Biodiversidade,
Desiquilíbrio Climático, Sustentabilidade, Desmatamento, Poluição, Fauna e Flora e a Importância da Água na Manutenção da Vida e Ciência.
"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro
Conservar a floresta não é trabalho para poucos. Neste episódio, vamos conhecer ações que dependem da força do coletivo. Veja o cotidiano dos guardas florestais que desarmam armadilhas, liberam animais e colhem pistas para inibir crimes ambientais.
Conheça também a cooperativa que realiza a extração do Jaborandi, ouro verde da floresta, sem afetar a cobertura florestal.
Quer saber mais como os pesquisadores, biológos e comunidades da floresta preservam a biodiversidade? No episódio 1 do #ProtetoresdaFloresta, vamos ver espécies sendo catalogadas na Reserva Nacional de Carajás e conhecer de perto a reprodução da Ararajuba, espécie ameaçada de extinção, além de todo o trabalho de resgate e tratamento de animais. Acompanhe Karina Oliani na primeira parte deste documentário inédito de 4 episódios. --- Acompanhe as nossas redes sociais: Facebook – https://www.facebook.com/valenobrasil LinkedIn - https://www.linkedin.com/company/vale/ Instagram – @valenobrasil Twitter – @valenobrasil
O agronegócio está em pleno movimento. Afinal, esse é o setor da economia que alimenta o mundo. Por isso, é essencial que oprodutor ruralesteja por dentro de o que acontece na agricultura mundial.
Esse conhecimento de mercado é fundamental para se manter competitivo no mercado e guiar seus investimentos. Por isso, leia nosso artigo e fique atualizado com as principais estatísticas da agricultura mundial!
Acompanhe as culturas mais produzidas no mercado mundial
O calendário Greenpeace 2021 – Você, 365 dias com a natureza é útil, decora a sua casa ou o seu espaço de trabalho, deixa você antenado com a preservação do meio ambiente e ainda é reutilizável. Garanta o seu!
O terceiro domingo de novembro, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1995, marca o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trânsito, mais conhecido como “WDR, World Day of Remembrance”.
. Mais do que um dia no calendário, trata-se de um momento para uma análise da quantidade de vítimas do trânsito no mundo. Todos podemos nos acidentar no trânsito, seja diretamente ou indiretamente, portanto, devemos assumir a responsabilidade de perceber os riscos e proteger todas as vidas no trânsito.
No Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trânsito são homenageadas não só as pessoas que morreram em decorrência dessas fatalidades, mas também familiares, amigos, equipes de emergência, policiais, enfermeiros e médicos que lidam diariamente com as consequências traumáticas das mortes e lesões no trânsito.
15 DE NOVEMBRO - Em 2020, a data completa 25 anos e ocorrerá no dia 15 de novembro. Este dia, também, se tornou uma ferramenta importante para os governos e para todos aqueles que trabalham com a causa demonstrarem a enorme escala e impacto das mortes e lesões no trânsito permitindo a todos uma maior conscientização que é a necessidade urgente de ações para diminuir ou conter essas fatalidades.
Para este momento ser lembrado, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) irá promover no dia 13 de novembro, por conta das eleições municipais, um Webinar tratando do tema. O evento contará com a participação de entidades que trabalham em busca da conscientização da população, por mais cuidado e segurança no trânsito.
A Câmara de vereadores de Florianópolis (SC) aprovou no fim de setembro o projeto de lei 17834/19 de proteção às abelhas nativas sem ferrão. Além de produzirem mel, espécies como jataí, manduri, mirim e mandaçaia, entre tantas outras, são de fácil manejo, funcionam como indicadoras da qualidade do ar, da água e do solo e fertilizam culturas de alimentos e de plantas silvestres. Mais de 30 cultivos agrícolas são beneficiados por essas abelhas no Brasil, segundo a Embrapa. O Brasil tem cerca de 400 espécies....
Vejam aqui um exemplo da importância da preservação ambiental, a alegria da Fran Adorno quando a chuva caiu na sua fazenda. Essa é uma das razões que sempre alertei nesse blog o porque da preservação da Amazônia ou de qualquer outra floresta, pois sem o verde a natureza apenas vai nos oferecer a seca e a morte, a pobreza e a fome, isso porque será praticamente impossível a produção de alimentos em quantidade suficiente para resolver o problema da fome entre nós.
O agricultor deve conscientizar-se disso, a importância das florestas, da natureza, pois sem esses elementos não haverá um clima equilibrado com chuvas nos períodos certos para o plantio de suas lavouras.
Queimadas em canaviais cidade de José Bonifácio-SP
"A inalação de fuligem ou fumaça com material particulado escurece os pulmões e causa desconforto respiratório e cardíaco, além de doenças como asma e câncer. Mas como explica um estudo recente, esses poluentes também pioram quadros de diabetes, doenças cardíacas, vasculares, demência, alzheimer, leucemia infantil e outros tipos de câncer, além de afetar a fertilidade e prejudicar a saúde fetal."
Essa queimada foi vista no dia 29 de agosto de 2020 próximo ao Bairro Luiz Fachini Sobrinho(Cohab). A filmagem deu-se a partir do Bairro Veneza na cidade de José Bonifácio-SP. foi quando vi no céu uma densa nuvem e corri para a rua para confirmar se seria chuva, de posse da minha maquina digital comecei a filmar aquele horror...
Sem dúvida um crime ambiental, pois destrói a fauna, flora e polui a atmosfera de toda uma cidade onde vivem pessoas idosas, asmáticos e alérgicos, portanto também um caso de SAÚDE PÚBLICA. A fumaça densa obstruía o sol dando uma sensação de mal estar ao ver aquilo.
A cana de açúcar é altamente inflamável levando o fogo a consumir dezenas de metros em minutos, tornando quase impossível que algum animal que esteja no local fuja, entre eles o tamanduá, o tatu, a Anta, Capivaras filhotes de pássaros são uma das principais vítimas.
O estranho e a permissão do plantio de uma cultura como essa, próximo a centros urbanos, e regiões com densidade demográfica alta como a região de São José do Rio Preto-SP, que no caso das queimadas levam a muitas pessoas a adoecerem.
É certo que o clima está seco, mas qual seria o motivo na mudança no ciclo de chuvas todos os anos??? Qual o motivo da umidade do ar estar tão baixa na nossa região? Qual foram as mudanças na natureza, que mais foram notadas nesses últimos tempos na região de São José do Rio Preto? Sem dúvida os desmatamentos que deram lugar a essa monocultura e as queimadas nos canaviais.
É certo que existem queimadas no Brasil todo, o Pantanal arde em fogo apocalíptico, mas por aqui eu sempre filmei e fotografei essas queimadas a mais de 10 anos. Apelei para o Art. 225 da constituição, Principio da Precaução mas nunca surtiu algum efeito. Nem surtiria...
A desculpa sempre é a hipocrisia do fomento do emprego e a economia da região. Uma economia paliativa e uma faca de dois gumes(Poluição e desiquilíbrio de todo um sistema na natureza levando a mudança de hábitos dos animais ou até sua extinção), além da troca de culturas pela cana de açúcar, levando a alta de preço de alimentos da cesta básica do brasileiro mais pobre, ganha-se de um lado, mas perde de outro. Portanto não é totalmente positiva, isso num estado que é altamente industrializado como o Estado de São Paulo que deveria se ater a seu desenvolvimento sustentável de tecnologia e pesquisas avançada em áreas que realmente fara diferença no futuro, não com o estímulo a devastação na natureza. É tomar um caminho errado...
Mesmo porque apesar da resistência os veículos elétricos estão chegando...
Os humanos fazem refúgios para animais que abrigam doenças
A maneira como estamos mudando as paisagens pode aumentar a probabilidade de patógenos passarem dos animais para os humanos. Os pesquisadores revisaram os dados de quase 7.000 locais onde os humanos alteraram os ecossistemas naturais , como desmatamento. Eles descobriram que pequenas criaturas como roedores, que podem abrigar agentes que causam doenças em humanos, têm maior probabilidade de se mover para essas áreas do que os animais maiores. (Não se sabe por que os patógenos são mais abundantes nesses animais menores.)
O estudo dá um peso crucial a um número crescente de vozes que pedem que governos e agências internacionais tenham uma visão holística da saúde pública e animal, do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. No final do mês passado, a Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos sediou um workshop sobre a relação entre a perda de biodiversidade e doenças emergentes. E em 24 de julho, um grupo interdisciplinar de cientistas, incluindo virologistas, economistas e ecologistas, publicou um ensaio na Science argumentando que os governos podem ajudar a reduzir o risco de futuras pandemias controlando o desmatamento e restringindo o comércio de animais selvagens.
(Via revistas Nature e Science)
Reduzindo o desmatamento
As bordas das florestas tropicais são uma importante plataforma de lançamento para novos vírus humanos. As bordas surgem à medida que os humanos constroem estradas ou desmatam florestas para a produção de madeira e agricultura. Os humanos e seus rebanhos têm maior probabilidade de entrar em contato com a vida selvagem quando mais de 25% da cobertura florestal original é perdida (4), e tais contatos determinam o risco de transmissão de doenças. A transmissão de patógenos depende da taxa de contato, da abundância de humanos e animais suscetíveis e da abundância de hospedeiros selvagens infectados. As taxas de contato variam com o perímetro (o comprimento da borda da floresta) entre a floresta e a não floresta. O desmatamento tende a criar tabuleiros de xadrez, com o que vemos um perímetro máximo a um nível de 50% de conversão da floresta. Depois disso, a abundância de animais domésticos e humanos rapidamente excede a de animais selvagens, portanto, embora esperemos que a transmissão diminua, a magnitude de qualquer surto resultante é maior (4). A fragmentação do habitat complica isso porque aumenta o comprimento do perímetro. A construção de estradas, campos de mineração e extração de madeira, expansão de centros urbanos e assentamentos, migração e guerra, e pecuária e monoculturas de lavouras levaram ao aumento da disseminação de vírus. A caça, o transporte, a agricultura e o comércio de animais selvagens por alimentos, animais de estimação e medicina tradicional compõem essas rotas de transmissão e acompanham de perto o desmatamento. Por exemplo, os morcegos são os prováveis reservatórios do Ebola, Nipah, SARS e do vírus por trás do COVID-19. Morcegos frugívoros (Pteropodidae no Velho Mundo, o gênero Artibeus no Novo Mundo) têm maior probabilidade de se alimentar perto de assentamentos humanos quando seus habitats florestais são perturbados; este tem sido um fator chave na emergência viral na África Ocidental, Malásia, Bangladesh e Austrália (5–7).
A ligação clara entre o desmatamento e a emergência de vírus sugere que um grande esforço para manter a cobertura florestal intacta teria um grande retorno sobre o investimento, mesmo que seu único benefício fosse reduzir os eventos de emergência de vírus. O exemplo em maior escala de redução direta do desmatamento vem do Brasil entre 2005 e 2012. O desmatamento na Amazônia caiu 70%, mas a produção da safra de soja dominante na região ainda aumentou (8). Contribuições internacionais, complementadas por um Fundo Amazônia, de cerca de US $ 1 bilhão apoiaram zoneamento do uso da terra, restrições de mercado e crédito e monitoramento por satélite de última geração. O programa do Brasil reduziu a fragmentação e a borda da floresta a um custo menor do que poderia ter sido alcançado por abordagens de precificação de carbono (9).
Várias estimativas da eficácia e custo das estratégias para reduzir o desmatamento tropical estão disponíveis (8, 9). A um custo anual de US $ 9,6 bilhões, os pagamentos diretos de proteção florestal para superar o desmatamento economicamente poderiam alcançar uma redução de 40% nas áreas de maior risco de transmissão de vírus [ver materiais suplementares (SM)]. Vários programas de pagamento por serviços ecossistêmicos demonstram a eficácia dessa abordagem. Na extremidade inferior, a adoção generalizada do modelo de política anterior do Brasil poderia alcançar a mesma redução por apenas US $ 1,5 bilhão anualmente, removendo os subsídios que favorecem o desmatamento, restringindo o desmatamento privado e apoiando os direitos territoriais dos povos indígenas. Todos requerem motivação nacional e vontade política. Um forte apoio público para políticas semelhantes de prevenção do desmatamento pode surgir em outros países se recuperando da devastação da COVID-19.
The responses to the ‘my only love’ video have been really inspiring. So, thank you. Up until today it was only available on youtube, now it should be available on all video platforms. And again; my main interest in making and promoting the video is drawing attention to the fact that meat and dairy production are responsible for the majority of tropical deforestation.
A reminder I'll be on Twitch tomorrow with an amazing group of people to talk about the above issues: moby.la/twitchFa
As respostas ao vídeo ′′ meu único amor ′′ têm sido realmente inspiradoras. Então, obrigado. Até hoje só estava disponível no youtube, agora deve estar disponível em todas as plataformas de vídeo. E mais uma vez; meu principal interesse em fazer e promover o vídeo é chamar a atenção para o fato de que a produção de carne e leite são responsáveis pela maioria do desmatamento tropical.
Um lembrete de que estarei no Twitch amanhã com um grupo incrível de pessoas para falar sobre as questões acima: moby.la/twitchFa
O aumento do desmatamento na pandemia e a situação dos povos indígenas foram abordados no #PlanetaEmPauta, com Anitta, Yane e Sâmela, que você confere na íntegra no nosso canal no Youtube.
Hoje dia do meio ambiente nos resolvemos fazer uma homenagem a uma grande árvore que existia em São José do Rio Preto-SP, ela havia sido tombada pelo patrimônio histórico municipal em 2014, isso por causa da luta de ambientalistas na época.
Mas no dia 28 de fevereiro de 2019, numa quinta feira ela foi cortada, estava no local hã 85 anos e se não houvesse a interferência humana poderia ficar ali outros tantos 85 anos ou mais.
A alegação foi que havia o risco de cair por causa de partes podres, fungos e brocas.
Eu só queria entender se isso ocorre também com as árvores das florestas, se assim ocorresse as florestas se destruiriam sozinhas atacada por fungos e brocas.
Então concluímos se a razão de ter cortada essa grande árvore foi realmente porque ela estava doente e prestes a cair, sem dúvida a culpa é humana, da poluição urbana ou tomar seu espaço. Fique a dúvida....