Biodiversidade,
Desiquilíbrio Climático, Sustentabilidade, Desmatamento, Poluição, Fauna e Flora e a Importância da Água na Manutenção da Vida e Ciência.
"Os bons ideais aproximam as pessoas que olham o mundo não apenas para si, mas para todos"Rivaldo R. Ribeiro
No dia 23 de setembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade e a Comissão Estadual do Rio de Janeiro (CEV-RJ) realizaram diligência no Hospital Central do Exército (HCE), no Rio de Janeiro. A comitiva da CNV foi ao hospital em busca de prontuários de presos políticos que foram internados no local na década de 70, dentre eles Raul Amaro, cuja família acompanhou a diligência.
Não foram encontrados, nesta ocasião, os documentos solicitados pela CNV. Posteriormente, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, com um mandado de busca e apreensão, encontraram diversos documentos e prontuários no hospital, bem como um dossiê dos membros e assessores da CNV e da CEV-RJ que foram à diligência.
Veja os bastidores e principais momentos do primeiro curso de Jardim de Chuva da SOS Mata Atlântica, com patrocínio da Ypê, e em parceria com a Prefeitura de Itu.
Representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário federais se reuniram para debater e anunciar ações de enfrentamento às queimadas históricas que destroem florestas no Brasil.
Uma das medidas foi a liberação de R$ 514 milhões para comprar equipamentos e contratar pessoal.
Os presidentes dos três Poderes concordam com a investigação de incêndios criminosos e com a aplicação das penalidades previstas.
O episódio também traz uma matéria sobre a mostra Ciclocine, que debateu o uso sustentável da bicicleta.
Carlos Nobre destrincha o entendimento do Antropoceno e de épocas geológicas
Um dos mais renomados climatologistas do país e um dos cientistas brasileiros mais conhecidos no mundo, Nobre foi Alto Conselheiro Científico do Panel on Global Sustainability da ONU e participou de relatórios do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas.
Incêndios florestais são complexos e o combate exige o uso de diferentes armas, desde as enxadas até as aeronaves. Os guerreiros, combatentes civis e militares, precisam de uma formação sólida para compreender as singularidades de cada bioma brasileiro.
O Projeto PROMETEU, sediado na Universidade de Brasília (UnB), estuda este combate e dá especial atenção ao uso dos retardantes químicos de chamas no Cerrado, algo polêmico por representar uma melhoria potencial nas operações de combate e, ao mesmo, por provocar diversos impactos ambientais. Isso exige melhorias na formação dos combatentes e gestores, sob pena de que decisões equivocadas possam comprometer a conservação da biodiversidade e o compartilhamento dos seus benefícios.
Ao final, acabamos entendendo que o combate aos incêndios é uma das peças do grande quebra-cabeças que é o Manejo Integrado do Fogo.
Participantes: Universidade de Brasília - Departamento de Ecologia, Prevfogo/Ibama, ICMBio, Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal/CBMDF.
Direção/Produção Executiva: Carlos Henke de Oliveira
Direção Científica: Cendi Ribas Berni
Direção de Produção: Raquel Fetter
Direção de pós-produção: Daniel Carezzato
Realização: PROJETO PROMETEU (Universidade de Brasília
Este documentário mostra a agressiva expansão agropecuária ao longo da BR-163, no norte do Brasil.
'BR-163: progresso para quem?'
Expõe o desmatamento desenfreado e destaca os graves impactos dessa prática sobre a vida selvagem, as comunidades locais e o clima da região.
Com relatos da brigada do ICMBio, representantes de comunidades tradicionais e clínicas que resgatam e reabilitam a fauna silvestre, este material revela pra quem, de fato, é o progresso da BR-163.
Ficha técnica
País de Origem: Brasil
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 15 minutos
Ano de Lançamento: 2024
Realização e produção: Proteção Animal Mundial
Direção, design e animações:
Estúdio Bijari (Alexandre Marcati, Dani Violin, Débora Pistore, Geandre Tomazoni, Marcela Návia)
Roteiro, edição e cores: Danilo do Valle
Trilha original e mixagem: Xuxa Levy
Narração: Mahmundi
Fotografia: Fernanda Ligabue
Ilustrações: Dani Violin
Tradução Kayapó: Bepdjyre Txucarramae
Expedição de Campo: Júlia Trevisan, Melissa Menezes, Cladimir Gabriel Bruxel e Caio Vilela.
Entrevistados: Abiri Kayapó, Doto Takak-Ire, Edeilton Pereira, Ivete Bastos, Jailson dos Santos, Mirianne Coelho, Lilian Caldeira, Gustavo Canale, Ralph Pedroso e Roseana Oliveira.
Locais filmados: Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Colíder, Reserva Biológica Nascentes da Serra do Cachimbo, Terra Indígena Menkragnoti, Castelo dos Sonhos, Novo Progresso, Parque Nacional do Jamanxim, Alter do Chão, Floresta Nacional do Tapajós e Santarém.
Agradecimentos: Abiri Kayapó, Doto Kayapó, Edeilton Pereira, Ivete Bastos, Jailson dos Santos, Mirianne Coelho, Mahmundi, Lilian Caldeira, Gustavo Canale, Ralph Pedroso, Roseana Oliveira, Karine Camargo, Cassuça Benevides, Bepkukwyryti Kayapó, Bepdjyre Txucarramae, Melissa Menezes, Cladimir Gabriel Bruxel, Caio Vilela, Júlia Trevisan Instituto Kabu, Instituto Ecótono, Organização Amibem, Centro de Triagem de Animais Silvestres de Lucas do Rio Verde, Aukimia Clínica Veterinária, José Risonei Assis da Silva, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Artur Izabela, Renata Nitta, Rodrigo Gerhardt, Elcio Figueiredo, Carla Oliveira, Filipe Peduzzi, Juliana Modaneze, Aline Santos, Renata Pontes, Lisa Gunn, Telma Gaspar, Alexandre Marcati, Dani Violin, Débora Pistore, Geandre Tomazoni, Marcela Návia, Marcelo Macedo e Olavo Ekman.
Os rios voadores, conhecidos por transportar o vapor de água da Amazônia para as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, são extremamente volumosos. Eles podem carregar até 20 bilhões de toneladas de vapor de água por dia, um fluxo maior que o do Rio Amazonas! Esse fenômeno atmosférico tem um papel-chave no regime de chuvas do país. No entanto, as queimadas na Amazônia, Pantanal e Centro-Oeste estão afetando esses canais de vapor, que agora também transportam fumaça para outras regiões.
A newsletter do Observatório do Clima traz uma declaração de Marcelo Seluchi, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), explicando que os rios atmosféricos viraram, essa semana, "corredores de fumaça": “No norte do Brasil, os ventos quase sempre vêm de leste, carregando essa fumaça para oeste. Ela segue contornando os Andes em direção ao sul, e, nos últimos dias, chegou à região Sul do Brasil. O contorno desse movimento é muito claro nas imagens de satélite”.
A poluição chegou a São Paulo e outras grandes cidades, além de ser agravada pelos incêndios no interior do estado paulista.
Sem floresta, não temos água nem rios voadores. Com as queimadas, estamos transformando tudo em fumaça.
Saiba mais: Rios voadores exportam fumaça para o sul do país - Observatório do Clima (newsletter):
Este curso foi desenvolvido para capacitar gestores municipais e profissionais envolvidos na gestão pública ambiental, com foco nas diretrizes estabelecidas peloPrograma Município VerdeAzul(PMVA), conforme aResolução SEMIL nº 036 de 31 de março de 2024. O objetivo principal é fornecer conhecimento detalhado sobre cada tarefa dentro das diretivas do programa, preparando os participantes para a execução eficaz de políticas públicas ambientais.
Descrição do Curso O curso é composto por uma série de aulas, cada uma dedicada a uma diretiva específica do PMVA. As diretivas abordadas incluem temas como governança ambiental, adaptação às mudanças climáticas, educação ambiental, saneamento básico, resíduos sólidos, qualidade do ar, biodiversidade, arborização urbana e recursos hídricos. Desenvolvido com a colaboração de especialistas de cada área como compras públicas sustentáveis, mudanças climáticas, qualidade do ar, e educação ambiental dentre outros, o curso visa garantir uma compreensão abrangente e prática dos desafios e soluções no contexto municipal.
Público-Alvo
Este curso é destinado principalmente a gestores municipais, secretários de meio ambiente e outros profissionais que atuam na gestão pública ambiental. É uma ferramenta essencial para quem deseja entender e implementar as diretrizes do PMVA de forma eficiente e alinhada com as políticas ambientais do Estado de São Paulo.
Estrutura do Curso O curso será disponibilizado na modalidade de ensino a distância (EaD), permitindo flexibilidade de acesso aos conteúdos com disponibilização de certificado ao final. Cada aula será focada em uma diretiva específica do PMVA. Além disso, o curso também terá como base o Manual de Orientação do PMVA, que detalha os documentos comprobatórios necessários para a certificação e os parâmetros de avaliação das ações realizadas.
Objetivos Específicos – Capacitar gestores municipais: Fornecer conhecimentos técnicos e práticos para a implementação das diretrizes do PMVA. – Compreensão das diretivas: Explicar detalhadamente cada diretiva e as respectivas ações e tarefas, visando a certificação no programa. – Fortalecimento das políticas públicas ambientais: Incentivar a criação e execução de políticas públicas ambientais sustentáveis e eficazes.
Desenvolvimento e Colaboração O curso foi desenvolvido em parceria com a Coordenadoria de Educação Ambiental e especialistas de outras áreas da SEMIL, CETESB e outros órgãos de Estado em conjunto com a Coordenação do PMVA, contando com a participação de especialistas de diversas áreas relevantes para as diretivas do PMVA.
Conclusão Este curso é uma oportunidade para profissionais da gestão pública ambiental aprimorarem seus conhecimentos e habilidades, contribuindo para o desenvolvimento sustentável dos municípios paulistas. A participação no curso é um passo importante para alcançar a certificação no PMVA e promover uma gestão ambiental mais eficiente e responsável.
Precisamos reduzir quase pela metade as emissões de gases de efeito estufa até 2030 para manter o aquecimento global abaixo de 2 graus e evitar os impactos mais perigosos e devastadores da #MudançaClimática.
Não conseguiremos cumprir essa meta sem restaurar os ecossistemas e seus estoques de carbono.
A restauração de florestas e manguezais pode responder por mais de um terço da mitigação dos gases de efeito estufa que será necessária até 2030.
A ambiciosa restauração dos ecossistemas e a descarbonização da economia precisam andar de mãos dadas.
A Década das Nações Unidas da Restauração dos Ecossistemas (2021-2030) estabeleceu uma meta ambiciosa: restaurar 40% das terras do planeta até 2030.
Faça parte da #GeraçãoRestauração e comece um movimento de restauração na sua vizinhança, com seus familiares, amizades, vizinhas e vizinhos.
Confira o manual do @unep_pt para restauração de 8 tipos de ecossistemas degradados pela ação humana, dos espaços urbanos aos ecossistemas costeiros. Acesse o link nas Stories e na descrição do perfil da @onubrasil.
Ao longo de quase oito décadas, foram efetuados mais de 2.000 testes nucleares em mais de 60 locais em todo o mundo.
Estes testes deixaram um legado de destruição, tornando regiões inabitáveis e criando problemas de saúde a longo prazo para as pessoas.
Em sua mensagem, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alerta que “os recentes apelos ao reinício dos testes nucleares demonstram que as terríveis lições do passado estão sendo esquecidas – ou ignoradas.”
“Em nome das vítimas dos testes nucleares e das gerações futuras, apelo a todos os países cujas ratificações são necessárias para a entrada em vigor do Tratado de Proibição Total dos Testes Nucleares para que o façam – imediatamente e sem quaisquer condições.” - @antonioguterres, 29 de agosto de 2024
Em 1996 foi adotado o Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares. O instrumento internacional para pôr fim aos testes ainda não entrou em vigor, uma vez que não foi ratificado por todos os Estados-parte.
O Brasil ratificou o Tratado em 24 de julho de 1998.
Sobre a data:
O Dia Internacional contra os Testes Nucleares foi proclamado por ocasião do fechamento da área de Teste Nuclear de Semipalatinsk, na ex-República Soviética do Cazaquistão, em 29 de agosto de 1991.
A Assembleia Geral adotou uma resolução para marcar a data sob proposta do Cazaquistão em 2009.
A resolução pede maior consciência e educação “sobre os efeitos das explosões de teste de armas nucleares ou quaisquer outras explosões nucleares e a necessidade de seu fim como um dos meios de alcançar a meta de um mundo livre de armas nucleares”.
Para saber mais, acompanhe a cobertura da ONU News em português: news.un.org/pt (link nas Stories e na descrição do perfil da @onubrasil)
: Teste nuclear em Nevada, nos Estados Unidos, em 14 de setembro de 1957. Crédito: The Everett Project.
Esse é o momento em que esta cachorrinha nervosa se reencontra com as suas nove crias depois de um cara cruel os ter roubado e deixado abandonados num local deserto.
Não os abandone, eles não sobreviverão sozinhos, encontre famílias que queiram adota-los.
O número 1491 foi disponibilizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para receber denúncias sobre conteúdos mentirosos espalhados nas eleições. No evento, a ministra Cármen Lúcia explicou que a criação do canal visa promover maior agilidade ao trabalho executado pelo CIEDDE e dar uma resposta eficiente às mentiras digitais.
Segundo a ministra, a partir desta quarta-feira (7), o número 1491 estará disponível para eleitores de todo o Brasil discarem e denunciarem, sem qualquer custo, qualquer desinformação de que eles tenham notícias e que acharem que precisa ser devidamente verificada pela Justiça Eleitoral. Após o atendimento do telefonema, os integrantes do Centro verificarão se o relato é válido e darão o devido encaminhamento à denúncia, que poderá ser enviada à Polícia Federal, ao Ministério Público, ao tribunal regional eleitoral (TRE) ou ao juiz ou à juíza eleitoral.
“Para que, em um tempo, em uma velocidade recorde, a gente possa ter a resposta devida a esta denúncia ou a esta desconfiança, para que a pessoa não se engane sobre aquilo que lhe é passado, com o 1491, denunciam-se mentiras eleitorais e serão adotadas providências”, disse.
Se informe mais sobre desinformação no período ELEITORAL Site TSE clicando AQUI
As abelhas são essenciais, pois fornecem alimentos de alta qualidade-mel- e uma fonte de renda para muitas comunidades.
Aqui estão algumas medidas que você pode tomar para ajudar a preservar as abelhas:
Plante flores que produzem néctar, como calêndulas ou girassóis, para fins decorativos em varandas, terraços e jardins
Compre mel e outros produtos da colmeia do apicultor local mais próximo
Ajude a conscientizar crianças e adolescentes sobre a importância das abelhas e expressar seu apoio aos apicultores
Monte uma fazenda de polinizadores em sua varanda, terraço ou jardim
Preserve os campos antigos, que apresentam uma variedade maior de flores, e semeie plantas que produzem néctar
Corte a grama nos gramados somente depois que as plantas que produzem néctar tiverem terminado de florescer
Use pesticidas que não prejudiquem as abelhas e pulverize-os quando não houver vento, de manhã cedo ou tarde da noite, quando as abelhas se afastam das flores