEIROS

Você sabia que um dos segredos para um gramado verdejante e saudável está literalmente sob nossos pés?

Hoje, quero te falar sobre a importância da aeração do solo e como ela pode transformar o seu jardim. Assim como nós, as raízes das plantas precisam de ar para respirar.

A compactação do solo, seja por ação do tempo ou pelo nosso cotidiano - como caminhar, brincar com as crianças ou até a correria dos nossos pets - impede que o ar, a água e os nutrientes cheguem às raízes do seu gramado.

E é aí que entra a mágica da aeração!

Ao perfurar o solo ou remover pequenos plugs, criamos espaços para que esses elementos essenciais fluam livremente. Esse processo, que parece simples, tem um efeito incrível!

Além de aliviar a compactação, a aeração ajuda a grama a enfrentar melhor as intempéries como calor, chuvas e até mesmo o próprio pisoteio.

Mas quando e como fazer isso?

O ideal é arejar o solo durante a primavera ou o verão, quando o gramado está mais ativo. E existem ferramentas específicas para isso, como aeradores de pregos, de corte e de núcleo ou plugue. Cada um tem suas peculiaridades e benefícios, e você pode escolher o que melhor se adapta às suas necessidades.

Se você quer saber mais sobre essas técnicas e como aplicá-las no seu jardim, confira nosso artigo detalhado:

"Como fazer a aeração de gramados e canteiros".

Lá, explico tudo o que você precisa saber para deixar seu gramado respirar e ficar lindo como nunca!

Lembre-se, um gramado bonito e saudável não é só questão de estética, é sobre criar um ambiente onde a natureza possa prosperar.

E a aeração é um passo fundamental nessa jornada.


FONTE: 

Raquel Patro
Paisagista e plantilda de carteirinha
Editora do Jardineiro.net

https://www.jardineiro.net/