"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro

RINDAT: Descargas Atmosféricas

8 de fevereiro de 2023

Ouro de Sangue: para onde vai o ouro ilegal garimpado na Amazônia?

 


BBC World Service é um serviço de rede pública de televisão do Reino Unido. 
Wikipedia (Inglesa) 



O Ministério Público abriu recentemente uma ação judicial contra três dos maiores exportadores de ouro do Brasil. Com base em pesquisa de uma universidade brasileira, eles alegam que quase 30% do ouro exportado do Brasil foi extraído ilegalmente. 

Por outro lado, o presidente Jair Bolsonaro quer permitir ainda mais mineração em áreas de proteção. Ele chegou a enviar um projeto de lei ao Congresso para legalizar a prática. 

Enquanto isso, A mineração ilegal de ouro em áreas remotas da Amazônia destrói vidas em comunidades indígenas protegidas. 

A BBC teve acesso exclusivo para filmar uma rara operação conjunta com Polícia Federal, Força Nacional e Ibama. O objetivo é recolher e analisar todo ouro que encontrarem e, assim, chegar nos principais exportadores e nas marcas que o vendem. 

Confira neste vídeo. Curtiu? 

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7 de fevereiro de 2023

Ovar - Igreja da Válega - Mais Portugal

 


Ovar - Igreja da Válega - Portugal A Igreja da Válega é uma verdadeira obra-prima da arte da pintura do azulejo e, sem sombra de dúvida, uma das mais impressionantes igrejas em Portugal! 
Ao pôr-do-sol, a fachada da igreja, virada para poente, é particularmente bela, banhada pelos raios de sol. Um verdadeiro templo dourado que brilha com os seus fantásticos azulejos de múltiplas cores. 
Venha conhecer esta verdadeira obra-prima!


30 de janeiro de 2023

Por que governo Bolsonaro é investigado sob suspeita de genocídio contra yanomami

 



A Polícia Federal anunciou a abertura de um inquérito para investigar se houve crime de genocídio e omissão de socorro ao povo yanomami pelo governo de Jair Bolsonaro (PL). 

A investigação vai começar após um pedido feito por Flávio Dino, ministro da Justiça e da Segurança Pública, um dos integrantes da comitiva que visitou o território indígena no dia 21 de janeiro. Outras duas denúncias estão em avaliação preliminar no Tribunal Penal Internacional, localizado em Haia, nos Países Baixos. 
Nelas, a Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e a Comissão Arns defendem que o ex-presidente cometeu crimes de genocídio durante a pandemia de covid-19 e na forma como ele lidou com a proteção dos indígenas nos últimos quatro anos. Neste vídeo, nosso repórter André Biernath explica a crise de fome e doenças que acomete os yanomami e o papel do garimpo ilegal em tudo isso. 
Também falamos com juristas sobre os argumentos que fundamentam acusações tão graves e conta o que Bolsonaro disse até agora sobre tudo isso. Assista e confira. 

Reportagem em texto:

23 de janeiro de 2023

Médico que foi atender os yanomami: 'Desnutrição extrema'

 


BBC News Brasil

O aumento de casos e mortes por desnutrição e malária na reserva indígena yanomami, na Amazônia, ligou o sinal de alerta do governo federal e motivou um decreto de Emergência de Saúde Pública neste território. Nosso repórter André Biernath conversou com o médico tropicalista André Siqueira, do Instituto Nacional de Infectologia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que estava em terras yanomami desde segunda-feira (16/1). Nos últimos dias, ele diz ter testemunhado "a pior situação de saúde e humanitária" que já viu. Enviado ao local pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas-OMS), o especialista em malária visitou o polo-base de Surucucu, em Roraima, e passou por outras comunidades da região.

Leia e veja essa reportagem em texto:


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12 de janeiro de 2023

Ministério dos Povos Indígenas será comandado por uma das mais importantes lideranças indígenas atuais: Sônia Guajajara


                   Foto capturada na internet 


Texto e gravura: Árvore, Ser Tecnológico

Instagram: @arvoreagua

Pela primeira vez na história do Brasil, o país tem um Ministério dos Povos Indígenas e que será comandado por uma das mais importantes lideranças indígenas atuais: Sônia Guajajara.

Ela foi eleita no ano passado como uma das 100 pessoas mais influentes no mundo, foi coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) durante o governo Bolsonaro e é membra com voto do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Antigas agências federais voltadas para os direitos indígenas agora ficarão dentro do novo ministério: o órgão federal que cuida da Saúde Indígena (Sesai), comandado por Weibe Tapeba; o órgão que zela pela proteção dos direitos e monitoramento dos dados indígenas, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), comandado por Joênia Wapichana.
O Ministério dos Povos Indígenas tem pela frente os seguintes desafios:
- Organizar a Funai trazendo funcionários de carreira e desmilitarizando o comando, uma vez que a fundação foi totalmente desestruturada no governo Bolsonaro;
- Garantir as demarcações das terras indígenas do país (são mais de 800 pedidos com algum tipo de pendência para serem finalizados);
- Proteger povos isolados e de recente contato;
Criar programas para defesa e proteção de direitos humanos de indígenas e ambientalistas;
- Garantir cobertura de saúde e ampliar serviços do Sesai para todos os povos indígenas;
- Garantir educação indígena para todos os povos e criar políticas públicas para o ensino universitário indígena;
- Garantir direitos e proteger indígenas não-aldeados que vivem em contexto urbano;
- Responsabilizar grandes poluidores por crimes contra povos e terras indígenas, garantindo indenização e reparação socioambiental;
- Construir políticas públicas para combater o racismo ambiental com empreendimentos de alto impacto que ameaçam povos indígenas e seus territórios.

Desejamos um bom trabalho ao inédito ministério! Que além de defender os povos indígenas, esse ministério deixe um legado de conhecimento e organização ancestral, de futuro.


Pesquise sobre a Ministra Sônia Guajajara clicando AQUI.



Com tecnologia povo Kayapó-Mẽbêngôkre quer barrar devastação na Amazônia

 


As Terras Indígenas (TIs) Kayapó e Menkragnoti, localizadas na região do "Arco do Desmatamento", no sul do Pará, estão entre as mais ameaçadas por invasores - em geral madeireiros, garimpeiros e pescadores ilegais. De 2019 a 2021, o desmatamento em TIs saltou 138% na comparação com os três anos anteriores, de acordo com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Nesse vídeo, o Coletivo Beture de Cineastas Mebengôkrê mostra o trabalho estratégico de monitoramento local e remoto de atividades ilegais em Terras Indígenas (TIs) feito pelo povo Kayapó-Mẽbêngôkre. Para reforçar a capacidade de monitoramento territorial dessas duas importantes TIs, um projeto do WWF-Brasil em parceria com a Associação Floresta Protegida (AFP) doou equipamentos e o auxiliou no aperfeiçoamento do sistema de coleta e sistematização de dados. Fortalecer as estratégias de monitoramento local e remoto de atividades ilegais é fundamental para a coleta de evidências em campo, facilitando a elaboração de relatórios e embasando denúncias qualificadas aos órgãos competentes.



28 de dezembro de 2022

Indígenas do povo Arara lançam seus protocolos de consulta!

  

Vídeo: 30 de Maio 2022

“Nós queremos nossa terra livre”! 🏹 Após décadas tendo suas vidas reviradas por obras de infraestrutura, indígenas do povo Arara lançam seus protocolos de consulta e dão mais um passo na luta pela defesa do território! São dois documentos, um escrito pelos indígenas da Terra Indígena Arara e outro pelos da Terra Indígena Cachoeira Seca, no Pará.
Saiba mais: isa.to/arara ____ Ficha técnica: Realização: Associação Kowit, Associação Ugoro’gmo, Rede Xingu+ Imagens: Isadora Brant, Mariana Campos Roteiro: Clara Roman Edição: Marcelo Berg Motion: Ana Roman Reportagem: Clara Roman e Leonardo de Moura Tradução: Morium Arara Errata: onde se lê Tambiapé Arara, o correto é Tambyapé Arara

Basta de Violência Contra os Povos Indígenas!

 

 

Vídeo 07 de Abril 2022

Mais de 517 mil pessoas assinaram a petição "Basta de Violência Contra os Povos Indígenas!", entregue hoje no Ministério da Justiça. Motivada por um ataque ao povo Munduruku ocorrido ano passado, a petição reuniu mais de meio milhão de pessoas que demonstraram solidariedade aos povos originários e pediram providências imediatas das autoridades. A entrega do documento foi precedida por uma marcha, que saiu do Complexo Cultural da Funarte, onde ocorre esses dias o Acampamento Terra Livre (ATL), e percorreu o Eixo Monumental. Na ocasião, diversos povos carregaram uma instalação artística onde se lia "Basta de Violência!". Participaram da marcha a diretora-executiva do Greenpeace, Carol Pasquali, os cantores Chico César e Thaline Karajá, a médica e influencer digital Thelma Assis, a coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) Sônia Guajajara, o cacique Marcos Xukuru e a liderança Vasco Pankararu, além de vários outros representantes indígenas. 

Ficha Técnica 
Ana Aguiar - Vídeo 
Leonardo Otero - Vídeo 
Victor Bravo - Áudio / 
Produção Ana Roman - Edição

Greenpeace Brasil

23 de dezembro de 2022

Top cinco benefícios da arborização urbana para qualidade de vida das pessoas

 



Neste vídeo selecionamos cinco vantagens / benefícios das estruturas verdes urbanas, em especial da arborização, na melhoria da qualidade de vida das pessoas diante dos desafios do processo de urbanização, e mudanças climáticas. *Correção:Acordos do clima visam limitar o aumento de temperatura a 1,5ºC. Qual a sua opinião sobre a arborização da sua cidade?

22 de dezembro de 2022

CHICO MENDES NUNCA SERÁ ESQUECIDO- Foi assassinado em 22 de dezembro de 1988




Chico Mendes foi morto em Xapuri, 22 de dezembro de 1988, há 34 anos. Recebeu diversas ameaças de fazendeiros. Não conseguiu proteção do governo. Foi assassinado uma semana após completar 44 anos, com tiros de escopeta no peito na porta de sua casa.

Desde os anos 70, Chico organizava manifestações pacíficas em defesa da Amazônia e seus povos. Naquela época, poucas pessoas falavam do valor da floresta em pé, da importância da proteção dos povos da Amazônia e da criação de reservas extrativistas sustentáveis.

Chico desafiava as concepções “desenvolvimentistas” e seus esquemas violentos que qualificam a cultura nativa como atrasada. Via possibilidades para outros mundos, pois já sabia que o egoísmo do capital seguia uma lógica antiecológica: a floresta aparecia como mero recurso a ser explorado pelos fins da economia, não pelos caminhos e pelos sentidos da vida.

Defendia a união dos povos da floresta e um movimento com raízes ecológicas de resistência-rexistência. Teve habilidade para reunir interesses dos povos indígenas, seringueiros, castanheiros, pequenos pescadores, quebradeiras de coco e populações ribeirinhas. Lutavam pela proteção de territórios com identidades culturais, imaginários e práticas.

"Quando Chico Mendes, seringueiros e indígenas começaram a se articular, perceberam que o que almejavam não se confundia com cidadania – seria um novo campo de reivindicação de direitos (...). Assim como Gandhi e seus seguidores, organizaram uma resistência pacífica à atuação do Estado. Mulheres crianças, homens, pessoas de todas as idades se postaram entre as árvores e as motosserras, cercando caminhos de quem chegava para fazer demarcações e impedindo que o dedo urbano – fosse ele de geógrafos, topógrafos ou sismógrafos – apontasse finais dentro da floresta. Não queriam estacas nem lotes, queria a fluidez do rio, o contínuo da mata. (...) Houve ali um contágio positivo do pensamento, da cultura, uma reflexão sobre o comum. A Aliança dos Povos da Floresta nasceu da busca por igualdade nessa experiência política", explica Krenak no livro Futuro Ancestral.

A visão singular de Chico Mendes ajudou a criar os modelos de reservas extrativistas (Resex) hoje no país. Como liderança e ambientalista, recebeu o prêmio Global 500 da ONU, a medalha de Meio Ambiente da Better World Society.

Saiba mais:
Documentário "Eu quero viver":





5 de dezembro de 2022

OBRAS DE REVITALIZAÇÃO DA PRAÇA SEBASTIÃO PEREIRA LIMA ( Jardim Novo)- FOTOS 30/11/2022

A importância vital das árvores é relatada no vídeo abaixo, onde poderemos constatar que o Poder Público e os cidadãos devem colocar como prioridade a arborização de suas cidades. Favorecendo a população melhor condição de vida, saúde e bem estar. 

Praças "embelezadas" com construções em alvenaria, calçamento acima do padrão, arborização inadequada predominando árvores de pequeno porte e arbustos ornamentais. Na nossa opinião esse é um modelo de "paisagismo" que não deva ser usado com o objetivo ecológico, pois será praticamente nulo os seus benefícios naturais a fauna, flora, a população humana e a sua principal função: Cooperação com o Equilíbrio Climático.  

Não há dúvida, são praças que ficarão bonitas, mas sem nenhuma cooperação para diminuir o calor e oferecer um local aprazível para um passeio durante o dia.

     

Pesquise ARBORIZAÇÃO DE CIDADES


FOTOS 30/11/2022- RUA 07 DE JULHO> 

Clique para ampliar:







    











FOTOS 03/12/2022: AV. 09 DE JULHO:




 Fotos: Rivaldo R. Ribeiro

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Veja mais informações sobre a Praça Jardim Novo clicando AQUI  ou nos links no rodapé dessa publicação. 



29 de novembro de 2022

Radar ​​Greenpeace nas Eleições: 6 propostas para um Brasil mais verde e justo

 



No Radar Greenpeace desta semana, falamos sobre o que é fundamental estar na agenda política do país em 2023 para construirmos um Brasil mais verde, digno e justo. 
Pensar o desenvolvimento sustentável é pensar na população brasileira, na defesa dos direitos dos povos originários e no incentivo a fontes de energia renováveis. 

Vem com a gente entender como esse futuro é possível!

Greenpeace Brasil

Maioria dos deputados mais antiambientais da Câmara se reelegeram. Lamentável a visão do ELEITOR- votar naqueles que lhes fazem mal: Secas, Enchentes, Destruição das florestas, alterações nos ciclo das chuvas. fome

Quase dois meses após o 1º turno das eleições, no último dia 2 de outubro, que renovou os mandatos na Câmara dos Deputados, fica a pergunta: como se saíram os deputados federais mais antiambientais da atual legislatura (2019-2022)? Análise exclusiva de ((o))eco através dos dados do Monitor do Congresso revela um alto índice de reeleição entre os 145 deputados que votaram a favor dos cinco projetos antiambientais acompanhados pela ferramenta.

((o))eco utilizou os dados do Monitor do Congresso para, primeiramente, saber quem são esses deputados que votaram a favor dos cinco projetos de lei antiambientais: o PL 6.299/02, o “PL do Agrotóxico”; o PL 3.729/04, que flexibiliza o licenciamento ambiental; o PL 2.633/20 (apensado ao PL 510/21), mais conhecido como o “PL da Grilagem”; o PL 2.510/19, que municipaliza Áreas de Proteção Permanente (APPs) urbanas; e o pedido de urgência no PL 191/20, que autoriza a mineração e a construção de hidrelétricas em terras indígenas.

Foram excluídos os parlamentares que votaram contra algum dos projetos ou faltaram à sessão, se abstiveram ou não tinham mandato (caso de suplentes, por exemplo) no momento de alguma dessas votações. Uma reportagem anterior de ((o))eco já revelava que a média de deputados que votaram a favor desses projetos individualmente chega a quase 300. Para esta análise, entretanto, foram considerados somente os que foram favoráveis a todos os cinco PLs, que representam um total de 145 deputados federais.

Na região de São José do Rio Preto está FAUSTO PINATO. 

Vejam a lista dos Deputados e mais sobre o tema no link: 

https://ligadasflorestas.org.br/meio-ambiente/maioria-dos-deputados-mais-antiambientais-da-camara-se-reelegeram/