Biodiversidade, Desiquilíbrio Climático, Sustentabilidade, Desmatamento, Poluição, Fauna e Flora e a Importância da Água na Manutenção da Vida e Ciência.
27 de setembro de 2017
21 de setembro de 2017
Como nascer, crescer e viver na Terra e não adorar árvores?
Como nascer, crescer e viver na Terra e não adorar árvores?
Como ter consciência de receber delas tanto Amor, de múltiplas formas, o tempo todo, há milênios e não considerá-las como simples e silenciosas mestras de Amar?
Seres gregários como nós, árvores vivem por longo tempo na floresta, onde se realizam como seres arbóreos.
Mesmo ao crescerem afastadas de sua comunidade, são capazes de se adaptar e continuar expressando Amor a todos os seres que podem alcançar.
E simplesmente por nutrirem-se de tudo o que precisam para Viver plenamente.
Árvores são pura Vida!
São capazes de se regenerar de cruéis podas e das feridas emergirem ainda mais fortes e belas.
De contornar complexos obstáculos e estenderem seus galhos em direção às condições luminosas, necessárias para florescer e frutificar.
De infiltrarem-se com suas raízes em solo profundo e expandirem-se no ar, para realizarem funções vitais.
E enquanto realizam tais funções, estabelecem parcerias amorosas e vitais, com todas as partes do Todo.
Ser árvore significa isto: viver em conexão plena com tudo.
Toda esta programação magnífica que rege seres tão amorosos é inerente a cada parte do Universo!
Somos células do mesmo Universo então, há a mesma programação em nós!
Que tal acordarmos, em conexão com elas, tão Grande Amor?
Texto: Lena Mouzinho
Imagens/Vídeo: Amanda Mello
Agradecimentos: Guataçara Monteiro e João Paulo Pessoa
Realização: Guataçara Brasil e Ocara
Acesse:
https://www.facebook.com/guatacarabrasil/
https://www.guatacara.com/
https://ocarablog.wordpress.com/
https://www.facebook.com/institutoocara/
19 de setembro de 2017
QUEM SÃO OS VERDADEIROS SELVAGENS?!!!
QUEM SÃO OS VERDADEIROS SELVAGENS?!!!
"Eu sou filho do rio, sou filho da terra, sou filho do sol! Eu sou filho da Mãe Natureza....eu sou ÍNDIO, eu sou filho do mesmo Brasil!!!
( Mística Xinguana)
2 de setembro de 2017
Decreto pode acabar com rotulagem de transgênico
Governo deve publicar decreto para substituir proposta de 2015 que acaba com a identificação de alimentos transgênicos, mas que não foi aprovada pelos parlamentares
Fonte: Greenpeace
LEIA MAIS...
Criaturas gigantes protestam conta a BP
Peixes e medusas foram para a frente da sede da companhia petrolífera BP pedir que ela abandone seus planos de perfuração próximo aos Corais da Amazônia. Saiba mais:
Greenpeace: Criaturas gigantes do mar protestam contra BP
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AGRESSÕES A NATUREZA,
AMAZÔNIA,
GREENPEACE
Local:JOSÉ BONIFÁCIO-SP, BRASIL.
Amazonas, Brasil
3 de agosto de 2017
MEUS CÃES
O que mais me atrai nos animais é que eles não usam palavras...
Eles usam sentimentos!
Eles usam sentimentos!
Meus Cães:
Duquesa:
Dorinha:
Barão:
A DUQUESA que aparece numa das fotos morreu no dia 21/08/2017, clique no link abaixo e veja mais fotos em sua homenagem:
ADEUS A UMA GERREIRA
DUQUESA:
Dorinha:
Barão:
A DUQUESA que aparece numa das fotos morreu no dia 21/08/2017, clique no link abaixo e veja mais fotos em sua homenagem:
ADEUS A UMA GERREIRA
7 de maio de 2017
19 de abril de 2017
Dia 19 de abril - Dia do Índio
Dia 19 de abril - Dia do Índio também é dia de relembrar a importância da garantia dos direitos indígenas.
O Estado pode decidir - em relação aos direitos indígenas e à demarcação de terras - respeitar, proteger e realizar os direitos dos índios.
Ou pode perpetuar violações a esses direitos.
Nessa decisão, a omissão é violação - diz o subprocurador-geral da República Luciano Mariz Maia, coordenador da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF.
Ministério Público Federal - MPF
O Estado pode decidir - em relação aos direitos indígenas e à demarcação de terras - respeitar, proteger e realizar os direitos dos índios.
Ou pode perpetuar violações a esses direitos.
Nessa decisão, a omissão é violação - diz o subprocurador-geral da República Luciano Mariz Maia, coordenador da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF.
Ministério Público Federal - MPF
14 de março de 2017
6 de março de 2017
Democratização da Informação Ambiental
Entrevista exclusiva concedida ao jornalista Paulo Paiva, durante sua visita a Ilhéus em outubro de 2009, para participar do lançamento da Rede de Coalisão Sul da Bahia Justo e Sustentável. Naquela oportunidade, o ícone da luta pela democratização da informação ambiental, falou sobre esse tema, e também, sobre a polêmica do Porto de Minérios em Ilhéus.
SOBRE VILMAR BERNA
Vilmar Sidnei Demamam Berna é gaúcho, nascido em 11/10/1956, em Porto Alegre (RS) e vive em Jurujuba, Niterói (RJ), em frente à Baía de Guanabara, numa comunidade de pescadores artesanais. Por sua luta constante pela formação da cidadania ambiental planetária foi reconhecido pelas Organizações das Nações Unidas -- ONU, em 1999, no Japão, com o Prêmio Global 500 Para o Meio Ambiente. Em 2002, recebeu o título de Cidadão Niteroiense e, em 2003, o Prêmio Verde das Américas, entre outros.
.
Participou da fundação de várias organizações da sociedade civil, sem fins lucrativos, dedicadas às lutas por um mundo melhor, mais ecológico, pacífico e democrático, entre as quais se destacam a UNIVERDE, em 1980, em São Gonçalo (RJ), os Defensores da Terra, em 1984, na Cidade do Rio de Janeiro, e mais recentemente a REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental, com sede em Niterói (RJ), da qual é editor voluntário da Revista do Meio Ambiente e do www.portaldomeioambiente.org.br distribuídos gratuitamente com o objetivo de contribuir na formação de uma nova consciência ambiental e na cidadania ambiental em nossa sociedade.
Fonte: Eco Estúdio
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AS ÁRVORES,
AS ÁRVORES E A SUA IMPORTÂNCIA,
Democratização da Informação Ambiental,
NATUREZA E MEIO AMBIENTE,
V Í D E O S
Local:JOSÉ BONIFÁCIO-SP, BRASIL.
Ilhéus - BA, Brasil
3 de março de 2017
ONU pede apoio à defesa dos direitos humanos
Em meio a uma “profunda incerteza”, o principal organismo de direitos humanos das Nações Unidas lançou nesse mês um apelo de 253 milhões de dólares – o maior de sua história – com o objetivo de reforçar o seu programa de trabalho de 2017 para proteger e promover os direitos das pessoas em todo o mundo. O chefe de direitos humanos da Organização, Zeid Ra’ad Al Hussein, alertou para o aumento da xenofobia e da discriminação em todo o mundo: http://bit.ly/2mhy8rA
Vídeo do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH). Adaptação para o português: Naiara Azevedo/UNIC Rio.
(Imagem de capa: Juba, Sudão do Sul. Foto: ONU/Eskinder Debebe)
ONU Brasil
28 de fevereiro de 2017
13 de fevereiro de 2017
O futuro que queremos
Desenho animado sobre Economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza; também apresenta o conceito de Pegada Ecológica.
SARGENTO ROMUALDO - O Lendário "66"- PARAQUEDISTA MILITAR
Uma homenagem ao nosso querido amigo "66", a Lenda viva, que com sua notável fibra e vibração inspirou milhares de militares a se tornarem paraquedistas.
3 de fevereiro de 2017
O EXTERMÍNIO DAS ABELHAS NO MUNDO
.
A ganância em busca de alta produtividade leva ao Agronegócio e até mesmo os pequenos produtores rurais ao uso excessivo de agrotóxico sendo uma das principais causas do holocausto das abelhas.
As noticias vem de vários pontos mostrando o protesto e desespero de apicultores, que vê pelo chão todo seu trabalho e o sonho de uma boa colheita de mel tudo transformado em milhares de abelhas mortas como se fossem folhas secas sendo arrastadas pelo vento.
Além do prejuízo injusto para esses apicultores é uma tragédia ambiental que devemos nos alertar a respeito.
Veja abaixo o alerta de um dos maiores cientistas que o mundo já viu:
"Olhem as abelhas, se elas sumirem a humanidade tem um máximo de quatro anos de sobrevida, pois não haverá plantas e nem animais, a polinização é a grande responsável pela produção de alimentos". Albert Einstein
Será que o homem teria condições de realizar a polinização de todas as plantas sobre a Terra?
Desenho Kleber Ribeiro
30 de janeiro de 2017
Senciência nos animais? artigo de Fernanda Tripode
Inicialmente importante sabermos o que significa “senciência”. Consiste em “a capacidade que um ser possui para sentir dor, medo, angústia, prazer e alegria”, sendo uma palavra que ainda não consta no dicionário formal da língua portuguesa, somente a palavra “senciente”, definido como aquele “que sente”.
Ciência e a “Senciência nos animais”
A definição de “senciência” nos animais encontra grande “ceticismo” em alguns segmentos do âmbito científico.
Para a grande maioria dos cientistas, que particularmente rotulo de “céticos”, (com o devido respeito à outros entendimentos), considerar a vida emocional nos animais, exige considerável e incontestável prova científica.
Não houve prova o contrário, ou seja, declaração da “ não existência da senciência em animais”, mas, esse fato não é levado em consideração. Segundo um dos estudiosos da consciência animal, Donald Griffin, a grande maioria entre a comunidade científica exige maiores evidências para aceitar os sentimentos nos animais, fato que não ocorre em outras áreas da ciência.
A razão desta exigência dá-se pelas experiências subjetivas serem assuntos privados, ou seja, que residam no cérebro de cada um, sendo inacessíveis aos outros. Esta conclusão torna o assunto restrito e conveniente aos “céticos cientistas”, ao afirmarem que jamais terão certeza dos sentimentos dos animais e, por este motivo, encerrarem a questão. Neste aspecto, interessante notar que numa análise dos estudos científicos, verificaremos que raramente temos um conhecimento por completo das questões envolvidas em qualquer assunto, sendo usado a predição em cada caso específico. A ciência pode fazer a predição com base na observação.
Aliás, perfeição no conhecimento é algo que pouquíssimos cientistas puderam oferecer. Na verdade, ao seguirmos essa linha de análise, devemos reconhecer que a senciência de outro ser humano também não pode ser provada cientificamente. O acesso à mente e aos sentimentos de outros indivíduos é limitado porque não podemos adentrar na esfera privada de um outro indivíduo, humano ou não humano, consequentemente “sentir o que esse ser sente”.
Mas, evidentemente, que essa limitação não nos impede de compreender ou pelo menos “tentar compreender”, o que um outro ser humano está sentindo, nem nos impede de utilizar essa informação para tomarmos decisões com respeito e ética ao agirmos.
A ciência tradicional cartesiana precisa evoluir da postura simplista de “não temos certeza, então não existe”.
Por outro lado, vários cientistas vêm compreendendo e dando ênfase sobre a questão da senciência animal. Estamos numa mudança, a transição para uma ciência mais repleta de valores e ciente de suas limitações já se iniciou, pelo menos no que diz respeito à ciência animal. As recentes descobertas têm alardeado debates à respeito da consciência animal que já vinha sendo discutido entre filósofos, psicólogos e outros cientistas. E caso seja reconhecido que os animais podem pensar, então a idéia de que a consciência é um atributo único dos humanos, um dos postulados básicos do ocidente desde o filósofo francês Renè Descartes – onde argumentava que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor, sendo que os maus tratos não eram errados – torna-se insustentável.
Senciência nos seres humanos e não humanos/animais
Nós seres humanos, somos sencientes, sentimos raiva, medo, felicidade, prazer, dor, dentre outros sentimentos. Possuímos sistema nervoso central, onde nossa mente capta informações que nos fazem reagir à todos os sentimentos mencionados. O mesmo ocorre com um ser não humano / animal, que possui o sistema nervoso central, tornando consciente de sua percepção sensorial, reagindo à todos os sentimentos provocados externamente.
A mente humana e não humana, interagem em seus mundos de acordo com suas naturezas. A mente do ser humano usa da linguagem simbólica para interagir com o seu mundo, podendo ser diferente da mente de outras espécies, onde podem usar de forma diversa para interagir com seus próprios mundos e de acordo com suas comunidades de cada espécies. Torna-se impossível saber com precisão a forma usada, porém, é irrelevante, pois tanto os humanos quanto outras espécies não humanas/animais, são sencientes e capazes da consciência de sua percepção sensorial. Possuem interesses, inerentes à sua própria natureza, todos têm preferências, desejos ou vontades.
O pensamento humano e não humano/animal apresentam diferenças no modo de pensar sobre seus interesses, mas, não há dúvidas que têm iguais interesses básicos, sendo alguns deles: não “sentir” dor e de sofrer, o interesse de permanecerem vivos e junto de sua respectiva comunidade. São interesses inerentes às suas naturezas, ligados à própria senciência de seres humanos e não humanos/animais.
Mas… e as plantas ? Elas também sentem e sofrem!!!…
Como poderá ocorrer, algum leitor após essas breves análises sobre a senciência nos animais, consequentemente indagar: mas, e as plantas? E o Reino vegetal ?
Na verdade noto que raramente essa indagação é com o propósito de uma discussão e esclarecimento sobre a senciência nas plantas, mas sim, pelo fato de tentar abranger a senciência nas plantas (como se fosse possível) e concluir: se plantas e animais sentem, é correto que continue com a prática de sofrimento aos animais, ou seja, “ se não posso impedir que a planta sofra, portanto, não posso impedir que ninguém sofra, assim, estou com a consciência tranquila do meu entendimento de infligir sofrimento animal.”
Entendo que é mais uma desculpa e um álibe para continuar no ato reiterado de contribuir sofrimento animal: já que não posso impedir o sofrimento numa alface, então vou continuar matando porcos, galinhas, bois, peixes, cordeiros…
Por mais que essas diferenças sejam dotadas de lógica e bom senso, torna-se viável esclarecer alguns dos muitos aspectos que diferenciam seres humanos/não humanos-animais (reino animal) das plantas (reino vegetal):
Primeiramente, quando retiramos frutos, folhas, sementes dos vegetais, esses não morrem. Quando podamos uma planta, ela não morre. Obviamente que, caso retiremos a planta pela raíz ela morrerá, porém, não são capazes de sentir “dor”.
Plantas não são dotadas de sistema nervoso central, logo não possuem a senciência. Para serem capazes de sentir dor e sofrer, necessitariam possuir a senciência.
Plantas respondem à estímulos, diferentemente de possuir senciência, pois, inclusive organismos não-vivos como células e proteínas respondem à estímulos. (Quem nunca viu isso no microscópio naquelas aulas de laboratório do colégio ?)
Caso as plantas tenham algum tipo de sensibilidade, situação hipotética, ela seria muito diferente da senciência dos animais, inclusive essa questão é abordada nos estudos que tratam da sensibilidade das plantas. Podem ter mecanismos de defesa, atração, estratégias de dispersão de sementes ou mesmo captura de presas, porém, não experimentam dor ou sentimentos como os seres não humanos/animais e os humanos.
Mesmo com essas poucas, entre as muitas diferenças existentes, sempre terá alguém afirmando que as plantas não diferem dos animais, em relação aos sentimentos, porém, o único propósito com a afirmativa é confrontar e não dialogar, já que com o mínimo de bom senso, sem necessitar de inteligência, conseguimos compreender claramente a diferença entre os animais e as plantas. Afinal não é difícil compreender diferenças entre aparar uma grama / cortar um tomate e cortar o pescoço de um cão, galinha, ou de qualquer outro animal !
A subjetividade na senciência – Aplicação da ética e respeito
Para esclarecer melhor sobre a senciência e sua subjetividade tanto no ser humano, quanto nos animais, traço alguns exemplos:
Um ser humano ainda incapaz- bebê humano. Sabemos que é um ser senciente, assim, se fizermos algo à esse ser, mutilá-lo ou maltratá-lo de alguma forma, sabemos que “sente”, não pelo “choro” ou por se “debater”. Mas, compreenderemos que possa sentir a dor e o sofrimento, em razão de que possuimos a consciência para compreender que “bebês humanos” são seres sencientes e que por questão de respeito e ética, não devemos maltratar um ser possuidor de senciência. O ponto crucial de impedir o ato cruel à um bebê é o caráter moral desenvolvido no cérebro do ser humano, através da cultura na sociedade em que vive, praticando a ética e o respeito, cumprindo Leis que nasceram dessa cultura. Assim, estará ciente de que caso ultrapasse a linha do caráter moral, a ética e o respeito, valores basilares de uma sociedade, terá a devida punição. Desta forma, o ser humano não maltrata um bebê, por compreender o sofrimento diante o seu caráter moral desenvolvido, através de sua cultura, consequentemente agindo com ética e respeito e não “por sentir o que esse bebê humano sente”.
Caso o ser humano, totalmente capaz, também seja vitimado pela dor, ao cortá-lo, não saberei o que sente pelo fato de simplesmente afirmar que “sofre” e “que dói” , pois, é subjetivo, ele diz que “sente a dor”, mas, “eu não sinto”. Não posso adentrar a sua mente, mas, posso usar da predição, aplicar a ética e respeito, impedindo que esse ser sinta dor e sofra. Assim, temos que a senciência é subjetiva, pois, não podemos dizer sobre o outro ser, somente sobre o nosso sentimento.
Caso algo me faça sentir “dor” e “sofrimento”, poderei medir o grau do sofrimento, se fizerem à um bezerro ou à um bebê humano, cortando-os, nestes casos, não poderei medir o grau de sentimento experimentados por eles, somente com relação ao meu próprio sentimento, com relação especificamente aos exemplos – bezerro e bebê humano, saberei que ambos estarão sofrendo, por serem seres sencientes, e ter na minha concepção de moral desenvolvida , e, aplicação da ética e respeito, que devo impedir os dois atos de sofrimento.
Diga-se que essa concepção moral desenvolvida, a maiorira dos seres humanos aplicam somente a sua própria espécie. A senciência de outros seres são deixadas de lado, não aplicando a ética e respeito, pois, o ser humano desenvolve a capacidade mental de compreender que os animais são de uso e exploração, e esse caráter moral desenvolvido passa por gerações.
E nesse aspecto que nasce um grupo formado por minorias de pessoas das mais diversas culturas, nacionalidades, crenças, religiões, onde compreendem claramente a senciência nos animais; possuem a concepção moral de não infligir dor e sofrimento também aos animais, estendendo a ética e o respeito para com seres de outras espécies, são os denominados “veganos”. (meu entendimento sobre “veganos”, uns entendem que veganos são aqueles que independente de moralidade, somente aplicam-se a ética e o respeito, particularmente entendo que o vegano desenvolve o caráter moral também com os animais).
Recentes pesquisas sobre a questão da senciência animal
Conforme recentes pesquisas científicas, os animais são considerados “seres sencientes”, ou seja, eles possuem a capacidade emocional para sentir dor, medo, prazer, alegria e estresse, além de terem memória e, até mesmo, saudades. Foi diante este princípio da senciência nos animais que a WSPA (World Society for the Protection of Animals), realizou um documentário através do filme “Animais, Seres Sencientes”, demonstrando que o conceito de senciência animal, se aplica a todos os animais vertebrados – mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes. Possuindo a capacidade da percepção de sentimentos como agonia, medo, dor, dentre outros.
O documentário teve a participação dos maiores especialistas em bem-estar animal do Brasil e do mundo. Eles comentaram, de maneira clara e didática, sobre os animais usados para consumo, entretenimento, produção de ovos e leites, selvagens, dentre outros tipos de explorações.
A omissão
Muitos, apesar de reconhecerem a existência da senciência nos animais e o quanto é errado o que ocorre à eles, preferem a omissão: “Não quero ver. Não gosto de ver isso. Nem me fale sobre isso. Não quero informação. Não quero saber, pois, vou sofrer. Eu não suporto crueldade com animais. Prefiro não saber, pois, gosto de churrasco”, “Já foi morto mesmo, então eu como”, dentre outros.
Mas, mesmo diante de todos os argumentos, as comprovações da senciência e de sofrimento que animais passam dia e noite, continua-se no ato de contribuir para a exploração, uso e assassinato animal, puramente pela omissão. É mais fácil e cômodo. Está mais do que na hora de raciocinarmos sobre nossos atos com os seres não humanos/ animais, dotados de senciência e tomarmos uma atitude deixando a omissão e comodismo de lado.
Como sempre lemos e ouvimos: O silêncio generalizado sempre favorece ao opressor nunca a vítima.
Conclusão
Portanto, a senciência existe tanto em seres humanos, quanto em não humanos/animais, sendo que, cada um possui direitos e interesses inerentes de sua própria natureza, dentre eles: não sofrerem, não sentirem dor, medo e angústia; não morrerem, não serem explorados e maltratados; devendo estender a ética e o respeito, à todos esses seres possuidores de senciência, independentemente de espécie.
“O passado fugiu, o que esperas está ausente, mas o presente é teu”.(Provérbio árabe)
* Fernanda Tripode – Advogada e vegana
** Colaboração de Izamarina Martins para o EcoDebate, 15/03/2011
[ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]
FONTE: http://www.ecodebate.com.br
Ciência e a “Senciência nos animais”
A definição de “senciência” nos animais encontra grande “ceticismo” em alguns segmentos do âmbito científico.
Para a grande maioria dos cientistas, que particularmente rotulo de “céticos”, (com o devido respeito à outros entendimentos), considerar a vida emocional nos animais, exige considerável e incontestável prova científica.
Não houve prova o contrário, ou seja, declaração da “ não existência da senciência em animais”, mas, esse fato não é levado em consideração. Segundo um dos estudiosos da consciência animal, Donald Griffin, a grande maioria entre a comunidade científica exige maiores evidências para aceitar os sentimentos nos animais, fato que não ocorre em outras áreas da ciência.
A razão desta exigência dá-se pelas experiências subjetivas serem assuntos privados, ou seja, que residam no cérebro de cada um, sendo inacessíveis aos outros. Esta conclusão torna o assunto restrito e conveniente aos “céticos cientistas”, ao afirmarem que jamais terão certeza dos sentimentos dos animais e, por este motivo, encerrarem a questão. Neste aspecto, interessante notar que numa análise dos estudos científicos, verificaremos que raramente temos um conhecimento por completo das questões envolvidas em qualquer assunto, sendo usado a predição em cada caso específico. A ciência pode fazer a predição com base na observação.
Aliás, perfeição no conhecimento é algo que pouquíssimos cientistas puderam oferecer. Na verdade, ao seguirmos essa linha de análise, devemos reconhecer que a senciência de outro ser humano também não pode ser provada cientificamente. O acesso à mente e aos sentimentos de outros indivíduos é limitado porque não podemos adentrar na esfera privada de um outro indivíduo, humano ou não humano, consequentemente “sentir o que esse ser sente”.
Mas, evidentemente, que essa limitação não nos impede de compreender ou pelo menos “tentar compreender”, o que um outro ser humano está sentindo, nem nos impede de utilizar essa informação para tomarmos decisões com respeito e ética ao agirmos.
A ciência tradicional cartesiana precisa evoluir da postura simplista de “não temos certeza, então não existe”.
Por outro lado, vários cientistas vêm compreendendo e dando ênfase sobre a questão da senciência animal. Estamos numa mudança, a transição para uma ciência mais repleta de valores e ciente de suas limitações já se iniciou, pelo menos no que diz respeito à ciência animal. As recentes descobertas têm alardeado debates à respeito da consciência animal que já vinha sendo discutido entre filósofos, psicólogos e outros cientistas. E caso seja reconhecido que os animais podem pensar, então a idéia de que a consciência é um atributo único dos humanos, um dos postulados básicos do ocidente desde o filósofo francês Renè Descartes – onde argumentava que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor, sendo que os maus tratos não eram errados – torna-se insustentável.
Senciência nos seres humanos e não humanos/animais
Nós seres humanos, somos sencientes, sentimos raiva, medo, felicidade, prazer, dor, dentre outros sentimentos. Possuímos sistema nervoso central, onde nossa mente capta informações que nos fazem reagir à todos os sentimentos mencionados. O mesmo ocorre com um ser não humano / animal, que possui o sistema nervoso central, tornando consciente de sua percepção sensorial, reagindo à todos os sentimentos provocados externamente.
A mente humana e não humana, interagem em seus mundos de acordo com suas naturezas. A mente do ser humano usa da linguagem simbólica para interagir com o seu mundo, podendo ser diferente da mente de outras espécies, onde podem usar de forma diversa para interagir com seus próprios mundos e de acordo com suas comunidades de cada espécies. Torna-se impossível saber com precisão a forma usada, porém, é irrelevante, pois tanto os humanos quanto outras espécies não humanas/animais, são sencientes e capazes da consciência de sua percepção sensorial. Possuem interesses, inerentes à sua própria natureza, todos têm preferências, desejos ou vontades.
O pensamento humano e não humano/animal apresentam diferenças no modo de pensar sobre seus interesses, mas, não há dúvidas que têm iguais interesses básicos, sendo alguns deles: não “sentir” dor e de sofrer, o interesse de permanecerem vivos e junto de sua respectiva comunidade. São interesses inerentes às suas naturezas, ligados à própria senciência de seres humanos e não humanos/animais.
Mas… e as plantas ? Elas também sentem e sofrem!!!…
Como poderá ocorrer, algum leitor após essas breves análises sobre a senciência nos animais, consequentemente indagar: mas, e as plantas? E o Reino vegetal ?
Na verdade noto que raramente essa indagação é com o propósito de uma discussão e esclarecimento sobre a senciência nas plantas, mas sim, pelo fato de tentar abranger a senciência nas plantas (como se fosse possível) e concluir: se plantas e animais sentem, é correto que continue com a prática de sofrimento aos animais, ou seja, “ se não posso impedir que a planta sofra, portanto, não posso impedir que ninguém sofra, assim, estou com a consciência tranquila do meu entendimento de infligir sofrimento animal.”
Entendo que é mais uma desculpa e um álibe para continuar no ato reiterado de contribuir sofrimento animal: já que não posso impedir o sofrimento numa alface, então vou continuar matando porcos, galinhas, bois, peixes, cordeiros…
Por mais que essas diferenças sejam dotadas de lógica e bom senso, torna-se viável esclarecer alguns dos muitos aspectos que diferenciam seres humanos/não humanos-animais (reino animal) das plantas (reino vegetal):
Primeiramente, quando retiramos frutos, folhas, sementes dos vegetais, esses não morrem. Quando podamos uma planta, ela não morre. Obviamente que, caso retiremos a planta pela raíz ela morrerá, porém, não são capazes de sentir “dor”.
Plantas não são dotadas de sistema nervoso central, logo não possuem a senciência. Para serem capazes de sentir dor e sofrer, necessitariam possuir a senciência.
Plantas respondem à estímulos, diferentemente de possuir senciência, pois, inclusive organismos não-vivos como células e proteínas respondem à estímulos. (Quem nunca viu isso no microscópio naquelas aulas de laboratório do colégio ?)
Caso as plantas tenham algum tipo de sensibilidade, situação hipotética, ela seria muito diferente da senciência dos animais, inclusive essa questão é abordada nos estudos que tratam da sensibilidade das plantas. Podem ter mecanismos de defesa, atração, estratégias de dispersão de sementes ou mesmo captura de presas, porém, não experimentam dor ou sentimentos como os seres não humanos/animais e os humanos.
Mesmo com essas poucas, entre as muitas diferenças existentes, sempre terá alguém afirmando que as plantas não diferem dos animais, em relação aos sentimentos, porém, o único propósito com a afirmativa é confrontar e não dialogar, já que com o mínimo de bom senso, sem necessitar de inteligência, conseguimos compreender claramente a diferença entre os animais e as plantas. Afinal não é difícil compreender diferenças entre aparar uma grama / cortar um tomate e cortar o pescoço de um cão, galinha, ou de qualquer outro animal !
A subjetividade na senciência – Aplicação da ética e respeito
Para esclarecer melhor sobre a senciência e sua subjetividade tanto no ser humano, quanto nos animais, traço alguns exemplos:
Um ser humano ainda incapaz- bebê humano. Sabemos que é um ser senciente, assim, se fizermos algo à esse ser, mutilá-lo ou maltratá-lo de alguma forma, sabemos que “sente”, não pelo “choro” ou por se “debater”. Mas, compreenderemos que possa sentir a dor e o sofrimento, em razão de que possuimos a consciência para compreender que “bebês humanos” são seres sencientes e que por questão de respeito e ética, não devemos maltratar um ser possuidor de senciência. O ponto crucial de impedir o ato cruel à um bebê é o caráter moral desenvolvido no cérebro do ser humano, através da cultura na sociedade em que vive, praticando a ética e o respeito, cumprindo Leis que nasceram dessa cultura. Assim, estará ciente de que caso ultrapasse a linha do caráter moral, a ética e o respeito, valores basilares de uma sociedade, terá a devida punição. Desta forma, o ser humano não maltrata um bebê, por compreender o sofrimento diante o seu caráter moral desenvolvido, através de sua cultura, consequentemente agindo com ética e respeito e não “por sentir o que esse bebê humano sente”.
Caso o ser humano, totalmente capaz, também seja vitimado pela dor, ao cortá-lo, não saberei o que sente pelo fato de simplesmente afirmar que “sofre” e “que dói” , pois, é subjetivo, ele diz que “sente a dor”, mas, “eu não sinto”. Não posso adentrar a sua mente, mas, posso usar da predição, aplicar a ética e respeito, impedindo que esse ser sinta dor e sofra. Assim, temos que a senciência é subjetiva, pois, não podemos dizer sobre o outro ser, somente sobre o nosso sentimento.
Caso algo me faça sentir “dor” e “sofrimento”, poderei medir o grau do sofrimento, se fizerem à um bezerro ou à um bebê humano, cortando-os, nestes casos, não poderei medir o grau de sentimento experimentados por eles, somente com relação ao meu próprio sentimento, com relação especificamente aos exemplos – bezerro e bebê humano, saberei que ambos estarão sofrendo, por serem seres sencientes, e ter na minha concepção de moral desenvolvida , e, aplicação da ética e respeito, que devo impedir os dois atos de sofrimento.
Diga-se que essa concepção moral desenvolvida, a maiorira dos seres humanos aplicam somente a sua própria espécie. A senciência de outros seres são deixadas de lado, não aplicando a ética e respeito, pois, o ser humano desenvolve a capacidade mental de compreender que os animais são de uso e exploração, e esse caráter moral desenvolvido passa por gerações.
E nesse aspecto que nasce um grupo formado por minorias de pessoas das mais diversas culturas, nacionalidades, crenças, religiões, onde compreendem claramente a senciência nos animais; possuem a concepção moral de não infligir dor e sofrimento também aos animais, estendendo a ética e o respeito para com seres de outras espécies, são os denominados “veganos”. (meu entendimento sobre “veganos”, uns entendem que veganos são aqueles que independente de moralidade, somente aplicam-se a ética e o respeito, particularmente entendo que o vegano desenvolve o caráter moral também com os animais).
Recentes pesquisas sobre a questão da senciência animal
Conforme recentes pesquisas científicas, os animais são considerados “seres sencientes”, ou seja, eles possuem a capacidade emocional para sentir dor, medo, prazer, alegria e estresse, além de terem memória e, até mesmo, saudades. Foi diante este princípio da senciência nos animais que a WSPA (World Society for the Protection of Animals), realizou um documentário através do filme “Animais, Seres Sencientes”, demonstrando que o conceito de senciência animal, se aplica a todos os animais vertebrados – mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes. Possuindo a capacidade da percepção de sentimentos como agonia, medo, dor, dentre outros.
O documentário teve a participação dos maiores especialistas em bem-estar animal do Brasil e do mundo. Eles comentaram, de maneira clara e didática, sobre os animais usados para consumo, entretenimento, produção de ovos e leites, selvagens, dentre outros tipos de explorações.
A omissão
Muitos, apesar de reconhecerem a existência da senciência nos animais e o quanto é errado o que ocorre à eles, preferem a omissão: “Não quero ver. Não gosto de ver isso. Nem me fale sobre isso. Não quero informação. Não quero saber, pois, vou sofrer. Eu não suporto crueldade com animais. Prefiro não saber, pois, gosto de churrasco”, “Já foi morto mesmo, então eu como”, dentre outros.
Mas, mesmo diante de todos os argumentos, as comprovações da senciência e de sofrimento que animais passam dia e noite, continua-se no ato de contribuir para a exploração, uso e assassinato animal, puramente pela omissão. É mais fácil e cômodo. Está mais do que na hora de raciocinarmos sobre nossos atos com os seres não humanos/ animais, dotados de senciência e tomarmos uma atitude deixando a omissão e comodismo de lado.
Como sempre lemos e ouvimos: O silêncio generalizado sempre favorece ao opressor nunca a vítima.
Conclusão
Portanto, a senciência existe tanto em seres humanos, quanto em não humanos/animais, sendo que, cada um possui direitos e interesses inerentes de sua própria natureza, dentre eles: não sofrerem, não sentirem dor, medo e angústia; não morrerem, não serem explorados e maltratados; devendo estender a ética e o respeito, à todos esses seres possuidores de senciência, independentemente de espécie.
“O passado fugiu, o que esperas está ausente, mas o presente é teu”.(Provérbio árabe)
* Fernanda Tripode – Advogada e vegana
** Colaboração de Izamarina Martins para o EcoDebate, 15/03/2011
[ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]
FONTE: http://www.ecodebate.com.br
10 de janeiro de 2017
Hino Oficial da Campanha da Fraternidade 2017 - Cultivar e guardar a criação
FONTE VÍDEO: Franciscanos Rondinha
Tema:
“Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”
Lema: “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15)
HINO OFICIAL DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017
Letra: Padre José Antônio de Oliveira
Música: Wanderson Luiz Freitas
Louvado seja, ó Senhor, pela mãe terra,
que nos acolhe, nos alegra e dá o pão.
Queremos ser os teus parceiros na tarefa
de "cultivar e bem guardar a criação."
Refrão:
Da Amazônia até os Pampas,
do Cerrado aos Manguezais,
chegue a ti o nosso canto
pela vida e pela paz (2x)
.
Vendo a riqueza dos biomas que criaste,
feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom!
E pra cuidar a tua obra nos chamaste
a preservar e cultivar tão grande dom.
.
Por toda a costa do país espalhas vida;
São muitos rostos - da Caatinga ao Pantanal:
Negros e índios, camponeses: gente linda,
lutando juntos por um mundo mais igual.
.
Senhor, agora nos conduzes ao deserto
e, então nos falas, com carinho, ao coração,
pra nos mostrar que somos povos tão diversos,
mas um só Deus nos faz pulsar o coração.
.
Se contemplamos essa "mãe" com reverência,
não com olhares de ganância ou ambição,
o consumismo, o desperdício, a indiferença
se tornam luta, compromisso e proteção.
.
Que entre nós cresça uma nova ecologia,
onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim,
possam cantar na mais perfeita sinfonia
ao Criador que faz da terra o seu jardim.
.
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Publicado em:
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017- (HINO OFICIAL),
V Í D E O S
Local:JOSÉ BONIFÁCIO-SP, BRASIL.
Rondinha, RS, Brasil
4 de janeiro de 2017
2 de janeiro de 2017
Novo Horizonte continua com o 1º lugar do Estado no Programa Município Verde Azul
O 1º lugar do Estado de São Paulo no Programa Município Verde Azul, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, é de Novo Horizonte. O anúncio de que o município continua liderando o ranking ambiental paulista pela 2ª vez consecutiva foi feito na tarde desta quinta-feira, durante evento realizado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, no São Paulo Expo, na Capital. Com 98,69 pontos, Novo Horizonte está à frente de Botucatu, que tem 98,11 pontos.
Durante a solenidade de apresentação do Ranking Ambiental, o Secretário Estadual do Meio Ambiente Ricardo Salles, anunciou as parcerias com as Secretarias de Agricultura e Abastecimento e de Saneamento e Recursos Hídricos para o próximo ciclo do programa. Ele também apresentou ao público presente duas novas ferramentas que vão ser usadas pela Secretaria. A primeira delas localiza áreas com incidência do bioma cerrado no Estado. O trabalho, que permite identificar a ocorrência do cerrado, comparando imagens de 1989 e 2010, foi desenvolvido pela Embrapa e contou com o apoio da Secretaria do Meio Ambiente. A outra ferramenta foi o “Mapa das Áreas de Preservação Permanente (APPs) Hídricas no Estado de São Paulo”. A ferramenta, que está no site da Secretaria do Meio Ambiente, mostra a situação das Áreas de Preservação Permanente Hídricas do Estado de São Paulo, de abrangência municipal, na escala 1:20.000. O Mapa, que será entregue a todos os municípios, é um estudo realizado pela Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável para o Ministério do Meio Ambiente.
Conforme apresentado no IX Encontro Estadual do Programa Município Verde Azul, Novo Horizonte continua evoluindo na gestão ambiental. De todas as dez diretrizes do programa, o município alcançou nota máxima em sete: Biodiversidade, Arborização Urbana, Educação Ambiental, Cidade Sustentável, Gestão das Águas, Qualidade do Ar e Estrutura Ambiental.
Na mesma solenidade foi concedido o Prêmio Franco Montoro para os melhores colocados no ranking em cada uma das Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Novo Horizonte também foi contemplada com essa premiação. O prêmio foi idealizado em homenagem ao fundador do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), embrião da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e defensor da descentralização administrativa e fortalecimento dos municípios.
Lançado em 2007, o Programa “Município Verde Azul” atesta a qualidade e o comprometimento das administrações municipais em desenvolver e executar políticas ambientais. A certificação é requisito fundamental para obter prioridade em verbas do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (Fecop) e Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro).
Além do prefeito Toyota, estiveram na Capital Paulista, a vice-prefeita Bete Baleiro, o Diretor de Agricultura, Leandro Brabo da Crus, o Assessor Adjunto de Meio Ambiente, Mauro Zanelatto Júnior, o Assessor de Planejamento de Recursos Humanos, Mauricio Correa Rodrigues, e Mário Henrique Marcondes Pereira, Diretor Municipal de Desenvolvimento Econômico.
Na realização de todas as ações, Novo Horizonte superou as expectativas, com um comprometimento efetivo na gestão do meio ambiente. O ciclo contou com 317 cidades, que apresentaram seus relatórios finais, com as ações ambientais realizadas, sendo que apenas 78 foram certificadas, com pontuação superior a 80,0.
.
“Este reconhecimento premia aqueles que permanecem atuantes desde o início do Programa porque têm a certeza que seu município possui aptidão para manter em equilíbrio a gestão ambiental e as outras áreas de administração ambiental”, destacou José Walter Figueiredo Silva, coordenador do Programa Município Verde Azul.
.
Os 10 primeiros colocados do Estado
.
1º Novo Horizonte – 98,69 pontos
2º Botucatu – 98,11
3º Jundiaí – 97,45
4º Catanduva – 97,38
4º Votuporanga – 97,38
5º Bragança Paulista – 96,81
6º Cerquilho – 95,94
7º Sorocaba – 95,25
8º Franca – 94,50
9º Itapira – 93,98
10º Lençóis Paulista – 93,87
Assessoria de Comunicação/Prefeitura de Novo Horizonte
Foto 1: Toyota, Secretário Ricardo Salles, Bete Baleiro
Foto 2: Ricardo Montoro entrega o Prêmio "Franco Montoro" ao prefeito Toyota
Foto 3: Mário Henrique, Leandro Brabo, Bete Baleiro, José Walter Figueiredo, Toyota, Mauricio Correa, Júnior Zanelatto
Foto 4: Autoridades Presentes
Fotos 5: Público prestigiou o evento
CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIAR


Fonte página Facebook:
Prefeitura Municipal de Novo Horizonte.
Durante a solenidade de apresentação do Ranking Ambiental, o Secretário Estadual do Meio Ambiente Ricardo Salles, anunciou as parcerias com as Secretarias de Agricultura e Abastecimento e de Saneamento e Recursos Hídricos para o próximo ciclo do programa. Ele também apresentou ao público presente duas novas ferramentas que vão ser usadas pela Secretaria. A primeira delas localiza áreas com incidência do bioma cerrado no Estado. O trabalho, que permite identificar a ocorrência do cerrado, comparando imagens de 1989 e 2010, foi desenvolvido pela Embrapa e contou com o apoio da Secretaria do Meio Ambiente. A outra ferramenta foi o “Mapa das Áreas de Preservação Permanente (APPs) Hídricas no Estado de São Paulo”. A ferramenta, que está no site da Secretaria do Meio Ambiente, mostra a situação das Áreas de Preservação Permanente Hídricas do Estado de São Paulo, de abrangência municipal, na escala 1:20.000. O Mapa, que será entregue a todos os municípios, é um estudo realizado pela Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável para o Ministério do Meio Ambiente.
Conforme apresentado no IX Encontro Estadual do Programa Município Verde Azul, Novo Horizonte continua evoluindo na gestão ambiental. De todas as dez diretrizes do programa, o município alcançou nota máxima em sete: Biodiversidade, Arborização Urbana, Educação Ambiental, Cidade Sustentável, Gestão das Águas, Qualidade do Ar e Estrutura Ambiental.
Na mesma solenidade foi concedido o Prêmio Franco Montoro para os melhores colocados no ranking em cada uma das Unidades de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Novo Horizonte também foi contemplada com essa premiação. O prêmio foi idealizado em homenagem ao fundador do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), embrião da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e defensor da descentralização administrativa e fortalecimento dos municípios.
Lançado em 2007, o Programa “Município Verde Azul” atesta a qualidade e o comprometimento das administrações municipais em desenvolver e executar políticas ambientais. A certificação é requisito fundamental para obter prioridade em verbas do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (Fecop) e Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro).
Além do prefeito Toyota, estiveram na Capital Paulista, a vice-prefeita Bete Baleiro, o Diretor de Agricultura, Leandro Brabo da Crus, o Assessor Adjunto de Meio Ambiente, Mauro Zanelatto Júnior, o Assessor de Planejamento de Recursos Humanos, Mauricio Correa Rodrigues, e Mário Henrique Marcondes Pereira, Diretor Municipal de Desenvolvimento Econômico.
Na realização de todas as ações, Novo Horizonte superou as expectativas, com um comprometimento efetivo na gestão do meio ambiente. O ciclo contou com 317 cidades, que apresentaram seus relatórios finais, com as ações ambientais realizadas, sendo que apenas 78 foram certificadas, com pontuação superior a 80,0.
.
“Este reconhecimento premia aqueles que permanecem atuantes desde o início do Programa porque têm a certeza que seu município possui aptidão para manter em equilíbrio a gestão ambiental e as outras áreas de administração ambiental”, destacou José Walter Figueiredo Silva, coordenador do Programa Município Verde Azul.
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Os 10 primeiros colocados do Estado
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1º Novo Horizonte – 98,69 pontos
2º Botucatu – 98,11
3º Jundiaí – 97,45
4º Catanduva – 97,38
4º Votuporanga – 97,38
5º Bragança Paulista – 96,81
6º Cerquilho – 95,94
7º Sorocaba – 95,25
8º Franca – 94,50
9º Itapira – 93,98
10º Lençóis Paulista – 93,87
Assessoria de Comunicação/Prefeitura de Novo Horizonte
Foto 1: Toyota, Secretário Ricardo Salles, Bete Baleiro
Foto 2: Ricardo Montoro entrega o Prêmio "Franco Montoro" ao prefeito Toyota
Foto 3: Mário Henrique, Leandro Brabo, Bete Baleiro, José Walter Figueiredo, Toyota, Mauricio Correa, Júnior Zanelatto
Foto 4: Autoridades Presentes
Fotos 5: Público prestigiou o evento
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Fonte página Facebook:
Prefeitura Municipal de Novo Horizonte.
25 de dezembro de 2016
Fundação Zoobotânica-RS e seus atrativos está na lista de Provável extinção do Governo Sartori
FZB: Público apela contra extinção e australianos elogiam trabalho com cobras para produção de soro no País
Publicado em 18/12/2016 - 17h16min.
A Fundação Zoobotânica está na lista de prováveis extintas pelo pacote do governo Sartori. Num passeio ao Jardim Botânico, um dos patrimônios naturais do Estado, visitantes criticam a proposta e temem pelo futuro do acervo. Uma professora de Canoas leva alunos autistas pela primeira vez ao local. Enquanto isso, estudantes de Veterinária da Austrália fazem viagem de estudos e conhecem a coleção de serpentes, muitas são enviadas pelo Ibama. O veneno extraído de jararacas, cruzeiras, corais e cascavéis abastece o Instituto Vital Brasil, para produção de soro antiofídico, medicação utilizada para combater os efeitos letais da picada de cobras peçonhentas. É um trabalho único no sul do Brasil, segundo a instituição.
FONTE: Jornal do Comércio-RS
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Publicado em:
EXTINÇÃO DA FUNDAÇÃO ZOOBOTÂNICA-RS,
GOVERNO SARTORI-RS
Local:JOSÉ BONIFÁCIO-SP, BRASIL.
Porto Alegre, RS, Brasil
22 de dezembro de 2016
Programa Município VerdeAzul – PMVA : Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo - Premiações ano 2016.( Município de Novo Horizonte pela segunda vez conseguiu a colocação em primeiro lugar com 98,69 pontos.
Acessem o site da Secretaria do Meio ambiente link abaixo e vá em pontuações e vejam os anos anteriores e façam as comparações:
PREMIADA PELO PROGRAMA: A cidade de Novo Horizonte pela segunda vez conquistou o título de município com a melhor gestão ambiental de 2016 no Ranking Ambiental do Programa do Município Verde Azul (PMVA), da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.
Novo Horizonte somou 98,69 pontos.
Sendo que de todas as dez diretrizes do programa, o município alcançou nota máxima em sete:
.
Biodiversidade,
Arborização Urbana,
Educação Ambiental,
Cidade Sustentável,
Gestão das Águas,
Qualidade do Ar e Estrutura Ambiental.
Conheça a cidade de Novo Horizonte-SP-(Clique Aqui)
http://www.ambiente.sp.gov.br/municipioverdeazul/
Classificação Município Nota
1 NOVO HORIZONTE 98.69
2 BOTUCATU 98.11
3 JUNDIAÍ 97.45
4 CATANDUVA 97,38
4 VOTUPORANGA 97,38
5 BRAGANÇA PAULISTA 96.81
6 CERQUILHO 95.94
7 SOROCABA 95.25
8 FRANCA 94.50
9 ITAPIRA 93.98
10 LENÇÓIS PAULISTA 93.87
11 GABRIEL MONTEIRO 93.80
12 CAMPINAS 93.70
13 CLEMENTINA 92.80
14 LIMEIRA 92.69
15 LINS 92.23
16 PIRANGI 92.13
17 SALTO 92.06
18 ITAJOBI 91.94
19 ITU 91.57
20 SERTÃOZINHO 91.55
21 IBIRAREMA 91.38
22 GUAIÇARA 90.95
23 PENÁPOLIS 90.76
24 AMERICANA 90.56
25 MOCÓCA 90.34
26 NOVA ALIANÇA 90.32
27 VOTORANTIM 90.19
28 CARAGUATATUBA 89.97
29 PEREIRA BARRETO 89.25
30 JAGUARIÚNA 88.74
31 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 88.74
32 ITANHAÉM 88.38
33 ESPÍRITO SANTO DO PINHAL 88.33
34 NARANDIBA 88.18
35 AMPARO 87.69
36 OSVALDO CRUZ 87.47
37 TATUÍ 87.46
38 PIRACICABA 87.39
39 NOVA ODESSA 87.34
40 PIRASSUNUNGA 87.29
41 PIACATU 87.09
42 CABREÚVA 86.94
43 INDAIATUBA 86.16
44 BROTAS 85.90
45 RIBEIRÃO PRETO 85.49
46 MACATUBA 84.87
47 GUARAREMA 84.77
48 DRACENA 84.77
49 PINDAMONHANGABA 84.65
50 BERTIOGA 84.50
51 QUADRA 84.45
52 ATIBAIA 84.35
53 SANTA ERNESTINA 84.12
54 ARARAQUARA 84.04
55 TAMBAÚ 83.39
56 CAPÃO BONITO 82.23
57 NOVA GUATAPORANGA 82.03
58 ASSIS 81.74
59 BOITUVA 81.72
60 RUBINÉIA 81.70
61 OLÍMPIA 81.67
62 VALENTIM GENTIL 81.62
63 SÃO JOÃO DO PAU D'ALHO 81.59
64 RINÓPOLIS 81.44
65 IBIRÁ 81.03
66 MACEDÔNIA 80.92
67 PONGAÍ 80.91
68 PIRATININGA 80.68
69 TORRINHA 80.48
70 HOLAMBRA 80.46
71 ILHA SOLTEIRA 80.45
72 MONTE CASTELO 80.44
73 ESTRELA D'OESTE 80.28
74 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 80.22
75 BARRETOS 80.14
76 JABOTICABAL 80.06
77 VINHEDO 80.03
078 BATATAIS 79.86
079 IACANGA 79.78
080 SANTO ANDRÉ 79.50
267 JOSÉ BONIFÁCIO 33,58
PREMIADA PELO PROGRAMA: A cidade de Novo Horizonte pela segunda vez conquistou o título de município com a melhor gestão ambiental de 2016 no Ranking Ambiental do Programa do Município Verde Azul (PMVA), da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.
Novo Horizonte somou 98,69 pontos.
Sendo que de todas as dez diretrizes do programa, o município alcançou nota máxima em sete:
.
Biodiversidade,
Arborização Urbana,
Educação Ambiental,
Cidade Sustentável,
Gestão das Águas,
Qualidade do Ar e Estrutura Ambiental.
Conheça a cidade de Novo Horizonte-SP-(Clique Aqui)
http://www.ambiente.sp.gov.br/municipioverdeazul/
Programa Município VerdeAzul em 2016
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO alcançou 88.74 pontos ficando em 31 lugar.Classificação Município Nota
1 NOVO HORIZONTE 98.69
2 BOTUCATU 98.11
3 JUNDIAÍ 97.45
4 CATANDUVA 97,38
4 VOTUPORANGA 97,38
5 BRAGANÇA PAULISTA 96.81
6 CERQUILHO 95.94
7 SOROCABA 95.25
8 FRANCA 94.50
9 ITAPIRA 93.98
10 LENÇÓIS PAULISTA 93.87
11 GABRIEL MONTEIRO 93.80
12 CAMPINAS 93.70
13 CLEMENTINA 92.80
14 LIMEIRA 92.69
15 LINS 92.23
16 PIRANGI 92.13
17 SALTO 92.06
18 ITAJOBI 91.94
19 ITU 91.57
20 SERTÃOZINHO 91.55
21 IBIRAREMA 91.38
22 GUAIÇARA 90.95
23 PENÁPOLIS 90.76
24 AMERICANA 90.56
25 MOCÓCA 90.34
26 NOVA ALIANÇA 90.32
27 VOTORANTIM 90.19
28 CARAGUATATUBA 89.97
29 PEREIRA BARRETO 89.25
30 JAGUARIÚNA 88.74
31 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 88.74
32 ITANHAÉM 88.38
33 ESPÍRITO SANTO DO PINHAL 88.33
34 NARANDIBA 88.18
35 AMPARO 87.69
36 OSVALDO CRUZ 87.47
37 TATUÍ 87.46
38 PIRACICABA 87.39
39 NOVA ODESSA 87.34
40 PIRASSUNUNGA 87.29
41 PIACATU 87.09
42 CABREÚVA 86.94
43 INDAIATUBA 86.16
44 BROTAS 85.90
45 RIBEIRÃO PRETO 85.49
46 MACATUBA 84.87
47 GUARAREMA 84.77
48 DRACENA 84.77
49 PINDAMONHANGABA 84.65
50 BERTIOGA 84.50
51 QUADRA 84.45
52 ATIBAIA 84.35
53 SANTA ERNESTINA 84.12
54 ARARAQUARA 84.04
55 TAMBAÚ 83.39
56 CAPÃO BONITO 82.23
57 NOVA GUATAPORANGA 82.03
58 ASSIS 81.74
59 BOITUVA 81.72
60 RUBINÉIA 81.70
61 OLÍMPIA 81.67
62 VALENTIM GENTIL 81.62
63 SÃO JOÃO DO PAU D'ALHO 81.59
64 RINÓPOLIS 81.44
65 IBIRÁ 81.03
66 MACEDÔNIA 80.92
67 PONGAÍ 80.91
68 PIRATININGA 80.68
69 TORRINHA 80.48
70 HOLAMBRA 80.46
71 ILHA SOLTEIRA 80.45
72 MONTE CASTELO 80.44
73 ESTRELA D'OESTE 80.28
74 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 80.22
75 BARRETOS 80.14
76 JABOTICABAL 80.06
77 VINHEDO 80.03
078 BATATAIS 79.86
079 IACANGA 79.78
080 SANTO ANDRÉ 79.50
267 JOSÉ BONIFÁCIO 33,58
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Vejam os Links abaixo:
Vejam os Links abaixo:
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6 de dezembro de 2016
Grito do Grande Roncador - Salto do Yucumã - Derrubadas-RS
VEJA MAIS CLICANDO AQUI:
Grito do Grande Roncador - Salto do Yucumã - Derrubadas-RS
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"O Salto do Yucumã é a maior queda d`água longitudinal do mundo. Com mais de 1.800m de extensão está localizado no interior do Parque Estadual do Turvo, no município de Derrubadas - RS.
Seu fluxo hídrico tem sido diretamente afetado pela construção da UHE Foz do Chapecó a montante, entre os municípios de Alpestre - RS e águas de Chapecó - SC.
Por vezes o salto desaparece na época das chuvas devido a intensa vazão proporcionada pela abertura das comportas da UHE.
Na época da seca fica a "fio d'água", prejudicado pelo barramento. Outros problemas socioambientais e turísticos vem se somando com a construção da usina. Novas ameaças ao Rio Uruguai e ao parque se aproximam, como a possível construção de duas novas hidrelétrica a jusante: Garabi e Panambi. "
FONTE DESSE TEXTO:Gonçalo de Carvalho
1 de dezembro de 2016
Imagens impressionantes registradas na rodovia vicinal que liga José Bonifácio a Planalto-SP
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Antonio Silvério Braga,
Imagens impressionantes registradas na rodovia vicinal que liga José Bonifácio a Planalto-SP,
TEMPESTADE
Local:JOSÉ BONIFÁCIO-SP, BRASIL.
José Bonifácio, SP, Brasil
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