"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro

RINDAT: Descargas Atmosféricas

22 de agosto de 2015

Loucura humana em José Bonifácio-SP: Agressão a um cão com um objeto cortante, provavelmente um facão.

Recebemos essa foto de uma amiga do Face: Ana Carolina Gomes, onde ela dava conta da agressão covarde do cãozinho (foto) por alguém difícil de classificar o seu estado psicológico e de maldade. 
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Pela forma do corte suspeita que o agressor usou um facão, felizmente ele ainda está vivo sob os cuidados da  clínica Pet World, veterinária Pamela Christina Rosa, a comoção na cidade de José Bonifácio-SP correu pelas redes sociais, onde nota-se que a população está bastante consciente sobre o problema dos cães abandonados e sua proteção. 
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Basta que as autoridades tomem medidas para resolver uma situação que está entre saúde pública e defesa dos animais. 
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Isso porque os cães e tantos outros animais não vão desaparecer da face da Terra, se Deus quiser eles vão sempre existir.

Imaginem a raça humana solitária nesse planeta, seria uma imagem apocalíptica e de terror.   

CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIAR



 As fotos abaixo foram colhidas no Face da protetora de animais Alessandra Modeneze de José Bonifácio-SP





Infelizmente o cachorrinho não resistiu...




20 de agosto de 2015

QUEIMADAS EM CANAVIAIS- JOSÉ BONIFÁCIO-SP( Fotos Rivaldo R. Ribeiro)

A maldição das queimadas persiste, sempre existe as tais desculpas que são acidentais. Quantos acidentes? 
Não há um dia que não estamos com a ar poluído vindo das queimadas nos canaviais. Um prejuízo para fauna, flora e o equilíbrio da natureza que já estamos vivenciando: a umidade relativa do ar sempre abaixo dos 30% extremamente prejudicial para nossa saúde. 
É um dos fatores que vem contribuindo com as alterações climáticas alterando os ciclos das chuvas. 
O Prejuízo ambiental que essas queimadas já causaram é incalculável, pois causam a poluição na atmosfera, mortandade de animais silvestres, prejudicial a saúde da população e já causou a destruição de reservas florestais que jamais serão recuperadas. 
Infelizmente as leis são aprovadas mas são ignoradas. 

No ART. 225 da Constituição Federal é uma delas.


Fotos: Rivaldo R. Ribeiro   ( CLIQUE PARA AMPLIAR)












5 de julho de 2015

O Lar São João para idosos da cidade de José Bonifácio-SP: Um local onde o idoso encontra alegria e o significado do que seja tratamento humano.

Quando a sociedade percebe que uma instituição é gerenciada com seriedade, dedicação, honestidade e amor, esta sociedade responde positivamente a esta instituição. 
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É o caso do Lar para idosos São João da cidade de José Bonifácio-SP, onde os internos tem todos os cuidados necessários para que suas estadias ali sejam confortáveis, entretenimento com passeios fora da instituição transportados em ônibus, amparados por voluntários e funcionários treinados para proteger essas pessoas já debilitadas pela idade, alimentação adequada, cuidados médicos diários e assistidos por uma equipe de enfermagem que não dispensam sacrifícios nos cuidados com os idosos. 

Ali não é um lugar triste e nem podemos denominar de "Asilo de velhos", mas um local onde eles encontram por merecimento de já terem cumprido nas suas vidas suas obrigações, a alegria de conviverem com pessoas da mesma idade portanto num ambiente quase familiar de acordo com essa nova etapa das suas vidas, e o significado para alguns da verdadeira essência do que seja uma pessoa humana.  



Neste vídeo mostramos a entidade e um pouco do trabalho social que é realizado pelo Lar São João da cidade de José Bonifácio interior de São Paulo. Contato: (17) 3245-1720

FACEBOOK: LAR SÃO JOÃO




21 de junho de 2015

IPÊ MODIFICA O TRAÇADO ORIGINAL DE UM MURO NA CIDADE DE UBARANA-SP

Na cidade de Ubarana-SP existe um exemplo de respeito a natureza que não poderia ficar desapercebido, em primeiro lugar pela beleza da árvore: um Ipê florido, em segundo lugar a sensibilidade do proprietário do terreno que modificou a traçado original de um muro preservando a árvore. 
Tantos exemplos como esse transformam em notícia que correm o mundo, isto  para que estimule a consciência ambiental das pessoas e nós desse blog seguimos o mesmo caminho.  

Foto: Facebook Naul Silva Junior    

         CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR.



PESQUISE:
IPÊ ROSA, IPÊ ROXO, IPÊ AMARELO, IPÊ BRANCO.



2 de junho de 2015

ONG vai restaurar 10 nascentes e 8 córregos em SP

Nas últimas semanas, a Associação Ambientalista Copaíba deu início a recuperação florestal em mais de 12,75 hectares (127.500 m2), em duas propriedades rurais no município de Socorro, em São Paulo. Esta ação está acontecendo por meio do projeto “Restauração das matas ciliares de nascentes e de cursos na bacia do Rio do Peixe”.

As propriedades estão localizadas no bairro das Lavras de Baixo, por onde passam importantes afluentes do Rio do Peixe. Uma delas pertence à família Ribeiro da Silva e a outra à família Duarte, ambas pertenciam a Fazenda Santo Antonio, e que hoje foi divida em outras propriedades por conta dos negócios da família e herdeiros.

LEIA MAIS... 

27 de maio de 2015

O “novo” problema da água


Foto: Rivaldo R. Ribeiro.

Temas ambientais normalmente viram manchete quando causam consequências diretas para nós, humanos. Não se vê por aí notícias boas sobre meio ambiente de forma tão corriqueira como notícias catastróficas. A verdade é que só lembramos que fazemos parte do mesmo sistema que todos os outros organismos quando o que consideramos infinito – como no caso da água – começa a faltar. Mas claro, a culpa nunca é nossa. É assim no caso das “tragédias” causadas pelas chuvas que já tratamos aqui no blog. Falamos sobre as “tragédias” em Santa Catarina (aqui e aqui) e na região serrana do Rio de Janeiro (aqui). Coloco tragédia entre aspas não por desrespeito aos familiares dos mortos, mas por desrespeito aos que acham que um problema desse porte é causado apenas por causas naturais.
No caso da crise água a nossa participação no problema é tão grande quanto no caso das enchentes. Apesar da boa parte da mídia dar ênfase apenas na falta de chuvas, sabemos que esse fator ambiental apenas agrava uma tragédia anunciada. Temos sempre pessoas idosas sendo entrevistadas dizendo que nunca viram o rio/represa secar, que nunca viram uma seca tão grande. Parece um roteiro pronto, preguiçoso, sempre que temos uma pauta ambiental. Mas procurando um pouco mais – claro que não na capa dos grandes jornais – vemos que temos bons jornalistas falando sobre o assunto. Temas como o desmatamento nas bacias hidrográficas, a falta de planejamento do governo estadual e o grande desperdício de água em tubulações são peças importantes para entendermos de forma completa a crise da água em SP. E, claro, a crise não é só em SP. Aqui no Rio de Janeiro os problemas expostos acima são os mesmos, como podemos ver pela declaração do nosso atual governador.
A crise da água é grave, mas assim que voltar a chover e o tema sair das capas dos jornais iremos focar em outros problemas mais sérios. Até a próxima “tragédia” ambiental ocorrer e sermos novamente pegos de “surpresa”. O engraçado é que passamos aqui no Rio por um problema parecido e que foi resolvido por uma atitude simples. Em 1817, Dom João VI, rei de Portugal, baixou duas ordens devido a iminente falta de água na cidade do Rio de Janeiro:


“(1) interromper a devastação florestal nas
nascentes próximas da cidade e
(2)
plantar árvores junto às nascentes de
alguns rios.”
O processo de replantio da Floresta da Tijuca foi longo e árduo como tratado por José Augusto Drummond em um artigo sobre a história ambiental dessa grande área verde do Rio de Janeiro. E não deixa de ser curioso que, há quase 200 anos atrás, já sabíamos a solução para a crise da água. Fica a dica.
Referência:
Drummond, José Augusto (1988). O Jardim dentro da máquina Estudos Históricos, 1(2), 276-298

23 de maio de 2015

Especial Água e mudanças climáticas



Em parceria com o portal Planeta Sustentável, a National Geographic lança a edição especial Água e Mudanças do Clima, que discute os problemas relacionados à água e às recentes mudanças climáticas.

De São Paulo à Califórnia, da Amazônia ao Canadá, o aumento da temperatura gera novos problemas e pede soluções inovadoras.

FONTE DO TEXTO: Postagem do vídeo (Youtube)

Adubação verde e plantio direto em sistemas de base agroecológica



Adubação verde e plantio direto em sistemas de base agroecológica
O plantio direto, em bases agroecológicas, compreende a semeadura direta de culturas de interesse econômico sobre a palhada de adubos verdes, sem o uso de agroquímicos.

Produção: Embrapa Informação Tecnológica e Embrapa Agropecuária Oeste
Responsável pelo conteúdo técnico: Milton Parron Padovan - Pesquisador
Produção e Roteiro: Sílvia Zoche Borges - Jornalista
Cinegrafista: Rogério Monteiro
Editor de imagem: Sérgio Figueiredo
Editor de arte: Joniel Sergio
Contatos: (67) 3416 9742

www.embrapa.br/ agropecuaria-oeste

agropecuaria-oeste.imprensa@embrapa.br


28 de abril de 2015

Educação Ambiental - Água



Educação Ambiental - Água - Para quem não viu, vale a pena publicar novamente esta entrevista que Gilmar Altamirano deu à competente Priscila Kirsner no seu programa Fiscais da Natureza em 2012, antes do auge da crise da água: https://youtu.be/cnyogx7zpBo

FONTE: https://www.facebook.com/universidadedaagua


24 de abril de 2015

Vamos fazer do mundo um lugar melhor



Vamos fazer do mundo um lugar melhor
Vídeo apresentado no contexto da Cúpula do Clima das Nações Unidas.

Informe-se e envolva-se:

http://bit.ly/clima-2014

http://bit.ly/ClimateSummit2014


Lembre-se sem árvores não há chuvas. 





22 de fevereiro de 2015

ANIMAIS ABANDONADOS NAS RUAS DE JOSÉ BONIFÁCIO-SP

O problema dos cachorros abandonados persiste, para flagrar grupo de animais não é difícil basta dar uma volta pela cidade.  

"Quem ama os animais com certeza está bem próximo de Deus. Pois os animais estão no conjunto da CRIAÇÃO que chamamos de VIDA."

FOTOS: Rivaldo R.Ribeiro









17 de fevereiro de 2015

Cientistas recomendam economia drástica de água

Por Agência Brasil

A academia elaborou a Carta São Paulo com uma lista de 12 aspectos que precisam ser enfrentados na crise A Academia Brasileira de Ciências reuniu hoje (12) seus principais especialistas em mudanças climáticas com objetivo de cobrar ações imediatas para a crise hídrica.

A academia elaborou a Carta São Paulo – que será entregue também aos governos de Minas Gerais e Rio de Janeiro – com uma lista de 12 aspectos que precisam ser enfrentados na crise.

Além de sugerir planos de contingência e políticas de saneamento, eles destacam a necessidade de “capacitação de gestores” e colocam-se à disposição para ajudar.

Diante do que chamou de “política de avestruz” dos governos, os membros da academia disseram que a situação é agonizante e recomendam redução de 15% do consumo de água e de energia elétrica para tentar evitar uma situação caótica.

Não há previsão de que as chuvas consigam encher os reservatórios até o próximo verão.

“Alguém [prefeito, presidenta ou governador] têm que dizer: nós estamos em crise de água e depois dá ordens: minha senhora, por favor, poupe água”, afirmou o chefe do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Paulo Canedo, que é também consultor do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (Bird).

“Estou ansioso por ordens. Todos dias eu acordo e espero essas orientações para ajudar a coletividade”. Segundo o professor, no estado do Rio de Janeiro, se medidas não forem tomadas no curto prazo, pode haver falta de água. Ele explica que há mais retirada do que entrada no sistema.

Em São Paulo, o governo estadual já trabalha com a possibilidade de racionamento. Reunidos na sede da academia, no Rio de Janeiro, os especialistas cobraram também transparência e planejamento de ações para gerir a crise. Segundo José Galizia Tundisi, presidente da Associação de Instituto Internacional de Ecologia e Gerenciamento Ambiental, várias soluções podem ser tomadas para resolver o problema, desde que exista vontade política.

“Boa parte do desenvolvimento da ciência foi financiada pelos governos. Os governos pagam para produzir recursos humanos e depois usam muito pouco, não prestam atenção no que os cientistas dizem”, reclamou Tundisi, que é também presidente do Instituto Internacional de Ecologia.

“São vários estudos, pesquisas, dados e teses com soluções sobre o quê fazer”. De forma imediata, a recomendação é para a redução drástica dos gastos de água e luz. Paulo Canedo disse que calibrar o ar condicionado é um começo. “Eu puxo [a temperatura] para 24º e minha esposa vai e diminui para 21º. Mas ora, com essa temperatura, você tem que pegar um cobertor. E não é razoável dormir com cobertura em pleno verão”, diz. “Quanto menor a temperatura, maior consumo de luz. Ou seja, dá para fazer economia sem sofrimento”. O professor também sugeriu que bandeiras tarifárias sejam incorporadas à conta de água, para alertar o consumidor sobre o nível de consumo. Outra solução, acrescentou, é aumento da tarifa.

“Se o governo não quer que a população mais pobre seja onerada, dê um bônus para o consumidor de baixa renda”, disse. “Isso é absolutamente justo. É o time da ajuda coletiva”.

Outra medidas que precisa ser uma meta das concessionárias de água é a redução das perdas no próprio sistema de abastecimento. Os cientistas classificaram uma perda de 30%, como acontece no Rio de Janeiro, e até de 60%, em Belém, no Pará, como inadmissível. “O ideal é [uma taxa] de 10%. Até 20%, como nos países desenvolvidos. Acima disso, o governo do Rio tem que ficar de castigo olhando para a parede”, brincou o professor da UFRJ.

Essas seriam as primeiras medidas a serem adotadas antes de um eventual racionamento, explicam. A professora Sandra Azevedo, diretora do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da UFRJ, disse que o fornecimento intermitente é o pior dos cenários. Segundo ela, gera desabastecimento das regiões mais afastadas e contaminação da água que se refletirão em doenças. “O abastecimento é feito por linhas de transmissão. Então, quem for abastecido primeiro vai querer economizar [vai guardar água em baldes, bacias, encher a caixa d'água] e quem está no final da linha [geralmente os mais pobres] não receberá água nem dia sim, nem dia não”, afirmou. -


Reprodução de conteúdo livre desde que sejam publicados os créditos do Instituto Akatu e site www.akatu.org.br.

Saiba mais em www.akatu.org.br/DireitosAutorais



19 de janeiro de 2015

Quero-quero defendendo seu filhote.


Clique na foto para ampliar:

Fotos: Rivaldo R.Ribeiro

Na foto  uma seta branca aponta um dos filhotes, pois haviam quatro que ao sinal da mãe imaginando que eu seria um predador se esconderam sob a grama.


Pesquise:
Quero-quero


23 de dezembro de 2014

Governo do Estado divulga ranking ambiental. Programa Município VerdeAzul- José Bonifácio-SP atinge apenas 20,72 pontos.


O MUNICÍPIO DE JOSE BONIFÁCIO-SP MAIS UMA VEZ NÃO ALCANÇOU A PONTUAÇÃO PARA SER AGRACIADO COM O SELO VERDE DO PROGRAMA ESTADUAL " MUNICÍPIO VERDE AZUL".

A MÁ NOTÍCIA É QUE ESTAMOS REGREDINDO:

EM 2012 FICAMOS EM 197 LUGAR COM 66,06 PONTOS,

EM 2013 FICAMOS EM 351 LUGAR COM 38 PONTOS.

E AGORA EM 2014 CONSEGUIMOS APENAS 20,72 PONTOS FICANDO EM 440 LUGAR ENTRE MUNICÍPIOS PAULISTAS.

Vereadores, executivo e cidadãos isso é LAMENTÁVEL, pois através dessa baixíssima classificação no programa ambiental paulista leva a nossa cidade a ser vista como se fôssemos uma sociedade desleixada no trato com a natureza e meio ambiente, além disso o município não é contemplado com recursos que estão previstos no programa VerdeAzul. 


Isso é bom para nossa imagem???




As 10 diretivas, onde os municípios concentram seus esforços para desenvolvimento da agenda ambiental são: 

Esgoto Tratado, 
Resíduos Sólidos, 
Biodiversidade, 
Arborização Urbana, 
Educação Ambiental, 
Cidade Sustentável, 
Gestão das Águas, 
Qualidade do Ar, 
Estrutura Ambiental e Conselho Ambiental.

A Secretaria do Meio Ambiente, por sua vez, oferece capacitação técnica às equipes locais e lança anualmente o Ranking Ambiental dos municípios paulistas.


Veja no LINKS abaixo a classificação dos municípios: 

20 de dezembro de 2014

"HOMEM" - Este vídeo não te vai deixar indiferente




Esse vídeo retrata bem o que estamos fazendo com o Planeta Terra,  viemos sabe-se lá de onde, o nosso comportamento sempre foi como se a grande maioria não pertencêssemos a esse Planeta, a voracidade do Homo sapiens  sempre foi no sentido de destruí-lo.

Estamos conseguindo?...



3 de dezembro de 2014

Documentário mostra o cotidiano e condições de trabalho de cortadores de cana-de-açucar




Documentário mostra o cotidiano e condições de trabalho de cortadores de cana-de-açúcar
DOCUMENTAÇÃO - 23.10.11: Neste programa você vai conferir o documentário que trata das condições de trabalho de cortadores de cana-de-açúcar. No filme intitulado "Quadra Fechada" de direção de Beto Novaes, você vai conhecer o sistema de "Quadra Fechada", uma experiência inovadora entre os sindicatos e os cortadores para o controle da produção de cana-de-açúcar em Cosmópolis, município brasileiro do estado de São Paulo. No Quadra Fechada o sindicato recebe o mapa com a metragem da cana plantada e, a partir daí, é possível calcular quantas toneladas existem.

22 de novembro de 2014

Freio Luis Cappio: Quando o amor é para sempre




E não é que fomos recebidos pelo Frei Luís Cappio? Ele mora em Barra, (antiga Vila de São Francisco de Chagas da Barra do Rio Grande) onde o Rio Grande passeia lado a lado com o velho Chico, no Médio São Francisco.
Dom Luís tem uma forte ligação com o rio. Por volta de 1992, iniciou sua peregrinação da nascente à foz. A viagem durou um ano. Segundo ele, e assim conta no seu livro "O Rio São Francisco - Uma Caminhada entre Vida e Morte", pela Editora Vozes, ele buscava chamar às pessoas, os olhos para grandiosidade do rio e a necessidade de sua preservação. A séria questão de existência para todos os seres vivos.
É expedicionário, assim como nós. De canto em canto, vê as histórias do povo e sua forma de amar, cheia de generosidade. Também aprendeu a admirar o jeito de como eles lindam com as questões da vida. E para ilustrar, nos conta a história de Maria do Sal, lá de Santo Inácio, e sua fidelidade ao único amor da sua vida: um mascate que prometeu ama-la para sempre e por isto, se tornou seu único e grande tesouro. Dom Luís conversa com a gente pela voz das pessoas que conheceu e com elas aprendeu as lições da vida.
Deixamos presentes: as histórias de Minas em DVD e uma centena de fitinhas. E levamos daquele que é um dos líderes de projeção contra a transposição do Rio São Francisco e em defesa dos direitos dos povos ribeirinhos, a grata alegria em ter conhecido um homem que ama, verdadeiramente, o povo do Velho Chico.

Para conhecer mais e outras histórias, acesse:
http://www.amoresnovelhochico.com.br/

Amores no Velho Chico Expedição


Frei Luís Flávio Cappio e a luta contra a transposição do Rio São Francisco. Artigo de Frei Gilvander Luiz Moreira

“Meu rio de São Francisco, nesta grande turvação, vim te dar um gole d’água e pedir sua bênção”. (Inspirado em Guimarães Rosa, refrão de música de frei Luiz)

                                 Fotos internet  
[EcoDebate] Um testemunho espiritual e profético na luta pela Sustentabilidade da Vida

1. Pra começo de conversa

A maior devastação ambiental da história do Brasil está em curso e cresce em progressão geométrica. Eis um sinal dos tempos e um sinal dos lugares que compõem o Brasil. Do pau-brasil a brasas, eis um futuro iminente do país-continente aclamado por tantos no passado como um paraíso terrestre, caso não consigamos frear a avalanche de devastação ambiental da nossa única casa comum: o Planeta Terra.

A Transposição de águas do Rio São Francisco é algo muito grave que está acontecendo no Brasil. O Governo do Presidente Lula se nega “com unhas e dentes” a um diálogo franco e transparente sobre o projeto. O poder midiático compactua com o Governo Federal e não abre espaço para que um debate autêntico seja feito. Muitos movimentos populares, sob a liderança da Comissão Pastoral da Terra – CPT – e da Articulação do Semi-Árido – ASA – continuam aguerridamente a luta contra a transposição, em defesa de uma autêntica revitalização da bacia são-franciscana e por um Projeto de Convivência com o Semi-Árido.

Em 2005, Dom Cappio fez um jejum (“greve de fome”) de 11 dias, entre 26 de setembro e 05 de outubro, em Cabrobó, PE, contra a Transposição do Rio São Francisco, em defesa da Revitalização da bacia são-franciscana e de um Projeto de Convivência com o Semi-Árido.

Dom Cappio afirmou publicamente que, se o acordo firmado, em confiança, com o Presidente Lula – de abrir um amplo e sério diálogo com a sociedade sobre o Projeto de Transposição – não fosse cumprido, ele voltaria ao jejum e oração, com mais determinação ainda. Infrutíferas e esgotadas foram todas as tentativas de diálogo durante dois anos. Dessa forma, Dom Cappio fez um segundo jejum, durante 24 dias, de 27 de novembro de 2007 a 20 de dezembro de 2007, na Capela de São Francisco, em Sobradinho, BA, ao pé da barragem de Sobradinho, o maior lago artificial do mundo que, na época, estava com menos de 14% da sua capacidade, o que revela que “o Velho Chico está na fila do SUS e não sabe se vai ter direito a uma UTI”, profetiza Dom Luiz.

“No mundo dos pequenos, o Evangelho se situa logo. Interpreta uma situação complexa com muita simplicidade. Inquieta e rouba o sono”, ensina Paulo Suess. De fato, testemunhando uma ótima notícia para os pobres, uma péssima notícia para os empresários do agro e hidronegócio, Dom Cappio com seus dois jejuns inquietou e roubou o sono de muita gente.


20 de novembro de 2014

Barão - Nosso cãozinho

Esse cãozinho foi adotado por nossa família, estava abandonado e faminto nas ruas, hoje é motivo de muitas risadas por causa das suas peraltices.
Transmite alegria, amor e fidelidade.    


ANIMAIS: Conscientização Emocionante



"O amor que sinto pelos animais é um agradecimento a Deus, pois através deles descobri o que seja AMOR"

4 de outubro de 2014

O Cântico das Criaturas (ou Cântico do Irmão Sol)

Hoje dia de São Francisco de Assis, onde toda a ALDEIA TERRA lembra do seu nome, lembremos também junto com ele o sonho do CARISMA FRANCISCANO de proteção da vida e amor a todas as criaturas. 
Lembremos que o solo SAGRADO da MÃE TERRA deve ser tratado com respeito e reverenciado em toda sua nobreza de mantenedora da VIDA e sustento de todas as criaturas de Deus.


O Cântico das Criaturas
(ou Cântico do Irmão Sol)


Altíssimo, onipotente, bom Senhor,
Teus são o louvor, a glória, a honra
E toda a benção.

Só a ti, Altíssimo, são devidos;
E homem algum é digno
De te mencionar.

Louvado sejas, meu Senhor,
Com todas as tuas criaturas,
Especialmente o Senhor Irmão Sol,
Que clareia o dia
E com sua luz nos alumia.

E ele é belo e radiante
Com grande esplendor:
De ti, Altíssimo é a imagem.

Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Lua e as Estrelas,
Que no céu formaste claras
E preciosas e belas.

Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Vento,
Pelo ar, ou nublado
Ou sereno, e todo o tempo
Pela qual às tuas criaturas dás sustento.

Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Água,
Que é mui útil e humilde
E preciosa e casta.

Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Fogo
Pelo qual iluminas a noite
E ele é belo e jucundo
E vigoroso e forte.

Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a mãe Terra
Que nos sustenta e governa,
E produz frutos diversos
E coloridas flores e ervas.

Louvado sejas, meu Senhor,
Pelos que perdoam por teu amor,
E suportam enfermidades e tribulações.

Bem aventurados os que sustentam a paz,
Que por ti, Altíssimo, serão coroados.

Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a Morte corporal,
Da qual homem algum pode escapar.

Ai dos que morrerem em pecado mortal!
Felizes os que ela achar
Conformes á tua santíssima vontade,
Porque a morte segunda não lhes fará mal!

Louvai e bendizei a meu Senhor,
E dai-lhe graças,
E servi-o com grande humildade. 

23 de setembro de 2014

VENTOS PERTO DOS 80 KM POR HORA: 19 09 2014 (José Bonifácio-SP)




Um forte ventania atingiu o município de José Bonifácio (SP) no dia 19/09/2014 com ventos estimado até 80 km por hora, causando medo e destruição na cidade.

"A NATUREZA NÃO SE DEFENDE, MAS SE VINGA".
O desenvolvimento preconizado pelos governos, estipulando metas de crescimento sem medir fronteiras, estão levando o planeta Terra a um destino duvidoso.
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Até que ponto poderemos classificar uma sociedade como desenvolvida?
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Num panorama sem muita pretensão de algum estudo científico, já poderemos enxergar como será o dito desenvolvimento e suas metas mirabolantes, sendo que nessas metas de crescimento não consideramos que tudo gira em torno do bem estar humano e sua sobrevivência sobre a Terra. E para que isso se torne realmente concretizado o homem deve em primeiro lugar respeitar a NATUREZA, pois é dela que virá todas condições para que se mantém todas as espécies de vida que conhecemos.




17 de setembro de 2014

Técnicas de conservação do solo e da água - Dia de Campo na TV



O solo do semiárido brasileiro em função das constantes secas, da predominância de solos rasos e cobertura vegetal esparsa corre riscos de desertificação. A área ameaçada corresponde a quase um milhão de quilômetros quadrados - o equivalente a mais da metade da Região Nordeste e ainda o norte de Minas Gerais. Essas características tornam o solo da região mais vulnerável ao processo de degradação, aliado ao mau uso do solo nas áreas agrícolas.

Produção: Embrapa Informação Tecnológica e Embrapa Algodão
Responsável pelo conteúdo técnico: Valdinei Sofiatti e Isaías Alves- pesquisadores
Produção e Roteiro: Edna Santos- Jornalista
Cinegrafista: Rogério Monteiro e José Alves Tristão
Editor de imagem: Sérgio Figueiredo
Editor de arte: Joniel Sergio
Contatos: (83) 3182 4312
cnpa.sac@embrapa.br
www.cnpa.embrapa.br



Obs. Texto e vídeo Dia de Campo na TV- Embrapa.
Dia de Campo na TV


29 de agosto de 2014

ARTIGO PUBLICADO NO ANO 2006, NA FOLHA ONLINE SÃO PAULO SOBRE A MONOCULTURA DA CANA DE AÇÚCAR E SUAS CONSEQUÊNCIAS. (Rivaldo R.Ribeiro)

O texto abaixo está do link http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/cjornalista/gd131006.shtml, foi um dos primeiros que escrevi publicado na Folha de São Paulo no espaço CIDADÃO JORNALISTA- Coluna de Gilberto Dimenstein no 13-10-2006 contra as QUEIMADAS EM CANAVIAIS e a monocultura da cana de açúcar. Na época não conhecia blogs e não havia o FACEBOOK.
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E a maioria dos problemas que escrevi naquele artigo estamos vivenciando hoje, um deles a falta de chuva

Não podemos afirmar categoricamente que a SECA que está nos sufocando é causado pela poluição das queimadas nos canaviais que todas as tardes escurecem nosso céu, mas também não podemos afirmar que não seja uma das causas, pois existe uma coincidência que devemos considerar e ciência investigar:  nesses anos os ciclos das chuvas tem mudado gradativamente, anos após ano.
E numa observação e comparação com anos anteriores o que diferenciou foi exatamente a ocorrência monocultura da cana de açúcar e suas QUEIMADAS no nosso interior paulista.
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ARTIGO PUBLICADO NA FOLHA:
QUEIMADOS NOS CANAVIAIS PARECEM COGUMELOS ATÔMICOS

"No horizonte a fumaça das queimadas nos canaviais formam nuvens no céu como cogumelos atômicos e nos dá um sentimento estranho, lá os animais que não puderam fugir transformaram em horríveis visões indefinidas: imagens negras de gritos sufocados e contorcidos pelo fogo, e a fuligem trás transtornos as donas de casa e aos alérgicos nas cidades vizinhas.
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Nos campos a terra está fumegante e deserta, a negritude do lugar nos dá impressões que houve realmente ali uma grande explosão, já não existem mais árvores capazes de frutificar, as aves fugiram e o céu esta morto...

O “progresso” baseado na monocultura da cana- de - açúcar com o intuito de aliviar a pobreza ao invés disso a concentra, se for desordenado e não considerar o ecossistema irá comprometer a vida e a sobrevivência de todas as espécies, poderá tornar solos férteis em zonas mortas e improdutivas.
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O cultivo da cana de açúcar é um processo de autofagia: devora tudo em torno de si, terras e mais terras, devoram o húmus do solo que é a matéria orgânica do solo em decomposição que nutri as plantas, impossibilita a reprodução de animais que não encontrarão mais alimentos, das aves que são as predadoras naturais de muitas pragas não terão mais os refúgios nas árvores para seus ninhos, dos pequenos animais como o tatu que tem habitat nas tocas, lebres etc.
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Envolve as pequenas culturas indefesas e o capital humano de toda uma vida, além dos fatores sazonais dos ciclos econômicos entre uma ascensão rápida e transitória e o declínio, é um progresso que não leva a nenhum beneficio, apenas um imaginário de conquistas de riquezas temporárias, pois sendo o progresso um desejo na vida, como se ela estará morta?

“Segundo um relatório do secretariado da Convenção de Diversidade Biológica da ONU, a Terra está sofrendo a maior extinção de espécies desde o fim dos dinossauros, e que a perda de biodiversidade, em vez de se estabilizar, está cada vez mais acelerado”.
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Além da ameaça nuclear, a humanidade sofre a ameaça da extinção natural, porque nunca soube estabelecer seus limites por causa das disputas econômicas e crescimento desordenado, até quando? Onde estará esta fronteira do desenvolvimento? Não seria a hora de repensar tudo isso, porque já chegamos a ponto de regresso: pois quase tudo que produzimos gera poluição e destruição da natureza, e em consequência a inviabilidade da sobrevivência da vida na terra.
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No interior de São Paulo usinas de álcool e açúcar estão sendo instaladas freneticamente, lembrando a mineração e garimpo do ouro na região Carajás (Pará), promovendo a transformação dos campos férteis num deserto verde de cana, prejudicando os pequenos agricultores pela elevação dos preços da terra ou do seu arrendamento, e eles temendo o futuro migrarão para os centros urbanos agravando o inchaço populacional já causado pelos novos trabalhadores destas usinas, com situações fáceis de prever no já caótico panorama social, com novos problemas que vem assustando as famílias, aumento da violência, drogas, inflacionando alugueis e outros serviços, nossas panelas estarão cozinhando gomos de canas invés de arroz e feijão... Quem ganha com isso?
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Será que vale a pena arriscar tanto? Será que não pode haver outra fonte de energia menos destrutiva? Qualquer dia destes o nosso céu ao invés de nuvens, verá apenas fumaça, o ar ficará seco e ardido aos olhos? Valerá a pena? 
Se abolirem as queimadas ainda fica os prejuízos ao solo como já frisei. Não sei porque tiranizam a natureza com punições injustas...Amar a natureza é amar a humanidade, destruí-la é indiferença à vida, a Deus, e ódio ao homem.
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Chegamos a um ponto crucial e polêmico diante do panorama ecológico do nosso planeta, o efeito estufa nos assando, as calotas polares estão derretendo, a temperatura da terra e dos oceanos está aumentando, as chuvas estão irregulares, os rios estão poluídos, não confiamos mais nas águas dos riachos para matar a nossa sede, não existe uma só cultura livre do agrotóxico, a camada de ozônio abrindo um rasgo no céu, portanto de agora em diante não devemos praticar o desenvolvimento econômico sem olhar destruição da natureza, contrabalançar sem demagogias analisando os pontos positivos e negativos, pois o arrependimento diante de uma lembrança de solos férteis, rios piscosos, nos vai doer muito na consciência.
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Vários pontos polemizam a cultura da cana de açúcar: ela traz o benefício de produzir grande quantidade de postos de trabalho para a mão de obra não qualificada, por outro lado são postos temporários, e pode concentrar está mão de obra em regiões que posteriormente não terão condições de absorve-las, é uma energia renovável e menos poluidora como combustível automotivo, contudo como escrevi acima é uma atividade que vai “bater” muito forte na natureza, a terra onde se cultiva a cana é sugada, desidratada, e de difícil recuperação.
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Acho que a euforia da cana de açúcar é precipitada, até que melhores estudos de todos os ângulos decidam isso, o Brasil tem muita terra, mas não é infinita, e se não for bem estudado tanto no nível socioeconômico e ecológico poderá trazer consequências sem exagero, apocalíptica.”,









26 de agosto de 2014

QUEIMADA EM CANAVIAL DE GRANDES PROPORÇÕES NO MUNICÍPIO DE JOSÉ BONIFÁCIO-SP próximo às margens da BR-153



QUEIMADA DE GRANDES PROPORÇÕES NUM CANAVIAL PRÓXIMO A CIDADE DE JOSÉ BONIFÁCIO-SP às margens da BR-153

Os bairros de José Bonifácio-SP próximos a rodovia com certeza foram atingidos pela fumaça e fuligens desse crime ambiental, me perdoem pelo vocabulário, uma MALDIÇÃO que nunca se resolve.
No ART. 225 da constituição está bem claro que esse tipo de queimada não pode ocorrer, poderemos citar apenas um parágrafo crueldade, matança de animais e saúde das pessoas.

Além disso a umidade do ar nesse dia 24/08/2014 na nossa região estava em 11% 
UM ABSURDO ISSO ACONTECER EM PLENO SÉCULO 21, e nenhuma autoridade ou político diz nada sobre isso.

Haja postinho de saúde para os problemas respiratórios dos idosos, crianças e alérgicos.

Não me venham falar em empregos, isso não é desenvolvimento é retrocesso. 

DEPOIS RECLAMAM DA SECA QUE ESTÁ CAUSANDO MILHARES DE DESEMPREGOS EM OUTRAS ÁREAS E O MAIS IMPORTANTE A FALTA DE ÁGUA EM VÁRIOS MUNICÍPIOS DO ESTADO.

Os antigos na sua sabedoria diziam que quando ocorria uma seca como essa, que era CASTIGO, talvez seja pelos milhares de animais queimados vivos e uma natureza que grita por socorro e homem não ouve.


VEJAM QUE A REGIÃO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO É QUE APRESENTA O ÍNDICE MAIS CRÍTICO: 11%

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A poluição das queimadas sufocava José Bonifácio-SP.